Quaest aponta empate técnico no Pará: Dr. Daniel 28% e Hana Ghassan 27%
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Pesquisa do instituto Quaest para o governo do Pará, divulgada em 29 de agosto de 2026 e registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo PA-07718/2026, mostra empate técnico entre o ex-prefeito de Ananindeua, Dr. Daniel Santos, do Podemos, com 28%, e a governadora Hana Ghassan, do MDB, com 27%. Foram ouvidos 804 eleitores de 16 anos ou mais entre 25 e 28 de agosto, com margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. Em simulação de segundo turno, os dois aparecem com 36% cada. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro.
Esquerda
Sem cobertura neste espectro.
Centro
Pesquisa do instituto Quaest para o governo do Pará, divulgada em 29 de agosto de 2026 e registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo PA-07718/2026, mostra empate técnico entre o ex-prefeito de Ananindeua, Dr.
Direita
Uma governadora no exercício do cargo empatada tecnicamente com um ex-prefeito é sinal de desgaste da máquina estadual. Hana Ghassan, do MDB, tem 27% contra 28% de Dr. Daniel Santos, do Podemos, apesar de 51% de aprovação do governo que herdou de Helder Barbalho, e a simulação de segundo turno termina em 36% a 36%.
2 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
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Veículos com viés ao centro
Texto de dados: apresenta estimulada, espontânea, simulação de segundo turno, rejeição, aprovação do governo, principal problema do estado e efeito do apoio de Lula e de Flávio Bolsonaro, sempre em números brutos e sem adjetivação. Registra correção explícita do percentual de desconhecimento de Hana Ghassan, de 4% para 43%, o que reforça o padrão factual. Sem vocabulário valorativo em nenhuma direção ideológica.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Apesar do veículo ter perfil editorial à direita, o corpo é factual e nomeia corretamente o empate técnico, algo que a cobertura mais longa não faz de forma explícita. A escolha de recorte, porém, privilegia o duelo de topo e a disputa pelo Senado e descarta os dados de aprovação e de alinhamento político, o que estreita o quadro sem inverter o sentido dos números. Não há vocabulário ideológico carregado, por isso CENTER com confiança moderada.
A disputa pelo governo do Pará chega ao fim de agosto sem favorito claro. O levantamento Quaest, registrado no TSE sob o protocolo PA-07718/2026, coloca o ex-prefeito de Ananindeua, Dr. Daniel Santos, com 28%, e a governadora Hana Ghassan com 27%, diferença dentro da margem de erro de três pontos. Os indecisos somam 29% e a eleição está marcada para 4 de outubro.
A disputa pelo governo do Pará chega ao fim de agosto sem favorito. Pesquisa do instituto Quaest divulgada no sábado, 29, e registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo PA-07718/2026, aponta o ex-prefeito de Ananindeua, Dr. Daniel Santos, do Podemos, com 28% das intenções de voto, e a governadora Hana Ghassan, do MDB, com 27%. A diferença de um ponto percentual está dentro da margem de erro do levantamento, de três pontos para mais ou para menos, o que caracteriza empate técnico e impede afirmar quem lidera. Foram ouvidos 804 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 25 e 28 de agosto, com nível de confiança de 95%. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro.
Atrás dos dois primeiros colocados, o cenário estimulado registra Gal Leite, da Unidade Popular, Well Macedo, do PSTU, e Araceli Lemos, do PSOL, com 2% cada, e José Moita, do Democrata, com 1%. Indecisos somam 29% e brancos, nulos ou quem afirma que não vai votar somam 9%. Na pesquisa espontânea, em que os nomes não são apresentados ao entrevistado, Dr. Daniel Santos marca 14% e Hana Ghassan, 12%, com 69% de indecisos, medida que costuma refletir o grau de fixação dos nomes no eleitorado. A simulação de segundo turno termina empatada em 36% a 36%. Para 58% dos entrevistados a escolha já é definitiva, enquanto 41% dizem que ainda podem mudar de opinião.
A cobertura de centro apresentou o levantamento em toda a sua extensão, incluindo os blocos que não tratam diretamente da corrida ao Palácio. Nesses dados, o governo de Hana Ghassan é aprovado por 51% dos entrevistados e desaprovado por 22%; a saúde é apontada como principal problema do estado por 35%, seguida por violência, com 12%, e infraestrutura, com 10%; e 53% consideram que o ex-governador Helder Barbalho merece eleger um sucessor. Essa cobertura também registrou correção pública de um número inicialmente divulgado de forma errada, o percentual de eleitores que não conhecem a governadora, que é de 43%, e não de 4%.
Veículos de direita concentraram a leitura no empate técnico e no contraste entre a governadora no exercício do cargo e o ex-prefeito que a alcança nas pesquisas, e estenderam a análise à disputa pelo Senado, em que Helder Barbalho aparece com 23% e a segunda vaga é disputada por Éder Mauro, do PL, com 14%, e Zequinha Marinho, do Podemos, com 11%. Esse recorte deixou de fora os dados de aprovação do governo estadual e o peso declarado dos apoios nacionais. Até o fechamento desta análise, veículos de esquerda não haviam publicado o levantamento, de modo que o ângulo que costuma organizar essa cobertura, a saúde como problema mais citado e o alto desconhecimento dos candidatos entre o eleitorado, não apareceu no noticiário com esse enquadramento.
Os números sobre alinhamento político mostram um eleitorado dividido em três blocos de tamanho parecido: 34% preferem um governador aliado de Lula, 29% um aliado de Flávio Bolsonaro e 31% um governador independente. O apoio do presidente aumenta a chance de voto para 27% e diminui para 30%; o de Flávio Bolsonaro aumenta para 25% e diminui para 31%. Em ambos os casos, a maior fatia diz que o apoio não muda nada.
O que ainda não se sabe é como esse quadro se move. Não há série histórica divulgada nas matérias que permita comparar o resultado com levantamentos anteriores do mesmo instituto, nem pesquisa de outro instituto no mesmo período para confronto. Também não estão detalhados o recorte regional da amostra, que pesa num estado onde a região metropolitana de Belém convive com municípios distantes, nem a reação das campanhas aos números. Com 29% de indecisos, 43% dos eleitores dizendo não conhecer a governadora e 44% dizendo o mesmo do ex-prefeito, resta em aberto quanto do resultado de outubro será decidido nas próximas semanas de campanha.
As duas coberturas tratam o resultado como empate técnico: a diferença de um ponto entre Dr. Daniel Santos, com 28%, e Hana Ghassan, com 27%, cabe dentro da margem de erro de três pontos. Ambas registram a mesma metodologia, com 804 entrevistados entre 25 e 28 de agosto e registro no TSE, e reconhecem que os demais candidatos estão muito distantes do topo da disputa.

Pesquisa divulgada neste sábado (29) foi encomendada pela TV Liberal. Margem de erro é de três pontos percentuais.
Os dois candidatos estão tecnicamente empatados na disputa ao governo do Estado
Perspectivas omitidas
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