Segundo turno de 25 de outubro terá plebiscitos e eleições suplementares
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A cobertura de esquerda trata o calendário como exercício de participação popular: plebiscitos e eleições suplementares ampliam a voz do eleitor local em decisões que afetam seu território.
O segundo turno das eleições de 2026, em 25 de outubro, terá cenário diferente em algumas cidades, com eleições suplementares para prefeito e plebiscitos sobre limites territoriais.
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2 fontes políticas
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Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
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Esquerda e centro reportam os mesmos fatos: eleições suplementares e plebiscitos em 25 de outubro, com as mesmas regras de urna e os mesmos confrontos para governador. Não há cobertura de direita para comparar.
O segundo turno de 25 de outubro terá votação diferente em algumas cidades: eleições suplementares para prefeito em seis estados e plebiscitos sobre limites territoriais em Mato Grosso e Paraná. Veja as regras da urna e os confrontos para governador.
O segundo turno das eleições de 2026, marcado para o dia 25 de outubro, terá um cenário diferente em algumas cidades do país. Além das disputas já previstas, haverá eleições suplementares para prefeito e plebiscitos para ouvir a opinião popular sobre limites territoriais.
A cobertura de centro relatou que as eleições suplementares ocorrerão em cidades do Paraná, do Rio Grande do Sul, do Rio de Janeiro, de São Paulo, de Sergipe e do Tocantins. Em Arroio do Sal (RS), Santana do Itararé (PR), Porto da Folha (SE), Macedônia (SP), Martinópolis (SP) e Narandiba (SP), o eleitor votará para prefeito e para presidente da República, com dois números em cada cargo. Em Itaguaí (RJ) e Goiatins (TO), o voto será em três cargos, nesta ordem: governador, presidente e prefeito.
Os plebiscitos serão realizados em quatro cidades de Mato Grosso e duas do Paraná. Em Mato Grosso, eleitores de Poxoréu e Primavera do Leste decidem sobre a transferência do distrito de Nova Poxoréu para o município vizinho. Também se discute a incorporação a Cotriguaçu das chamadas Ilhas de Ocupação do Projeto de Assentamento Nova Cotriguaçu, hoje pertencentes a Colniza. No Paraná, Chopinzinho e São João consultarão a população sobre o desmembramento da Comunidade do Alto Mirim, que passaria de Chopinzinho para São João.
Na urna eletrônica, os eleitores registrarão primeiro o voto para presidente e depois responderão ao plebiscito, com Sim (número 1) ou Não (número 2). O Tribunal Superior Eleitoral informou que as propostas serão aprovadas ou rejeitadas por maioria simples dos votos válidos, e que votos em branco e nulos não entram no cálculo.
O segundo turno também define governadores em cinco estados e no Distrito Federal. No Acre, disputam Mailza Assis (Progressistas) e Alan Rick (Republicanos). No Amazonas, Omar Aziz (PSD) e Professora Maria do Carmo (PL). No Distrito Federal, Celina Leão (Progressistas) e Leandro Grass (PT). No Espírito Santo, Lorenzo Pazolini (Republicanos) e Ricardo Ferraço (MDB). No Rio Grande do Norte, Allyson (União) e Cadu de Lula (PT). No Tocantins, Professora Dorinha (União) e Vicentinho Júnior (PSDB). A votação será das 8h às 17h, no horário de Brasília, inclusive nas cidades com fuso diferente, e quem esteve apto no primeiro turno e não compareceu pode votar normalmente.
Veículos de esquerda abordaram o tema pelo mesmo ângulo informativo, sem acrescentar interpretação própria, e deram destaque ao caráter de consulta popular dos plebiscitos, que ouvem a população antes de a mudança ser implementada. Até o momento, nenhum veículo de direita cobriu o assunto, de modo que não há enquadramento desse lado para comparar.
O que ainda não se sabe: as matérias não explicam por que as eleições suplementares foram convocadas nem quantos eleitores serão chamados às urnas em cada cidade. Também não há informação sobre o efeito prático dos plebiscitos sobre a divisão territorial caso as propostas sejam aprovadas.

No mesmo dia, 25 de outubro, Mato Grosso e Paraná terão quatro cidades com plebiscitos