PGR pede ao STF nova notificação de Silvio Almeida por denúncia de importunação sexual
2 veículos de esquerda · 2 veículos de direita

Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
4 fontes políticas
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Como decidimos →Veículos de esquerda destacaram os relatos detalhados das denunciantes nos dois casos, enquadrando as ações da PGR e do MPF como parte de um esforço necessário de responsabilização de autoridades por violência de gênero.
Veículos de direita deram destaque ao devido processo legal e à defesa técnica dos investigados, com ênfase nos laudos médicos apresentados por Marco Buzzi e nas etapas formais que ainda faltam para qualquer conclusão sobre culpa.
Nenhum veículo de centro cobriu esta história.
Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés ao centro
Nenhum veículo de centro cobriu esta história.
Veículos com viés à direita
Nesta matéria: viés de centro.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Todos os lados reconhecem que PGR e MPF formalizaram pedidos de responsabilização contra Silvio Almeida e Marco Buzzi, que ambos os investigados negam as acusações, e que os dois processos seguem em tramitação sem desfecho definido.
A Procuradoria-Geral da República pediu ao Supremo Tribunal Federal que insista em notificar o ex-ministro dos Direitos Humanos Silvio Almeida, denunciado por importunação sexual contra a ex-ministra da Igualdade Racial Anielle Franco. Passados mais de quatro meses desde a denúncia, a Justiça de São Paulo ainda não conseguiu localizar Almeida em seus endereços conhecidos, e o STF devolveu o caso à primeira instância para uma nova tentativa. Em paralelo, o Ministério Público Federal recomendou ao Superior Tribunal de Justiça a responsabilização do ministro Marco Buzzi, também acusado de importunação sexual por duas mulheres, entre elas uma ex-colaboradora do próprio gabinete.
Os dois casos, apurados por tribunais diferentes, avançam em ritmos distintos. No caso de Almeida, a notificação formal é o passo necessário para que o processo avance ao julgamento sobre o recebimento da denúncia perante o STF, sob relatoria do ministro André Mendonça. Já o caso de Buzzi, que corre sob sigilo no STJ, tem julgamento previsto para agosto, após o recesso do Judiciário, com o subprocurador-geral José Adônis defendendo a aposentadoria compulsória do magistrado.
Veículos de esquerda, como a CartaCapital, destacaram os relatos das denunciantes com riqueza de detalhes, incluindo depoimentos de agentes da Polícia Federal sobre o estado emocional de Anielle Franco e episódios de violência com conotação sexual relatados pela ex-colaboradora de Buzzi ao longo de dois anos. Essa cobertura enquadrou os dois casos como parte de um esforço mais amplo de responsabilização de autoridades por violência de gênero, sublinhando que a PGR já identificou indícios que sustentam as acusações.
A cobertura de centro, feita pelo InfoMoney, relatou de forma procedimental as etapas judiciais, incluindo prazos, a manifestação da defesa de Almeida negando qualquer intenção de evitar a citação, e o histórico do caso desde a denúncia original em 2024. Já veículos de direita, como a Revista Oeste, deram maior espaço à defesa de Buzzi, que apresentou laudos médicos indicando disfunção erétil moderada e limitações de mobilidade como argumentos contra a viabilidade física das condutas descritas. O Ministério Público Federal rebateu tecnicamente esses laudos, afirmando que eles não afastam a possibilidade dos atos investigados.
Ainda não há data definida para a localização de Silvio Almeida nem confirmação de que a nova tentativa de notificação terá êxito. O desfecho do julgamento de Marco Buzzi no plenário do STJ, previsto para agosto, também segue incerto, assim como o andamento do inquérito criminal paralelo contra o magistrado no Supremo Tribunal Federal.
Sem notificação, processo sobre acusação de importunação sexual segue parado

Parecer mostra que há provas suficientes para responsabilização disciplinar de Marco Buzzi

O processo tramita sob a relatoria do ministro André Mendonça

A Corte avaliará as acusações em agosto, após o recesso. O caso tramita sob sigilo

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