
Augusto Cury encerra série de 6 sabatinas com dados contestados sobre bets
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A série de entrevistas com os candidatos à Presidência da República foi ao ar entre 24 e 29 de agosto de 2026 e terminou com o escritor e psiquiatra Augusto Cury, do Avante. Foram 6 sabatinas na televisão, uma por dia, com os presidenciáveis mais bem colocados na pesquisa Quaest divulgada em 14 de agosto: Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão), Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL) e Cury. Na véspera, em 28 de agosto, Cury passou por outra sabatina, de uma hora e meia, promovida por dois jornais e uma rádio. Ele defendeu o fim da vitaliciedade dos ministros do Supremo Tribunal Federal, com mandatos de oito anos e redução da Corte de 11 para nove integrantes, taxação de casas de apostas e de big techs, revisão de cerca de 50 mil cargos comissionados com substituição por inteligência artificial, ampliação do Bolsa Família e expansão da telemedicina no Sistema Único de Saúde. Sobre o 8 de janeiro de 2023, disse que convocaria uma comissão de juristas antes de opinar sobre anistia. As checagens publicadas apontaram erros em números sobre apostas, Selic e filas de consulta, e colunistas deram a ele a menor nota média entre os seis entrevistados.
Esquerda
Sem cobertura neste espectro.
Centro
A série de entrevistas com os candidatos à Presidência da República foi ao ar entre 24 e 29 de agosto de 2026 e terminou com o escritor e psiquiatra Augusto Cury, do Avante. Foram 6 sabatinas na televisão, uma por dia, com os presidenciáveis mais bem colocados na pesquisa Quaest divulgada em 14 de agosto: Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão), Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL) e Cury.
Direita
Na leitura da direita, a última sabatina da série confirmou que existe demanda eleitoral por alguém fora do confronto entre petismo e bolsonarismo, e Augusto Cury tocou nos temas certos: Estado inchado, gasto público fora de controle e um Supremo Tribunal Federal que legisla em vez de guardar a Constituição.
24 fontes políticas
Como decidimos →Ponto cego: esse lado ficou de fora.
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Veículos com viés ao centro
Nota de serviço com horário, formato e ordem das entrevistas. O apelo do título ('saiba como assistir') é comercial, mas o corpo entrega exatamente o prometido, sem enquadramento ideológico sobre os candidatos.
Perspectivas omitidas
Coluna de análise que valida o diagnóstico do candidato sobre a polarização e critica a falta de execução das propostas. Cobra rigor fiscal e decisão sobre o 8 de janeiro sem aderir a vocabulário de esquerda ou de direita; a crítica é de método, não ideológica.
Perspectivas omitidas
Falácias identificadas
Veículos com viés à direita
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Apuração sobre o salto de audiência digital do candidato, com dados de consultorias, Google Trends e resposta do marqueteiro da campanha. O ceticismo sobre a organicidade é atribuído a adversários e a especialistas, não assumido pelo texto, o que mantém o enquadramento factual apesar do viés editorial do veículo.
A série de entrevistas com os candidatos à Presidência terminou com Augusto Cury, do Avante, no estúdio. Ele defendeu mandato de oito anos para ministros do Supremo Tribunal Federal, taxação de casas de apostas e de big techs e corte de cargos comissionados. As checagens publicadas depois apontaram números errados sobre apostas, Selic e filas de consulta no Sistema Único de Saúde.
A série de entrevistas com os candidatos à Presidência da República exibida na televisão entre 24 e 29 de agosto de 2026 terminou com o escritor e psiquiatra Augusto Cury, do Avante, no estúdio. Foram 6 sabatinas, uma por dia, com os presidenciáveis mais bem colocados na pesquisa Quaest divulgada em 14 de agosto: Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão), Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL) e Cury. A ordem foi definida por sorteio, com representantes dos partidos presentes, e pela primeira vez as conversas foram ao ar depois do telejornal noturno, e não dentro dele. Na véspera, em 28 de agosto, Cury já havia passado por outra sabatina, de uma hora e meia, promovida por dois jornais e uma rádio.
A cobertura de centro, que responde por quase todo o noticiário do caso, seguiu dois eixos: o que o candidato propôs e o que os dados sustentam. Cury defendeu o fim da vitaliciedade dos ministros do Supremo Tribunal Federal, com mandatos de oito anos, e a redução da Corte de 11 para nove integrantes, sem conseguir justificar o número quando questionado. Propôs taxar pesadamente as big techs e as casas de apostas, rever os cerca de 50 mil cargos comissionados do Executivo, com corte de até 30% substituídos por inteligência artificial, criar um ministério de Inteligência Artificial e Robótica ao mesmo tempo em que reduziria o número de pastas, ampliar o Bolsa Família permitindo uma segunda renda ao beneficiário e estender a telemedicina a todas as especialidades do Sistema Único de Saúde. Sobre o 8 de janeiro de 2023 e uma eventual anistia, disse que convocaria uma comissão de juristas para avaliar se houve vícios nos processos e penas desproporcionais; só depois de insistência afirmou suspeitar que houve tentativa de golpe.
As checagens publicadas ao longo da série apontaram imprecisões. A afirmação de que as casas de apostas faturam R$ 30 bilhões por mês foi classificada como falsa: em 2025 a receita bruta do setor foi de R$ 37 bilhões, média mensal de R$ 3,08 bilhões, segundo a Secretaria de Prêmios e Apostas. A alegação de que essas empresas pagam 12% de imposto foi considerada desatualizada, porque a Lei Complementar 224/2025 elevou a alíquota para 13% em 2026, com 14% em 2027 e 15% em 2028. O dado de que cada ponto percentual da Selic custa quase R$ 100 bilhões também não se confirmou: o Banco Central estima impacto de R$ 60,6 bilhões na dívida bruta e de R$ 66,1 bilhões na dívida líquida. Outras declarações foram confirmadas, como as 116.170 decisões proferidas pelo Supremo em 2025 e os 50.124 cargos em comissão e funções de confiança no Executivo.
Não houve cobertura de veículos de esquerda no conjunto analisado, e a ausência é ela própria informativa: a discussão sobre reforma do Supremo, tributação de plataformas digitais e substituição de servidores por inteligência artificial ficou sem o contraponto que costuma vir desse campo. Já a cobertura de direita, restrita a um único veículo, deslocou o foco da entrevista para o desempenho digital do candidato, registrando que vídeos de apoio acumularam milhões de visualizações, que o número de seguidores dele em uma rede social saltou de 8,4 milhões para 10,3 milhões em dois dias e que a campanha declara ter investido apenas R$ 50 mil em impulsionamento, com o marqueteiro negando contratação de influenciadores, prática vedada pela legislação eleitoral. Nesse enquadramento, adversários comparam o fenômeno ao de um candidato que cresceu nas redes na eleição municipal de 2024 e levantam dúvidas sobre a organicidade do movimento.
Ao fim da semana, colunistas avaliaram as seis entrevistas em escala de 1 a 5. Cury recebeu média 1, a menor do grupo, atrás de Lula, com 3, Renan Santos, com 2,6, Flávio Bolsonaro, com 2,4, Zema, com 2, e Caiado, com 1,4. O critério de cada avaliador não foi divulgado.
O que ainda não se sabe é quais ministérios seriam extintos, quanto cada corte prometido economizaria e como a criação de uma pasta de inteligência artificial se concilia com a promessa de reduzir a estrutura. Também não está claro que poder teria a comissão de juristas para rever processos já julgados, nem há verificação independente sobre a origem do crescimento do candidato nas redes sociais.
Há convergência em três pontos: a série reuniu os seis candidatos mais bem colocados na pesquisa de 14 de agosto e terminou com Augusto Cury; as checagens mostraram que ele errou números sobre receita e tributação das casas de apostas, sobre o custo de cada ponto da Selic e sobre a fila de consultas no Sistema Único de Saúde; e ele evitou fechar posição sobre anistia aos condenados pelo 8 de janeiro de 2023, transferindo a análise para uma futura comissão de juristas.

Candidato do Avante foi o último presidenciável a participar da série, que também teve Romeu Zema, Ronaldo Caiado e Renan Santos

Augusto Cury será o sexto entrevistado da série da TV Globo com seis candidatos à Presidência nas eleições de 2026; g1 transmite ao vivo.

Candidato do Avante foi o último presidenciável entrevistado pelos jornais O GLOBO e Valor e a rádio CBN

Zema, Caiado, Renan Santos, Lula, Flávio Bolsonaro e Augusto Cury concederam entrevistas a Renata Vasconcellos e César Tralli entre 24 e 29 de agosto.

Candidato pelo Avante encerra série de entrevistas com presidenciáveis

Candidato à Presidência da República pelo PSD foi entrevistado, nesta terça-feira (25), pelos jornalistas Renata Vasconcellos e César Tralli

Candidato à Presidência da República pelo PSD foi entrevistado, nesta terça-feira (25), pelos jornalistas Renata Vasconcellos e César Tralli

Candidato à Presidência da República foi entrevistado nesta terça-feira (25) pelos jornalistas Renata Vasconcellos e César Tralli.

Quarto participante da sabatina O GLOBO, CBN e Valor, candidato do Avante diz que tem

Candidato à Presidência participou de sabatina promovida pelo Valor, O Globo e CBN nesta sexta-feira

A entrevista vai ao ar ao vivo, direto dos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro

De segunda a sábado, os seis postulantes ao Planalto mais bem colocados na última pesquisa Quaest foram entrevistados pelos jornalistas Renata Vasconcellos e César Tralli

A entrevista vai ao ar ao vivo, direto dos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro

Escritor, que foi o último da série de entrevistas com candidatos à presidência da República, se apresentou como alternativa à polarização, defendeu mudanças nos ministérios e a ampliação do Bolsa Família

Durante sabatina promovida por O GLOBO, CBN e Valor na última sexta-feira, dia 28, o candidato voltou a repetir que não se identifica nem com a direita nem com a esquerda

Candidato à Presidência da República foi entrevistado nesta sexta-feira (28) pelos jornalistas Renata Vasconcellos e César Tralli.
Augusto Cury, candidato do Avante à Presidência, detalhou seus planos para economia e saúde em entrevista ao vivo conduzida por Renata Vasconcellos e César Tralli.

A entrevista vai ao ar ao vivo, direto dos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro

Confira as propostas de Augusto Cury para digitalizar o setor público e treinar jovens em IA. Leia mais e saiba como ele planeja modernizar o Brasil.

De segunda a sábado, os seis postulantes ao Planalto mais bem colocados na última pesquisa Quaest foram entrevistados pelos jornalistas Renata Vasconcellos e César Tralli

Candidato à Presidência da República pelo Missão foi entrevistado, nesta quarta-feira (26)

Candidato à Presidência pelo Avante foi entrevistado nesta sexta-feira (28)

Campanha do Avante afirma que movimento é orgânico, nega envolvimento de Pablo Marçal e projeta nova onda após sabatina da TV Globo

Candidato do Avante estará no estúdio do jornal nesta sexta-feira, a partir das 10h30; conversa de uma hora e meia estará disponível na rádio, nos sites dos veículos e no Youtube
Perspectivas omitidas



