Alexandre de Moraes libera grupo de 13 pessoas para orar com Bolsonaro
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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, autorizou a retomada das visitas de um grupo de oração ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar, depois de encerrado o período de suspensão.
A cobertura de direita destaca que o Supremo Tribunal Federal restabeleceu o direito de o ex-presidente receber um grupo religioso, após cumprir a restrição imposta em julho.
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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, autorizou um grupo de 13 pessoas a retomar as visitas de oração ao ex-presidente Jair Bolsonaro, em prisão domiciliar. Os encontros serão às quartas-feiras, às 19h30, na casa dele em Brasília.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, autorizou a retomada das visitas de um grupo de oração ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar humanitária em Brasília. A decisão foi assinada no sábado, 24 de outubro, depois de pedido apresentado pela defesa. O grupo é formado por 13 pessoas e poderá se reunir com Bolsonaro às quartas-feiras, às 19h30, na residência dele.
Segundo Moraes, o período de suspensão das visitas já havia terminado em 11 de outubro. A restrição foi determinada em julho, por 30 dias, depois que o senador Flávio Bolsonaro publicou nas redes sociais uma carta escrita pelo pai. O ministro entendeu que a divulgação violou a proibição imposta ao ex-presidente de usar redes sociais, inclusive por intermédio de terceiros. Na ocasião, Moraes também proibiu Bolsonaro de receber visitas com finalidade político-eleitoral até o fim das eleições de outubro e de divulgar manifestações eleitorais por terceiros.
Na nova decisão, o ministro ressaltou que os encontros devem respeitar as medidas de segurança e as demais determinações judiciais em vigor. A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal e o Núcleo de Custódia da Polícia Militar deverão ser comunicados para adotar as providências necessárias.
A cobertura de centro relatou os fatos de forma direta e deu mais contexto ao histórico da suspensão e às proibições anteriores de natureza eleitoral. Informou ainda que a defesa pediu a autorização para que os encontros voltassem a ocorrer semanalmente, exclusivamente para as reuniões de oração e sob as condições de fiscalização e segurança já impostas pela Justiça.
Veículos de direita deram o mesmo relato, centrado na autorização em si e no fim do período de suspensão, sem acrescentar novas fontes. Apresentaram a decisão como a volta de encontros religiosos na casa do ex-presidente, mantidas as exigências de segurança. Até o momento, nenhum veículo de esquerda cobriu o caso, de modo que não há enquadramento desse campo para comparar.
Há um pequeno desencontro nos relatos sobre o dia em que a defesa fez o pedido: a cobertura de direita fala em sexta-feira, e a de centro, em quinta-feira, 23 de outubro. Também não foi detalhado quais são os integrantes do grupo nem se haverá fiscalização específica de cada reunião, além da comunicação às forças de segurança. Segue em aberto se novas restrições poderão ser aplicadas caso haja outro descumprimento das condições da prisão domiciliar.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a retomada das visitas de um grupo de oração

Grupo formado por 13 pessoas poderá visitar o ex-presidente às 19h30 das quartas-feiras; ministro afirmou que período de suspensão das visitas já terminou
