Ronaldo Caiado, Augusto Cury, PL e União Brasil aceitam o quarto mandato de Lula

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Toda a cobertura sobre Renan Santos no Fuja da Bolha: esquerda, centro e direita lado a lado. 52 histórias agregadas até agora.
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Renan Santos é o candidato do partido Missão à Presidência da República na eleição de 2026 e um dos fundadores do Movimento Brasil Livre (MBL). Estreante em disputas eleitorais, ele construiu a campanha com discurso antissistema, atacando tanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva quanto o senador Flávio Bolsonaro, a quem descartou apoiar num eventual segundo turno.
A candidatura ficou marcada por uma sequência de embates na Justiça. Em 30 de agosto, o ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral, suspendeu parte da campanha digital dele por causa da comunicação tardia de 16 perfis de redes sociais, e revogou as restrições dias depois. Em setembro, em meio à crise aberta pelas mensagens entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, Renan Santos disse que não cumpriria decisões de Moraes se eleito e defendeu discutir uma nova Constituição. Também acionou o TSE contra perfis estrangeiros que impulsionaram Flávio Bolsonaro, teve planos de previdência bloqueados pela Justiça do Trabalho e travou uma disputa judicial para entrar no último debate antes do primeiro turno, que acabou cancelado.
Na véspera da votação de 4 de outubro, as pesquisas o mostravam entre 3% e 4,6% dos votos válidos. A cobertura se divide sobre como ler esses episódios: veículos de direita tendem a enquadrá-los como excesso do Judiciário contra um candidato, e veículos de esquerda tendem a tratá-los como aplicação de regras e a destacar o tom de confronto institucional das propostas dele.
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