Fachin pede à PF relatório descritivo sobre ministros citados no caso Master
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O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, reuniu-se em 13 de outubro com o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e orientou que todas as menções a ministros encontradas no caso Master sejam enviadas à Corte, com contexto e em caráter estritamente descritivo. Qualquer ato de investigação contra ministro depende de autorização do plenário, após manifestação da Procuradoria-Geral da República.
Na leitura da cobertura de esquerda, a decisão de Fachin reforça o princípio de que nenhuma autoridade está acima do escrutínio público: todas as menções serão enviadas, sem exceção de pessoa, e o plenário decidirá após parecer da Procuradoria-Geral da República. O ângulo é de transparência e de controle institucional sobre um tribunal sob pressão.
Na leitura provável da cobertura de direita, a decisão de Fachin é lida pelo ângulo do controle institucional e da separação de competências: a polícia comunica, mas só o plenário autoriza investigar, e o relatório não deve conter juízo de valor. Prevalece a cobrança por responsabilização, sem atropelar o devido processo.
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O presidente do STF, Edson Fachin, reuniu-se com o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e determinou o envio de todas as menções a ministros no caso Master. O material será descritivo e qualquer investigação dependerá do plenário, após parecer da PGR. Veja o que a cobertura apurou.
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, determinou nesta terça-feira, 13 de outubro, que a Polícia Federal envie à Corte todas as menções a ministros encontradas nas investigações do caso Banco Master. A ordem foi dada em reunião com o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, que durou cerca de uma hora e meia. O encontro foi pedido pela própria polícia, que queria saber o que fazer com os achados.
Segundo nota conjunta divulgada pelo STF e pela PF, as menções devem ser encaminhadas sem exceção, acompanhadas de seu contexto e em caráter estritamente descritivo. Isso significa relatórios informativos, sem apontar crimes. Fachin também esclareceu que qualquer ato de investigação contra um ministro depende de autorização do plenário. Depois de receber os elementos, o plenário poderá deliberar sobre providências, ouvida a Procuradoria-Geral da República.
A cobertura de centro relatou que a polícia vai começar a produzir os relatórios e que não há prazo definido. Investigadores estimam que o trabalho levará mais do que poucos dias, porque todo o material será revisitado. Uma reportagem informou um horizonte de fim de outubro ou início de novembro. Os documentos partem principalmente dos celulares do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master, e de seu cunhado, Fabiano Zettel. Há citações, em graus diferentes, a pelo menos seis dos dez ministros do STF ou a parentes deles, além de ministros do Superior Tribunal de Justiça. Os nomes citados nas reportagens incluem Alexandre de Moraes, André Mendonça, Dias Toffoli, Kassio Nunes Marques, Luiz Fux e Gilmar Mendes. Todos os ministros e familiares negam irregularidades, e a cobertura lembra que as menções, por si sós, não indicam ilícito.
A reunião tratou ainda de outros assuntos. Fachin pediu celeridade à polícia na análise das diligências pendentes do inquérito das fake news, que ele pretende encerrar. Também foram discutidas ameaças a ministros e a espera da manifestação da Procuradoria-Geral da República na petição 16704, que trata da condução do caso Master pelo ministro Mendonça e de pedidos de soltura de investigados.
O contexto é de crise no tribunal. Desde setembro, quando Mendonça retirou o sigilo de um relatório sobre contatos entre Moraes e Vorcaro, os dois trocam acusações. Uma sessão extraordinária terminou com pedido de vista do ministro Flávio Dino. Reportagens de bastidor apontam que a ala de Moraes defende que nada avance antes do fim das eleições, enquanto aliados de Mendonça e Moraes veem o envio à Procuradoria-Geral da República como caminho.
Veículos de esquerda destacaram o rito e o dever de enviar tudo, sem exceção de pessoa, e lembraram o pedido de Gilmar Mendes para que todos os envolvidos fossem identificados. Em um dos textos, a decisão é descrita como uma exigência de Fachin, com ênfase no aval do plenário. A cobertura de direita não teve artigo próprio identificado nesta história. A leitura provável desse campo recairia sobre a preservação das competências de cada instituição e sobre o fato de o próprio plenário decidir se investiga seus integrantes, ponto que também apareceu em textos de centro, com a ressalva de que o relatório não deve produzir juízo de valor.
O que ainda não se sabe: quando a polícia entregará os relatórios, se serão um por ministro ou um conjunto, qual será o parecer da Procuradoria-Geral da República e se o plenário abrirá algum inquérito. Também não está claro como a Corte conciliará a divisão interna.

Após a apresentação das informações, o plenário da Corte vai se pronunciar sobre a eventual abertura de investigações contra os ministros citados.
Durante reunião entre o presidente do STF e o diretor-geral da PF, Fachin ressaltou que eventual abertura de investigação contra ministro da Corte depende do aval do plenário.

Em reunião, presidente do Supremo Tribunal Federal e diretor-geral da Polícia Federal também trataram sobre ameaças a ministros da Corte.

Presidente do STF afirmou que eventual investigação contra integrantes da Corte dependerá de autorização do plenário, após manifestação da PGR

Material foi requisitado pelo ministro Edson Fachin, presidente do Supremo, durante reunião com Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal

No celular de Vorcaro já foram encontradas citações a cinco ministros: Alexandre de Moraes, André Mendonça, Dias Toffoli, Kassio Nunes Marques, Luiz Fux e Gilmar Mendes

Fachin manda PF descrever casos de ministros do STF citados no Master UOL Notícias
Encontro, marcado após pedido da instituição ao Supremo, tratou da apuração sobre mensagens achadas no celular de Daniel Vorcaro

Presidente da Corte havia determinado elaboração do documento

Presidente do Supremo afirmou que todas as referências a magistrados devem ser encaminhadas à Corte, mas ressaltou que atos de investigação dependem de autorização do plenário

Presidente do STF determinou que as citações devem vir acompanhadas de contexto e “em caráter estritamente descritivo”. Leia no Poder360.

No Caso Master, Fachin recebe relatórios da PF que citam ministros do STF, enquanto alas da Corte sugerem envio dos dados à PGR para reduzir tensões.

Diretor da PF se reuniu com o presidente do Supremo para buscar orientações sobre como produzir relatórios sobre magistrados citados em celulares de Daniel Vorcaro

Fachin diz a Andrei que todas as menções a ministros no caso Master devem ser enviadas ao STF Revista Oeste
Reunião realizada na sede da Corte firmou orientações para atuação da Polícia Federal no caso do Banco Master

Fachin e diretor da PF se reúnem no STF para tratar de menções de ministros no caso Master UOL Notícias
Fachin se reúne com chefe da PF para tratar de ministros citados no Master UOL Notícias
Presidente do Supremo afirma que eventuais investigações contra integrantes da Corte dependem de autorização do plenário

Diretor-geral Andrei Rodrigues se reúne com o presidente do STF nesta terça (13) para entregar informações extraídas dos celulares de Daniel Vorcaro e Fabiano Zettel

O presidente do STF e o diretor-geral da PF se reuniram por cerca de 1h30. Eles trataram sobre Caso Master e menções a ministros

Presidente do STF se reúne nesta terça-feira (13) com diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues

Nesta matéria: perspectiva omitida.