Jair Renan Bolsonaro tem abono de falta negado pela Câmara de Balneário Camboriú
1 veículo de esquerda · 2 veículos de centro
%2Fhttps%3A%2F%2Fi.s3.glbimg.com%2Fv1%2FAUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8%2Finternal_photos%2Fbs%2F2026%2Fj%2Fl%2FbHYFNwR0ugpq2BBLRxQw%2Farte-2026-09-22t175740.659.png&w=1920&q=72&output=webp)
Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.
3 veículos
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Nenhum veículo de direita cobriu esta história.
A Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú rejeitou o pedido de Jair Renan Bolsonaro (PL) para abonar uma falta. Candidato a deputado federal, ele disse que visita o pai preso em Brasília. O colega Marcelo Achutti (MDB) o criticou por ter recebido R$ 3 milhões do Fundo Eleitoral.
A Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú, em Santa Catarina, rejeitou nesta terça-feira, 22 de setembro, o pedido do vereador Jair Renan Bolsonaro, do Partido Liberal, para abonar uma falta. Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro e candidato a deputado federal por Santa Catarina, ele alegou motivo de ordem pessoal. Segundo a cobertura de centro, o requerimento caiu por 10 votos a 5, com uma abstenção.
Pelo Regimento Interno da Câmara, falta não justificada gera desconto proporcional à sessão perdida. A regra admite exceção por motivo justificado, desde que o plenário aprove por maioria absoluta. O salário de um vereador na cidade é de cerca de 18,2 mil reais por mês.
A votação provocou bate-boca. O vereador Marcelo Achutti, do Movimento Democrático Brasileiro, criticou o colega por pedir o abono em plena campanha. Disse que ele recebeu 3 milhões de reais do Fundo Eleitoral e ainda queria que a Casa abonasse a falta. Achutti, que se declarou de direita, contou que, quando foi candidato, se licenciou e deu a vaga ao suplente. No fim da sessão, Jair Renan respondeu que falta às quartas-feiras para visitar o pai, preso em Brasília, a quem chamou de preso político. Afirmou ainda que usa o fundo eleitoral para a campanha e devolve o que sobrar.
Veículos de esquerda destacaram que o vereador faltou a três sessões desde o início da campanha eleitoral, em 16 de agosto, e que já havia sofrido desconto de 4,5 mil reais no salário. Também lembraram que, em julho, o presidente da Comissão de Segurança Pública, Eduardo Zanatta, do Partido dos Trabalhadores, pediu que ele deixasse o colegiado por excesso de faltas. Das 12 reuniões realizadas entre janeiro e junho, Jair Renan compareceu a três.
A cobertura de centro trouxe números diferentes para o desconto. Segundo ela, a falta na sessão de 16 de setembro vai gerar um abatimento de 2,2 mil reais. A mesma cobertura acrescentou contexto sobre o mandato: quatro projetos de lei aprovados em um ano e meio, nenhum colocado em prática, um deles copiado de proposta da Câmara Municipal de São Paulo sem crédito à autora. Registrou também que a ação penal em que ele respondia por lavagem de dinheiro e falsificação de documentos foi trancada pelo Superior Tribunal de Justiça em fevereiro. Outra parte da cobertura de centro deu mais espaço à fala integral de Jair Renan, que acusou o Supremo Tribunal Federal e o governo federal de perseguirem o pai.
Veículos de direita não publicaram cobertura própria do episódio até o momento. A crítica mais dura ao vereador partiu justamente de um colega que se apresenta como de direita.
Ainda não se sabe qual é o valor exato do desconto, já que as coberturas divergem entre 2,2 mil e 4,5 mil reais. A defesa do ex-presidente não confirmou que o filho esteve com ele na quarta-feira em que faltou à sessão. Também não há sinal de que Jair Renan pretenda se licenciar do mandato até o fim da campanha.
O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) faltou em três sessões da Casa desde o início da campanha eleitoral

Vereador afirmou que faltou por

Candidato a deputado federal, filho de Bolsonaro argumentou que perdeu sessão porque estava visitando o pai, em Brasília

A Câmara de Vereadores de Balneário Camboriú (SC) rejeitou por 10 votos a 5, com uma abstenção, o pedido de Jair Renan Bolsonaro (PL) para abonar uma falta. Candidato a deputado federal, ele alegou motivo pessoal e disse que visita o pai, Jair Bolsonaro, preso em Brasília. O vereador Marcelo Achutti (MDB) o criticou por pedir o abono depois de receber R$ 3 milhões do Fundo Eleitoral.
Veículos deste lado: Correio Braziliense e O Globo
Veículos de esquerda destacam que o filho do ex-presidente, em campanha a deputado federal com recursos do Fundo Eleitoral, tentou evitar desconto no salário pago pelo município, e que a Câmara de Balneário Camboriú recusou. A cobertura sublinha o histórico de ausências no plenário e nas comissões e a cobrança por compromisso com o mandato.
Veículos deste lado: CartaCapital
Nenhum veículo de direita cobriu esta história.