Estudantes lotam a Esplanada dos Ministérios em ato pela reeleição de Lula
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Resumo da cobertura
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Como decidimos →Milhares de estudantes e apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ocuparam a Esplanada dos Ministérios, em Brasília, na terça-feira, em ato convocado pelo Diretório Central dos Estudantes da Universidade de Brasília. A manifestação ocorre após o primeiro turno, em que Lula ficou atrás de Flávio Bolsonaro (PL).
Jovens da periferia e estudantes beneficiados por programas federais foram às ruas de Brasília para defender a reeleição de Lula, a educação pública e os direitos sociais, num ato que também pediu o fim da escala 6x1 e se posicionou contra privatizações.
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Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés ao centro
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As fontes concordam que milhares de pessoas, entre estudantes e apoiadores de Lula, marcharam na Esplanada dos Ministérios em 13 de outubro, defendendo o fim da escala 6x1, a educação pública, o SUS e a democracia.
Estudantes e apoiadores do presidente Lula ocuparam a Esplanada dos Ministérios, em Brasília, na terça-feira (13). O ato, convocado pelo DCE da UnB, defendeu o fim da escala 6x1, a educação pública e a democracia, na reta final do segundo turno contra Flávio Bolsonaro.
Milhares de estudantes e apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, ocuparam a Esplanada dos Ministérios, em Brasília, na terça-feira (13 de outubro de 2026). O ato começou no fim da tarde, com concentração na região da Biblioteca Nacional e do Museu Nacional da República, e seguiu em caminhada até a noite, quando os manifestantes ocuparam o gramado da Esplanada.
A cobertura de centro relatou que a mobilização foi convocada pelo Diretório Central dos Estudantes da Universidade de Brasília e teve apoio da União Nacional dos Estudantes. Os participantes defenderam o fim da escala 6x1, a democracia, a educação gratuita, o Sistema Único de Saúde e os programas sociais do governo, além de se posicionarem contra privatizações. Na cúpula do Museu Nacional da República foram projetadas as palavras Estudantes pela democracia. Também houve faixas críticas ao candidato do PL, Flávio Bolsonaro. Segundo essa cobertura, o deputado federal eleito Fabio Felix (PSOL-DF) e o deputado distrital eleito Max Maciel (PSOL) participaram, e havia bandeiras contra a governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), e a favor de Leandro Grass (PT), adversário dela no segundo turno. A Secretaria de Segurança Pública do DF informou que não faz estimativa de público.
O ato se soma a outras mobilizações da esquerda depois do primeiro turno, no qual Lula ficou atrás de Flávio Bolsonaro. A cobertura de centro registrou atos em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Salvador e no Recife nos dias anteriores, incluindo o encontro de domingo na avenida Paulista, com a presença de Lula. Na própria terça, em São Paulo, o chamado Ato da Virada reuniu Fernando Haddad, Simone Tebet e Marina Silva ao lado de jovens eleitos. Pelo relato, a estratégia do PT passa por reduzir a abstenção no segundo turno e pedir à militância que convença eleitores a mudar de voto.
Veículos de esquerda destacaram os depoimentos dos jovens. Estudantes beneficiados pelo Programa Universidade para Todos, o Prouni, agradeceram ao presidente. Ana Luiza Moraes, de 20 anos, moradora de Sobradinho, disse cursar enfermagem graças ao programa e ser a primeira da família na faculdade. Ana Clara Queiroz, de 19 anos, afirmou temer que direitos sejam retirados por ser mulher, negra e LGBT. O enquadramento é de proteção social, educação pública e defesa da democracia.
A cobertura de centro deu mais peso ao cálculo eleitoral. Situou o ato na reta final da campanha, a 12 dias do segundo turno, e lembrou que o fim da escala 6x1 é uma das apostas da campanha de Lula, com votação prevista para quarta-feira (14) no Senado. Registrou ainda que o candidato do PL anunciou que não participará do debate de televisão marcado para domingo (18), enquanto Lula confirmou presença. Veículos de direita não aparecem na cobertura disponível até aqui. Essa ausência é um ponto cego da história, e não há registro, neste conjunto de fontes, de reação do campo bolsonarista ao ato.
O que ainda não se sabe: o tamanho exato do público, já que a Secretaria de Segurança Pública do DF não faz estimativas e as fontes falam apenas em milhares de pessoas. Também não está claro se a mobilização terá efeito sobre a votação da escala 6x1 no Senado ou sobre a intenção de voto no segundo turno. Flávio Bolsonaro não apresentou justificativa oficial para a desistência do debate, e aliados, segundo o relato, avaliam os riscos eleitorais do confronto.
Eles defenderam o fim da escala 6x1 e os programas sociais do governo. Em caminhada, a multidão viu projetadas na cúpula do Museu Nacional da República as palavras "Estudantes pela democracia".

Milhares de pessoas marcharam no local, com faixas de apoio ao presidente, à democracia e críticas a Flávio Bolsonaro
