Bombardeio russo em Zaporizhzhia mata 24 após fim da trégua de Melania Trump
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A cobertura de centro acompanhou o último dia e o fim da trégua de seis dias em Oleshky, na região de Kherson. No domingo, 1º de novembro, relatou ataques russos à rede elétrica de quatro regiões ucranianas, que deixaram centenas de milhares de residências sem energia, e ataques de drones ucranianos a uma instalação industrial em Nizhny Novgorod, na Rússia. Na segunda-feira, registrou a retomada dos bombardeios a Kherson, a recusa russa em prolongar o cessar-fogo e ataques cibernéticos contra os aplicativos oficiais de alerta dos dois países.
Com base em RFI Brasil e Valor Econômico
A cobertura de direita concentrou-se nos bombardeios de segunda-feira, 2 de novembro, na região de Zaporizhzhia, que deixaram ao menos 24 mortos segundo autoridades ucranianas, poucas horas depois do fim da trégua de Oleshky negociada com a participação da primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump.
Com base em Exame
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Ataques russos mataram ao menos 24 pessoas na região de Zaporizhzhia, no sul da Ucrânia, em 2 de novembro, segundo autoridades ucranianas. O bombardeio veio horas depois do fim da trégua em Oleshky, negociada com a participação de Melania Trump, e a Rússia recusou prolongar o cessar-fogo.
Bombardeios russos deixaram ao menos 24 mortos na região de Zaporizhzhia, no sul da Ucrânia, na segunda-feira, 2 de novembro, segundo autoridades ucranianas. O ataque ocorreu poucas horas depois do fim de uma trégua local de seis dias na cidade de Oleshky, na região vizinha de Kherson, negociada com a participação da primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump.
A trégua começou na terça-feira, 27 de outubro, e terminou no domingo, 1º de novembro, sem violações relatadas por Rússia ou Ucrânia. Ela permitiu a entrega de ajuda e a retirada de civis de Oleshky, cidade ocupada pela Rússia desde 2022. Foi a pausa mais longa nos combates desde a invasão em larga escala, em fevereiro de 2022. Parte dos moradores foi levada para áreas sob controle ucraniano e parte para a Crimeia, anexada pela Rússia em 2014.
A cobertura de centro relatou que, mesmo no último dia do cessar-fogo, não houve trégua no resto da linha de frente. Segundo o presidente Volodymyr Zelensky, a Rússia atingiu a rede elétrica de quatro regiões na madrugada de domingo e deixou centenas de milhares de residências sem energia. Zelensky disse que Moscou explora a falta de interceptadores de mísseis balísticos e que a Ucrânia esperava havia quase um mês a aprovação dos Estados Unidos para receber sistemas Patriot. Do outro lado, o governador de Nizhny Novgorod, Gleb Nikitin, relatou danos significativos a uma instalação industrial atingida por drones ucranianos, e o governo regional pediu aos motoristas que evitassem compras de combustível por pânico.
Na segunda-feira, a cobertura de centro registrou a retomada dos bombardeios a Kherson, onde um drone atingiu uma unidade de saúde, e ataques cibernéticos denunciados pelos dois países contra seus aplicativos oficiais de alerta. Na Ucrânia, milhões de pessoas receberam falsos alertas sobre radiação.
Veículos de direita destacaram o ataque em Zaporizhzhia. Segundo Zelensky, a primeira bomba atingiu uma escola usada para distribuir alimentos, e outras nove caíram sobre um abrigo onde as pessoas tentavam se proteger. O governador regional, Mikhailo Semikin, disse que entre as vítimas estão um policial e dois socorristas. Zelensky chamou o episódio de massacre e afirmou que haverá resposta. O texto de centro publicado na tarde de segunda-feira não mencionava esse ataque. Nenhum veículo de esquerda cobriu o caso no conjunto analisado.
As duas coberturas convergem em dois pontos. Um alto funcionário ucraniano afirmou que a Rússia recusou prolongar o cessar-fogo, informação que os textos de centro e de direita creditam à mesma agência internacional. E o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, não negou a acusação ucraniana de que Moscou usou a pausa para reforçar suas posições, e chamou isso de prática normal.
As negociações entre Rússia e Ucrânia mediadas pelos Estados Unidos devem ser retomadas em novembro, provavelmente em Abu Dhabi, segundo a cobertura de centro. O Kremlin disse não ter, no momento, planos para novas operações como a de Oleshky. Até o fim da tarde de 2 de novembro, quando saíram as matérias analisadas mais recentes, a data e o local da nova rodada não estavam confirmados, e não havia versão russa publicada sobre o ataque em Zaporizhzhia nos textos analisados.
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