Lula faz ato em Copacabana na véspera do segundo turno contra Flávio Bolsonaro
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Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
3 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Veículos com viés ao centro
- Canal MeioLula x Flávio Bolsonaro: o que esperar do Brasil depois das eleições?A poucos dias do segundo turno das eleições 2026, o Não é Bem Assim analisa a disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro, marcada por ataques, contradições e falta de propostas para o futuro do Brasil. Dora Kramer, Marcelo Madureira, Márcio Fortes e Pedro Paulo Magalhães discutem a crise fiscal, os riscos institucionais, os desafios do próximo governo e a mobilização dos brasileiros nas ruas.(abre em nova aba)
Nesta matéria: perspectiva omitida.
- Poder360Ato de Lula em Copacabana tem bandeirão do BrasilNa véspera do 2º turno, presidente pede mobilização nas ruas, critica Flávio e diz que mulheres decidirão a disputa. Leia no Poder360.(abre em nova aba)
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
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Briefing
O que importa para você
- Segundo turno neste domingo, dia 25 de outubro, entre Lula e Flávio Bolsonaro.
- Lula atribuiu ao adversário propostas como privatizar o SUS e reverter o fim da escala 6 por 1, temas de saúde e trabalho.
- A campanha mira o voto feminino e os indecisos na reta final.
Onde os lados concordam
- O ato ocorreu em Copacabana na véspera do segundo turno, com Janja Lula da Silva e aliados como Eduardo Paes e Benedita da Silva.
- Depois do Rio, Lula seguiu para ato na avenida Paulista.
O que ainda está incerto
- Não há estimativa independente do público em Copacabana.
- O número de 13 milhões no Exército do Lula é informado pelo próprio presidente.
- A campanha de Flávio Bolsonaro não responde nos textos disponíveis.
O presidente Lula participou de ato de campanha em Copacabana, bairro que costuma receber manifestações bolsonaristas, um dia antes do segundo turno contra Flávio Bolsonaro. A cobertura de cada lado destaca ângulos distintos da mobilização, dos discursos e das críticas ao adversário.
Na véspera do segundo turno da eleição presidencial de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, participou na manhã deste sábado, dia 24 de outubro, de um ato de campanha em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro. A concentração começou por volta das 8h, na altura do Posto 5 da avenida Atlântica. Lula chegou ao local pouco antes das 10h, em um trio elétrico decorado com bandeiras do Brasil, e depois seguiu para São Paulo, onde participaria de outro ato, na avenida Paulista.
A cobertura de centro relatou que um bandeirão do Brasil foi estendido durante o evento e lembrou que Copacabana é um dos principais palcos de manifestações bolsonaristas no Rio, incluindo atos convocados por Jair Bolsonaro (PL) no 7 de Setembro. No discurso, Lula pediu aos apoiadores que visitem as casas e convençam pessoas indecisas a votar. Disse que o chamado Exército do Lula, canal de mobilização digital da campanha, chegaria a 13 milhões de pessoas, e afirmou que a arma desse exército é a urna e a bala é o número 13.
O presidente apresentou a eleição como uma escolha entre projetos. Segundo a cobertura de centro, ele disse que o povo escolhe entre alguém que beija a bandeira nacional e alguém que beija a bandeira americana, e que o Brasil não deve ser quintal de ninguém. Lula também criticou propostas que atribuiu ao adversário, o senador Flávio Bolsonaro (PL), como a privatização do Sistema Único de Saúde e a reversão do fim da escala de trabalho 6 por 1. Ao citar a morte de Ana Clara, menina de 5 anos atingida por um disparo de fuzil, criticou a reação do adversário ao caso no debate televisivo de sexta-feira e pediu às mulheres que não votassem em um miliciano. A primeira-dama Janja Lula da Silva também pediu a mobilização das eleitoras.
Estiveram presentes a deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ), o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, o ex-prefeito do Rio Eduardo Paes (PSD), o prefeito do Rio, Eduardo Cavaliere (PSD), e o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves (PDT).
Veículos de esquerda destacaram o caráter popular do evento, batizado de Lulacabana, que teria reunido milhares de apoiadores e lotado a orla sob o lema Brasil Pronto pra Mais. Enfatizaram a presença de movimentos sociais, sindicalistas e artistas, os cartazes que respondiam à expressão nove dedos usada por Flávio Bolsonaro no debate, com a frase Somos todos 9 dedos, mãos limpas, e o fato de muitos participantes vestirem a camisa da seleção brasileira, símbolo associado nos últimos anos a manifestações bolsonaristas. A expectativa dos organizadores, segundo esse relato, era superar o público do show realizado em Copacabana no domingo anterior.
Até o momento, veículos de direita não publicaram cobertura do ato nos textos analisados, e a campanha de Flávio Bolsonaro não aparece com resposta às críticas. Outro material de centro analisado trata a disputa de forma mais ampla, descrevendo-a como marcada por ataques, contradições e falta de propostas, e discute a crise fiscal e os desafios do próximo governo.
O que ainda não se sabe: não há estimativa independente do público em Copacabana, apenas a expectativa dos organizadores, e não há confirmação do número de integrantes do Exército do Lula, informado pelo próprio presidente. Também não há, nos textos disponíveis, a reação da campanha adversária. O segundo turno acontece neste domingo, dia 25 de outubro.
Fontes
A poucos dias do segundo turno das eleições 2026, o Não é Bem Assim analisa a disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro, marcada por ataques, contradições e falta de propostas para o futuro do Brasil. Dora Kramer, Marcelo Madureira, Márcio Fortes e Pedro Paulo Magalhães discutem a crise fiscal, os riscos institucionais, os desafios do próximo governo e a mobilização dos brasileiros nas ruas.
Presidente Lula reuniu milhares de apoiadores no RJ na manhã deste sábado (24); ato em SP está previsto para o fim da tarde

Na véspera do 2º turno, presidente pede mobilização nas ruas, critica Flávio e diz que mulheres decidirão a disputa. Leia no Poder360.
