
AtlasIntel e Nexus: Lula lidera 1º turno com 43,4% e 39% sobre Flávio Bolsonaro
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Duas pesquisas de intenção de voto para a eleição presidencial de 2026 foram divulgadas em 31 de agosto e mostram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança do primeiro turno. A AtlasIntel registra Lula com 43,4% e o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 33,7%; o levantamento do instituto Nexus, contratado pelo banco BTG Pactual, aponta 39% para o presidente e 33% para o senador. Nos cenários de segundo turno, a AtlasIntel dá 47,1% a Lula contra 42,6% de Flávio Bolsonaro, enquanto o Nexus mostra 46% a 45%, dentro da margem de erro. Os dois institutos apontam o escritor Augusto Cury (Avante) como o nome que mais cresceu na rodada, e ambos registram recuo simultâneo dos dois primeiros colocados.
Esquerda
As duas pesquisas divulgadas em 31 de agosto confirmam a vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa de 2026, em primeiro e em segundo turno, e mostram uma base eleitoral concentrada exatamente entre quem mais depende de política pública.
Centro
Duas pesquisas de intenção de voto para a eleição presidencial de 2026 foram divulgadas em 31 de agosto e mostram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança do primeiro turno. A AtlasIntel registra Lula com 43,4% e o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 33,7%; o levantamento do instituto Nexus, contratado pelo banco BTG Pactual, aponta 39% para o presidente e 33% para o senador.
Direita
As duas pesquisas divulgadas em 31 de agosto mostram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente, mas com margem em erosão e sob desgaste de avaliação. Na AtlasIntel, a vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno caiu de 6,3 para 4,5 pontos desde julho; no levantamento do instituto Nexus, a diferença é de apenas 1 ponto, dentro da margem de erro.
10 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
O corpo é factual e reproduz corretamente os cinco cenários de segundo turno, mas a seleção editorial é favorável ao presidente: o texto se organiza inteiramente em torno de 'Lula lidera todos os cenários' e omite a queda da vantagem e os dados de rejeição e avaliação do governo presentes na mesma pesquisa.
Perspectivas omitidas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial esquerda.
Apesar do veículo de origem e do título centrado na liderança do presidente, o corpo é o mais completo do bloco de esquerda: informa que a vantagem caiu de 6,3 para 4,5 pontos, apresenta todos os cenários, a lista completa de primeiro turno e a tabela de rejeição, incluindo os 52% do próprio Lula. O conjunto sustenta classificação factual.
Perspectivas omitidas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial esquerda.
Reportagem de dados: apresenta os dois cenários estimulados, o voto espontâneo, a série histórica das doze rodadas, os quatro confrontos de segundo turno e cruzamentos por gênero, idade, escolaridade, religião e renda, sempre com linguagem descritiva. Registra que Lula recuou de 41% para 39% sem atenuar. Divergência a apontar: informa que Cury tinha 5% na rodada anterior, enquanto outras coberturas da mesma pesquisa citam 2%.
Perspectivas omitidas
O texto reconhece o empate técnico no segundo turno, o que é honesto, mas contém um erro aritmético que atenua o desempenho do adversário: afirma queda de um ponto para Flávio Bolsonaro quando os próprios dados citados vão de 37% para 33%, ou seja, quatro pontos. Acrescenta ainda a condenação e a inelegibilidade de Pablo Marçal como contexto, ângulo ausente das demais coberturas do mesmo levantamento.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés ao centro
Texto de agência: lista todos os candidatos com seus percentuais, registra a queda simultânea dos dois primeiros colocados e destaca o crescimento de Augusto Cury sem vocabulário valorativo. Metodologia e registro no TSE informados no fim.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Os números são corretos, mas o enquadramento é de encolhimento: o título e o lead organizam a matéria em torno da queda da vantagem do presidente, e o texto dá destaque ao bloco em que Flávio Bolsonaro aparece à frente em criminalidade, impostos e equilíbrio fiscal, temas caros à agenda de responsabilidade fiscal e ordem. A seleção do ângulo, não o dado, define o viés.
Perspectivas omitidas
Duas pesquisas divulgadas em 31 de agosto de 2026 colocam Lula à frente de Flávio Bolsonaro no primeiro turno, mas discordam sobre o tamanho da vantagem no segundo. Augusto Cury é o nome que mais cresce nas duas medições, enquanto a avaliação negativa do governo chega a 52,9%. Compare o que cada lado do espectro escolheu destacar.
Duas pesquisas de intenção de voto para a eleição presidencial de 2026 foram divulgadas na segunda-feira, 31 de agosto, e apontam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança tanto no primeiro quanto no segundo turno. O levantamento da AtlasIntel registra Lula com 43,4% das intenções de voto no primeiro turno, contra 33,7% do senador Flávio Bolsonaro (PL). A pesquisa do instituto Nexus, contratada pelo banco BTG Pactual, mostra o presidente com 39% e o senador com 33%.
Nos cenários de segundo turno, os dois institutos divergem na largura da vantagem. A AtlasIntel aponta 47,1% para Lula contra 42,6% para Flávio Bolsonaro, diferença de 4,5 pontos percentuais. O Nexus mede 46% a 45%, resultado dentro da margem de erro de dois pontos e, portanto, empate técnico. A AtlasIntel testou ainda quatro outros confrontos: Lula tem 46,6% contra 41% de Ronaldo Caiado (PSD), 47% contra 40,7% de Romeu Zema (Novo), 47,5% contra 26% de Renan Santos (Missão) e 46,8% contra 44,1% do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está inelegível.
Há convergência entre todas as coberturas em três pontos. O primeiro é o movimento do escritor Augusto Cury (Avante), o nome que mais cresceu nas duas medições: chegou a 7,8% na AtlasIntel e a 11% no Nexus, assumindo a terceira posição. O segundo é o recuo simultâneo dos dois primeiros colocados: Lula caiu 1,6 ponto na AtlasIntel e 2 pontos no Nexus, enquanto Flávio Bolsonaro perdeu 2,3 pontos e 4 pontos, respectivamente. O terceiro é a ficha técnica. A AtlasIntel ouviu 5.014 eleitores entre 25 e 30 de agosto por recrutamento digital aleatório, com margem de erro de 1 ponto e registro BR-07972/2026 no Tribunal Superior Eleitoral. O Nexus entrevistou 2.005 eleitores por telefone entre 28 e 30 de agosto, com margem de erro de 2 pontos e registro BR-08900/2026. As duas rodadas são as primeiras concluídas depois do início do horário eleitoral e das sabatinas televisivas com os candidatos.
A divergência está no ângulo. Veículos de esquerda organizaram a cobertura em torno da liderança do presidente em todos os cenários testados e destacaram os cruzamentos de renda, escolaridade e região: Lula com 52,4% no Nordeste, 47,5% entre eleitores com ensino fundamental e, no recorte de segundo turno do Nexus, 65% entre quem recebe até um salário mínimo. A cobertura de centro apresentou as duas pesquisas lado a lado, com a lista completa de candidatos, a série de rodadas anteriores e a metodologia declarada, incluindo o custo de R$ 75.000 do levantamento da AtlasIntel, pago com recursos próprios do instituto. Veículos de direita enfatizaram a erosão da margem: a vantagem de Lula no segundo turno caiu de 6,3 para 4,5 pontos desde julho, a desaprovação da gestão chegou a 52,9% e 51,1% classificam o governo como ruim ou péssimo. Essa cobertura também deu relevo aos temas em que o senador aparece à frente na confiança dos entrevistados, como criminalidade e tráfico de drogas, impostos e carga tributária e equilíbrio fiscal.
Os dados de rejeição matizam os dois enquadramentos. Na AtlasIntel, Flávio Bolsonaro é rejeitado por 52,7% e Lula por 52%, diferença menor que a margem de erro. Augusto Cury tem a menor rejeição do conjunto, 18,5%, o que ajuda a explicar seu espaço de crescimento. Perguntados sobre qual resultado causaria mais preocupação, 46,4% citaram a reeleição de Lula e 45,5%, a eleição de Flávio Bolsonaro, também dentro do empate estatístico.
O que ainda não se sabe é relevante. Nenhuma das coberturas informa quem contratou o levantamento da AtlasIntel, e o próprio material distribuído omite o dado. Há divergência entre as coberturas sobre a base de comparação de Augusto Cury no levantamento do Nexus: parte dos textos afirma que ele saiu de 2% e parte, de 5%, o que muda a leitura do tamanho do salto. Também não há explicação metodológica para a diferença entre os dois institutos no segundo turno, de 4,5 pontos contra 1 ponto, embora usem coleta e amostras distintas. E não se sabe se o crescimento de Cury é fenômeno de rodada ou tendência consolidada, já que a série que o inclui é curta.

Pesquisa Atlas/Bloomberg aponta Lula com 47,1% contra 42,6% de Flávio Bolsonaro em simulação de segundo turno para 2026.

Pesquisa Atlas/Bloomberg mostra presidente com 43,4%, seguido por Flávio Bolsonaro, com 33,7%; Cury chega a 7,8% e empata com Renan Santos

Augusto Cury é quem mais cresce em 1º turno e aparece com 11% das intenções de voto, aponta pesquisa Nexus

Presidente registra 47,1% contra 42,6% de Flávio Bolsonaro e abre 9,7 pontos sobre o senador do PL no primeiro turno

Na 12ª rodada da Pesquisa BTG/Nexus, Lula tem 39% e Flávio 33% no 1º turno; no 2º, presidente marca 46% contra 45% do senador

Presidente lidera contra Flávio, Caiado, Zema e Renan Santos nos quatro cenários considerados de segundo turno

A diferença entre o petista e o senador é de 9,7 pontos percentuais. Cury cresce e empata com Renan Santos

Levantamento da AtlasIntel ouviu 5.014 eleitores em todo o território nacional, de 25 a 30 de agosto; margem de erro é de 1 ponto
Augusto Cury é quem mais cresce em 1º turno e aparece com 11% das intenções de voto, aponta pesquisa Nexus

Pesquisa BTG/Nexus dá 39% a Lula e 33% a Flávio Bolsonaro no primeiro turno e indica empate técnico no segundo turno.
Relato neutro dos dois cenários estimulados, com percentuais de todos os concorrentes e das variações desde a rodada anterior. Contextualiza o momento do campo (após as sabatinas televisivas e o início do horário eleitoral) sem atribuir causalidade.
Perspectivas omitidas
Formato de boletim de dados: cinco cenários de segundo turno em lista, o cenário de primeiro turno completo, a tabela de rejeição e a avaliação de governo, com ficha técnica detalhada que inclui custo de R$ 75.000 e financiamento com recursos próprios. Nenhum vocabulário valorativo; o mais neutro do cluster.
Perspectivas omitidas
Conteúdo idêntico ao da versão principal da mesma redação: percentuais de todos os candidatos nos dois cenários estimulados, variação frente à rodada anterior e ficha técnica. Neutro, sem enquadramento ideológico.
Perspectivas omitidas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Reportagem descritiva e simétrica: apresenta a lista completa do primeiro turno, cruzamentos por gênero, idade, escolaridade, renda, região, religião, identificação política e voto em 2022, além da tabela de rejeição com os dois primeiros colocados praticamente empatados. Linguagem sem carga valorativa apesar do veículo de origem.
Perspectivas omitidas
Falácias identificadas
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