Minas Gerais tem 11 candidatos ao governo após renúncia de Romeu Zema
6 veículos de centro · 3 veículos de direita

Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
9 fontes políticas
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9 fontes políticas
Minas Gerais registrou 11 candidaturas ao governo estadual nas eleições de 2026, e o Tocantins, sete. A disputa mineira foi aberta pela renúncia de Romeu Zema, do Novo, que deixou o segundo mandato para concorrer à Presidência da República. O vice, Mateus Simões, do PSD, assumiu o Executivo estadual em definitivo em 22 de março e agora busca o cargo pelo voto. Concorrem também o senador Cleitinho Azevedo, do Republicanos, o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil, do PDT, o deputado federal Patrus Ananias, do PT, o empresário Flávio Roscoe, do PL, e o ex-presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte Gabriel Azevedo, do MDB. No Tocantins, a corrida pelo Palácio Araguaia reúne a senadora Professora Dorinha, do União Brasil, o deputado federal Vicentinho Júnior, do PSDB, e o vice-governador Laurez Moreira, do PSD, entre outros.
A eleição de 2026 em Minas Gerais coloca em teste a continuidade de um projeto de gestão fiscal iniciado em 2019. Com a renúncia de Romeu Zema para disputar a Presidência da República, Mateus Simões assumiu o Executivo mineiro e submete ao voto popular a manutenção da linha adotada pelo governo.
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Veículos com viés ao centro
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Veículos com viés à direita
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Nesta matéria: viés de centro.
Minas Gerais tem cerca de 16,3 milhões de eleitores aptos a votar, o segundo maior colégio eleitoral do país. O eleitor mineiro escolhe entre 11 chapas ao governo, e o tocantinense entre sete, com números de urna já definidos. As candidaturas ao Senado por Minas analisadas ainda constavam em julgamento no Tribunal Superior Eleitoral, ou seja, o registro não estava confirmado.
As duas coberturas partem dos mesmos dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral e convergem no essencial: Minas Gerais tem 11 candidaturas ao governo e o Tocantins, sete; a disputa mineira foi aberta pela renúncia de Romeu Zema; e Mateus Simões chega ao pleito como incumbente depois de assumir o Executivo estadual em 22 de março.
Não há decisão publicada sobre os registros de candidatura que constavam em julgamento. Receitas de campanha e limites de gastos não foram disponibilizados. As propostas de governo das chapas mineiras e tocantinenses não aparecem em nenhuma das coberturas.
As eleições de 2026 definiram 11 candidaturas ao governo de Minas Gerais e sete ao governo do Tocantins. A disputa mineira ficou aberta com a renúncia de Romeu Zema, que deixou o cargo para concorrer à Presidência da República, e hoje opõe a continuidade da gestão estadual a nomes da oposição e a candidaturas de estreia.
Minas Gerais chega às eleições de 2026 com 11 candidaturas registradas ao governo estadual, num pleito que ficou aberto depois que Romeu Zema, do partido Novo, renunciou ao segundo mandato para disputar a Presidência da República. Com a saída, o então vice-governador Mateus Simões, do PSD, assumiu o Executivo mineiro em definitivo em 22 de março e agora tenta permanecer no cargo pelo voto popular, representando a continuidade do grupo que comanda o estado desde 2019. Minas é o segundo maior colégio eleitoral do país, com cerca de 16,3 milhões de eleitores aptos a votar.
A disputa mineira reúne o senador Cleitinho Azevedo, do Republicanos, o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil, pelo PDT, o deputado federal Patrus Ananias, do PT, o empresário Flávio Roscoe, do PL, e o ex-presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte Gabriel Azevedo, pelo MDB. Completam a lista Ben Mendes, do Missão, Rafael Duda, do PSTU, o professor Túlio Lopes, do PCB, Henrique Áreas, do PCO, e Indira Xavier, da UP. No Tocantins, sete nomes concorrem ao Palácio Araguaia, entre eles a senadora Professora Dorinha, do União Brasil, o deputado federal Vicentinho Júnior, do PSDB, e o vice-governador Laurez Moreira, do PSD, num pleito em que o governador Wanderlei Barbosa, do Republicanos, não busca novo mandato.
A cobertura de centro concentrou-se nas fichas individuais dos candidatos, montadas com dados do Tribunal Superior Eleitoral: número de urna, partido, suplentes, coligação, patrimônio declarado e situação do registro. É por esse recorte que aparecem informações como os R$ 9.568.127,83 em bens declarados por Marcelo Aro, do Progressistas, candidato ao Senado por Minas, e os R$ 282.262,35 declarados por Áurea Carolina, do PSOL, também candidata ao Senado pelo estado. Nos dois casos, o registro constava como em julgamento, e os campos de receitas e de limite de gastos apareciam sem dados disponibilizados.
Veículos de direita organizaram o material em guias comparativos por estado, com ênfase na trajetória dos concorrentes e no patrimônio declarado. Foi nesse formato que ganhou destaque o fato de Ataídes de Oliveira, do Novo, ter declarado cerca de R$ 54,5 milhões, o maior patrimônio entre os sete candidatos ao governo do Tocantins, e de parte relevante das chapas mineiras ser encabeçada por empresários e por estreantes vindos de fora da política partidária tradicional. Essa cobertura também reconstituiu a indefinição de Cleitinho Azevedo, que anunciou que não disputaria o Palácio Tiradentes, voltou atrás e acabou confirmado pelo Republicanos na reta final das convenções, movimento que levou o PL, antes em negociação com o senador, a lançar candidatura própria.
Até o momento, nenhum veículo de esquerda produziu cobertura própria desse conjunto de candidaturas dentro do material reunido. O ângulo que costuma acompanhar esse tipo de pauta nesse campo, a desigualdade de recursos entre chapas e o peso do financiamento de campanha, portanto não aparece atribuído a nenhuma reportagem, embora os dados patrimoniais que sustentariam essa leitura estejam nas fichas oficiais reproduzidas pelas duas coberturas existentes.
A divergência entre as coberturas é de recorte, não de fato. A abordagem de centro trata cada candidatura como registro administrativo, com foco em dado cadastral e em situação processual no Tribunal Superior Eleitoral. A abordagem de direita trata a mesma informação como corrida, com ênfase em trajetória, patrimônio e desenho de alianças. Nenhuma das duas apresenta propostas de governo dos concorrentes nem dados de intenção de voto.
O que ainda não se sabe é considerável. Os registros de candidatura ao Senado por Minas Gerais permaneciam em julgamento, sem prazo informado para decisão. Receitas de campanha e limites de gastos não haviam sido disponibilizados para os candidatos analisados. Não há, no material reunido, o desdobramento do rompimento entre Cleitinho Azevedo e Marcelo Aro dentro do mesmo campo político, nem detalhamento das plataformas de governo que cada chapa levará ao eleitor mineiro e tocantinense.
Candidatos têm dia de sabatinas, gravações, reuniões e adesivaços

Disputa no estado é composta por 17 candidaturas registradas no TSE (Tribunal Superior Eleitoral)

Segundo maior eleitorado do país, com 16,3 milhões de eleitores, Minas tem 11 nomes ao governo do estado, com idades entre 38 e 74 anos

Levantamento Datafolha ouviu 1.204 eleitores do Estado, de 18 a 21 de agosto; margem de erro de 3 pontos percentuais

Levantamento será divulgado em 21 de agosto e vai testar 11 nomes para o governo estadual e 17 candidaturas para as duas vagas ao Senado

Marcelo Aro (PP, 111) é candidato a senador por Minas Gerais em 2026. Propostas, bens declarados e trajetória. Dados do TSE.

Áurea Carolina (PSOL, 500) é candidata a senadora por Minas Gerais em 2026. Propostas, bens declarados e trajetória. Dados do TSE.

Cleitinho, Alexandre Kalil, Patrus Ananias, Mateus Simões e Flávio Roscoe estão entre os 11 candidatos ao governo mineiro

Professora Dorinha, Vicentinho Júnior e Laurez Moreira estão entre os sete candidatos na disputa pelo Palácio Araguaia

Nesta matéria: viés de centro.