Celina Leão mantém dianteira na disputa pelo Distrito Federal com 35% na Quaest
1 veículo de esquerda · 2 veículos de centro · 2 veículos de direita

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Três levantamentos divulgados entre 8 e 14 de setembro de 2026 mostram a governadora Celina Leão, do Progressistas, na liderança da disputa pelo governo do Distrito Federal. Na Quaest, ela tem 35% no cenário estimulado, contra 18% de José Roberto Arruda, do Partido Social Democrático, e 17% de Leandro Grass, do Partido dos Trabalhadores. No Datafolha, aparece com 40% no cenário com Arruda e 45% no cenário sem ele, já que a candidatura do ex-governador foi indeferida pelo Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal em 3 de setembro e segue em recurso no Tribunal Superior Eleitoral. Na Real Time Big Data, lidera os cenários de primeiro e de segundo turno. Para o Senado, Michelle Bolsonaro, do Partido Liberal, aparece à frente nos dois institutos que mediram a disputa.
A cobertura à esquerda destaca que a corrida no Distrito Federal está longe de decidida onde importa para o campo progressista: a segunda vaga do Senado. Erika Kokay, do Partido dos Trabalhadores, e as demais candidatas aparecem tecnicamente empatadas dentro da margem de erro, e o crescimento de Leandro Grass, do Partido dos Trabalhadores, de 13% para 17% na Quaest e de 11% para 16% no Datafolha, indica que a esquerda ganhou espaço depois do embaralhamento provocado pelo indeferimento da candidatura de José Roberto Arruda.
A cobertura à direita lê os três levantamentos como confirmação de uma tendência já consolidada: a governadora Celina Leão, do Progressistas, domina a disputa pelo governo do Distrito Federal em todos os cenários e institutos, vence qualquer adversário em segundo turno e conta com aprovação de 58% na Real Time Big Data.
5 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Nesta matéria: falácia identificada.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Se o Tribunal Superior Eleitoral confirmar o indeferimento de Arruda, o cenário na urna será o medido sem ele, em que Celina Leão vai a 45% e Grass a 19%. Um terço do eleitorado de Arruda migra para a governadora nesse caso. Na disputa pelo Senado, cada eleitor do Distrito Federal vota em dois nomes, e a segunda vaga está aberta entre Leila do Vôlei, Bia Kicis e Erika Kokay, com diferença menor que a margem de erro de 3 pontos percentuais.
A esquerda enfatiza o empate técnico na segunda vaga do Senado e o crescimento de Leandro Grass e Erika Kokay, tratando a margem de erro como fator que relativiza a liderança conservadora. A direita enfatiza a solidez da vantagem da governadora, a aprovação de 58% do governo distrital e a alta da rejeição a Grass, de 19% para 28%. O centro não hierarquiza e publica a tabulação completa. A direita também questiona a confiabilidade das pesquisas citando 2022; os demais lados não fazem essa ressalva.
Os três institutos e as coberturas de esquerda, centro e direita convergem em que Celina Leão lidera com folga a disputa pelo governo do Distrito Federal, vence qualquer adversário nas simulações de segundo turno e que Michelle Bolsonaro está à frente na corrida pelas duas vagas ao Senado. Todos reconhecem que a candidatura de José Roberto Arruda está sub judice e que isso altera a composição dos cenários.
Não há data marcada para o Tribunal Superior Eleitoral julgar o recurso de Arruda, então não se sabe qual cenário valerá na urna. Também não se sabe o destino dos indecisos, que variam de 3% a 15% na disputa pelo governo e chegam a 49% na consulta espontânea para o Senado. Nenhuma campanha comentou os resultados nas matérias analisadas.
Três levantamentos divulgados entre 8 e 14 de setembro de 2026 colocam Celina Leão na frente da corrida ao governo do Distrito Federal, com percentuais que vão de 35% a 45% conforme o instituto e o cenário testado. O indeferimento da candidatura de José Roberto Arruda pelo Tribunal Regional Eleitoral embaralhou as simulações, e a disputa pela segunda vaga do Senado segue em empate técnico.
A governadora Celina Leão, do Progressistas, chega à reta final da campanha no Distrito Federal na liderança de todos os levantamentos divulgados entre 8 e 14 de setembro de 2026. Na pesquisa Quaest, divulgada em 8 de setembro, ela aparece com 35% das intenções de voto no cenário estimulado, seguida por José Roberto Arruda, do Partido Social Democrático, com 18%, e por Leandro Grass, do Partido dos Trabalhadores, com 17%. Na rodada anterior, feita no fim de agosto, ela tinha 34%, Arruda marcava 20% e Grass, 13%. O instituto ouviu 1.104 eleitores de 16 anos ou mais entre 4 e 7 de setembro, com margem de erro de 3 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, em levantamento registrado no Tribunal Superior Eleitoral.
O quadro se repete nos outros dois institutos. A Real Time Big Data, que entrevistou 1.600 pessoas por telefone entre 4 e 8 de setembro, com margem de erro de 2 pontos, mostrou a governadora na frente nos cenários de primeiro turno e vencendo Arruda por 44% a 29% em eventual segundo turno. O Datafolha, que fez 910 entrevistas presenciais entre 8 e 10 de setembro, apontou Celina Leão com 40% no cenário que inclui Arruda e 45% no cenário sem ele, uma alta de 10 pontos em relação a agosto, quando os dois estavam empatados. Nas simulações de segundo turno desse levantamento, a governadora vence Arruda por 51% a 34% e Grass por 56% a 30%.
Há um fator jurídico no centro do cenário. O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal indeferiu a candidatura de Arruda em 3 de setembro. O ex-governador recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral e segue em campanha até a decisão final, que ainda não tem data marcada. Foi por causa dessa indefinição que um dos institutos passou a medir dois cenários, com e sem o nome dele na lista apresentada ao eleitor. Sem Arruda, um terço do eleitorado dele migra para a governadora, 15% vão para Grass, 11% para Paula Belmonte, do Partido da Social Democracia Brasileira, e 18% optam por voto em branco ou nulo.
Na disputa pelas duas vagas do Distrito Federal no Senado, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, do Partido Liberal, lidera nos dois institutos que mediram a corrida: 26% na Quaest e 21% no Datafolha. Leila do Vôlei, do Partido Democrático Trabalhista, Bia Kicis, do Partido Liberal, e Erika Kokay, do Partido dos Trabalhadores, disputam a segunda vaga em faixa apertada, e no levantamento mais recente as três estão tecnicamente empatadas dentro da margem de erro.
A cobertura de centro concentrou-se na metodologia e na tabulação completa, apresentando cenários espontâneo e estimulado, votos válidos, rejeição, grau de convicção do eleitor e recortes por religião, sem hierarquizar candidaturas. Veículos de direita destacaram a solidez da vantagem da governadora, a aprovação de 58% do governo distrital medida por um dos institutos e a liderança do campo conservador no Senado, e parte dessa cobertura relembrou as discrepâncias entre pesquisas e urnas em 2022 para recomendar cautela com os números. Veículos de esquerda deslocaram o foco para o empate técnico na segunda vaga do Senado e para o crescimento das candidatas e do candidato ligados ao campo progressista, enquadrando a margem de erro como fator que relativiza a liderança da ex-primeira-dama.
O que ainda não se sabe é quando o Tribunal Superior Eleitoral julgará o recurso de Arruda, e qual cenário valerá na urna. Também não está claro para onde irá o eleitorado indeciso, que oscila entre 3% e 15% na disputa pelo governo conforme o instituto e chega a quase metade dos votos na consulta espontânea para o Senado. Nenhuma das campanhas citadas se manifestou sobre os resultados nas matérias analisadas, e as diferenças metodológicas entre coleta presencial e por telefone não foram explicadas por nenhum dos levantamentos divulgados.
Pesquisa Datafolha mostra como está a corrida eleitoral para o governo no Distrito Federal. Leia na Gazeta do Povo.

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Levantamento Real Time Big Data entrevistou 1.600 pessoas por telefone de 4 a 8 de setembro de 2026. Leia no Poder360.

Levantamento também indica Michelle Bolsonaro à frente na corrida pelo Senado, pesquisa foi realizada entre 4 e 7 de setembro

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