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Deltan Dallagnol segue com campanha ao Senado pelo Paraná suspensa pelo TSE

1 veículo de centro · 1 veículo de direita

Redação Fuja da Bolha•2 fontes•22/09/2026•atualizado em 23/09/2026•Eleições
Deltan Dallagnol segue com campanha ao Senado pelo Paraná suspensa pelo TSE
Imagem: O Estado de S.Paulo

Resumo da cobertura

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria para manter suspensa a campanha de Deltan Dallagnol (Novo) ao Senado pelo Paraná, decidida em liminar pelo ministro Floriano de Azevedo Marques. Em paralelo, o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) volta a analisar o registro da candidatura, contestado pela coligação do PT com base na Lei da Ficha Limpa.

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2 fontes políticas

Como decidimos →
Esquerda0 (0%)

Veículos com viés à esquerda

Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.

Centro1 (50%)

Veículos com viés ao centro

  • Notícias ao Minuto BrasilMaioria do TSE mantém suspensão da campanha de Deltan ao Senado 
    Análise editorial

    Texto de agência com placar (4 a 0), nomes dos ministros, origem do pedido na coligação do PT e contexto da cassação de 2023 e da Lei da Ficha Limpa. Linguagem neutra, sem adjetivação; a lacuna é a ausência de voz da defesa.

    Qualidade argumentativa
    64/100
    Manipulação emocional
    5/100
    Clickbait
    10/100
    Fontes citadas
    3

    Perspectivas omitidas

    • Não traz a posição da defesa de Deltan Dallagnol
    • Não menciona o novo julgamento marcado no TRE-PR
Direita1 (50%)

Veículos com viés à direita

  • O Estado de S.PauloDeltan Dallagnol terá novo julgamento no TRE-PR após TSE manter campanha ao Senado suspensaTSE manteve nesta segunda-feira, 21, a decisão que interrompeu os atos de campanha do candidato do Novo; o ex-deputado afirma que as provas estão nos autos e já fundamentaram o reconhecimento da sua elegibilidade no Paraná
    Análise editorial

    Base factual (pauta do TRE-PR às 14h, placar de 4 a 3 em 9 de setembro, origem do recurso), mas dedica três parágrafos à nota de Dallagnol e às queixas da defesa sobre processo sigiloso e suspeição de Dias Toffoli, sem contraponto dos autores do pedido. Inclinação leve para o enquadramento de garantia processual do candidato.

    Qualidade argumentativa
    67/100
    Manipulação emocional
    15/100
    Clickbait
    10/100
    Fontes citadas
    4

    Perspectivas omitidas

    • Sem manifestação da coligação autora do pedido de suspensão
    • Não detalha a condenação no CNMP nem os procedimentos disciplinares que motivaram a cassação de 2023

O Tribunal Superior Eleitoral manteve suspensa a campanha de Deltan Dallagnol, candidato do Novo ao Senado pelo Paraná, com base na Lei da Ficha Limpa. Enquanto isso, o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná volta a analisar o registro da candidatura, liberado antes por 4 votos a 3. A defesa questiona o sigilo do processo.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria, na segunda-feira, 21 de setembro, para manter suspensa a campanha do ex-deputado federal Deltan Dallagnol, do partido Novo, candidato ao Senado pelo Paraná. A suspensão havia sido determinada em caráter liminar no sábado, 19, pelo ministro Floriano de Azevedo Marques, que também tirou o candidato do horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão e bloqueou o acesso ao fundo eleitoral. No julgamento virtual, o relator foi acompanhado pelos ministros Dias Toffoli, Villas Bôas Cueva e Estela Aranha, num placar parcial de 4 votos a 0.

Em paralelo, o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) marcou para a quarta-feira, 23, às 14h, a análise de um recurso da coligação liderada pelo Partido dos Trabalhadores (PT) contra a decisão que autorizou a candidatura. Os dois processos correm ao mesmo tempo. O tribunal paranaense discute a validade do registro, enquanto o TSE decidiu, por ora, interromper os atos de campanha.

A cobertura converge sobre a origem da disputa. O pedido partiu da Coligação Paraná para Todos e da Federação Brasil da Esperança, que reúne o PT e o Partido Democrático Trabalhista (PDT), entre outros partidos. Em 9 de setembro, o TRE-PR havia deferido o registro de Dallagnol por 4 votos a 3, considerando-o elegível. Para o ministro Floriano de Azevedo Marques, há indícios de que a corte regional contrariou entendimento anterior do TSE. Esse entendimento vem de 2023, quando o tribunal cassou o mandato de deputado federal de Dallagnol. A decisão apontou que ele pediu exoneração do cargo de procurador do Ministério Público Federal (MPF) para evitar processos disciplinares e o enquadramento na Lei da Ficha Limpa. Pela lei, membros do Ministério Público que pedem exoneração durante processo disciplinar ficam inelegíveis por oito anos. Antes de entrar na política, Dallagnol chefiou a força-tarefa da Operação Lava Jato.

A cobertura de centro relatou o caso de forma factual, com o placar da votação, os ministros que ainda faltavam votar e o histórico da cassação. Esse relato inclui a condenação do ex-procurador pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) à pena de censura e advertência e os 15 procedimentos disciplinares que tramitavam contra ele quando deixou o cargo. Veículos de direita deram mais espaço à defesa. Nessa cobertura, Dallagnol afirma em nota que as provas já fundamentaram o reconhecimento de sua elegibilidade no Paraná e que o TSE tem o dever de ouvir sua defesa. Os advogados ressaltaram que a liminar saiu em processo sigiloso, sem acesso aos autos, o que teria impedido um pedido de suspeição contra o ministro Dias Toffoli. Até o momento, nenhum veículo de esquerda cobriu o caso, e a posição da coligação autora do pedido aparece apenas por meio da decisão do ministro.

Ainda não se sabe como votaram os ministros André Mendonça, Nunes Marques e Sebastião Reis Júnior, nem qual será o resultado do novo julgamento no TRE-PR. Se o tribunal paranaense mantiver o registro, um eventual recurso poderá chegar ao TSE ainda nesta semana. Também não está definido quando a Justiça Eleitoral julgará em definitivo se Dallagnol está ou não inelegível.

Briefing

O que importa para você

  • Dallagnol está sem atos de campanha, sem horário eleitoral gratuito e sem acesso ao fundo eleitoral.
  • O TRE do Paraná julga o recurso contra o registro na quarta-feira, 23, às 14h.
  • Se o registro for mantido, um recurso pode chegar ao TSE até o fim da semana.
  • A inelegibilidade prevista na Lei da Ficha Limpa é de oito anos.

Onde os lados concordam

  • O TSE formou maioria para manter a liminar do ministro Floriano de Azevedo Marques que suspendeu a campanha de Deltan Dallagnol.
  • A disputa remonta à cassação de 2023, ligada à exoneração do Ministério Público Federal e à Lei da Ficha Limpa.
  • O TRE do Paraná havia liberado a candidatura por 4 votos a 3.

O que ainda está incerto

  • Os votos de André Mendonça, Nunes Marques e Sebastião Reis Júnior no TSE.
  • O resultado do novo julgamento no TRE do Paraná.
  • A resposta da coligação autora do pedido às queixas da defesa sobre sigilo do processo.
JudiciárioPolítica NacionalEleições

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Fontes

Espectro: Centro
Maioria do TSE mantém suspensão da campanha de Deltan ao Senado
Maioria do TSE mantém suspensão da campanha de Deltan ao Senado

 

Notícias ao Minuto BrasilNotícias ao Minuto Brasil
Espectro: Direita
Deltan Dallagnol terá novo julgamento no TRE-PR após TSE manter campanha ao Senado suspensa
Deltan Dallagnol terá novo julgamento no TRE-PR após TSE manter campanha ao Senado suspensa

TSE manteve nesta segunda-feira, 21, a decisão que interrompeu os atos de campanha do candidato do Novo; o ex-deputado afirma que as provas estão nos autos e já fundamentaram o reconhecimento da sua elegibilidade no Paraná

O Estado de S.PauloO Estado de S.Paulo

Centro

1 fonte

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria para manter suspensa a campanha de Deltan Dallagnol (Novo) ao Senado pelo Paraná, decidida em liminar pelo ministro Floriano de Azevedo Marques. Em paralelo, o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) volta a analisar o registro da candidatura, contestado pela coligação do PT com base na Lei da Ficha Limpa.

Direita

1 fonte

Deltan Dallagnol, candidato do Novo ao Senado pelo Paraná, teve a campanha suspensa por decisão individual confirmada no Tribunal Superior Eleitoral, apesar de o tribunal regional ter reconhecido sua elegibilidade. Pelo enquadramento de garantias processuais, a defesa questiona o sigilo do processo e a falta de oportunidade de se manifestar antes da decisão.

Esquerda

0 fontes

Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.

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  2. 19 de set. de 2026, 00:00
    Ministro Floriano de Azevedo Marques, do TSE, suspende em liminar a campanha de Deltan Dallagnol e bloqueia horário eleitoral e fundo eleitoral
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  3. 09 de set. de 2026, 00:00
    TRE do Paraná defere, por 4 votos a 3, o registro da candidatura de Deltan Dallagnol ao Senado
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