Renan Santos tem vaga negada no TSE e garantida no STF, e debate é cancelado
2 veículos de esquerda · 20 veículos de centro · 9 veículos de direita

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Renan Santos, candidato do partido Missão à Presidência, travou em menos de 24 horas uma disputa judicial para entrar no último debate antes do primeiro turno, na TV Globo. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Kassio Nunes Marques, e a ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal, negaram os pedidos; Gilmar Mendes, decano do STF, garantiu a vaga. Com essa decisão e a da ministra Estela Aranha, que proibiu o púlpito vazio de Lula, a emissora cancelou o debate.
A cobertura à esquerda tratou as tentativas de Renan Santos de forçar a entrada no debate como uma sequência de derrotas: o Tribunal Superior Eleitoral e a ministra Cármen Lúcia rejeitaram o pedido, e a alegação do Missão de manipulação do pleito não foi acolhida.
Veículos de direita enfatizaram que a liminar de Gilmar Mendes ultrapassou os critérios da lei ao obrigar uma emissora privada a incluir um candidato que não tinha vaga garantida nem convite, usando um processo sobre outro tema.
31 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: viés de centro.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés ao centro
Análise não disponível para esta matéria.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Nesta matéria: viés de centro.
Nesta matéria: viés de centro.
Renan Santos, candidato do Missão, recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral e ao Supremo Tribunal Federal para entrar no último debate antes do primeiro turno. Kassio Nunes Marques e Cármen Lúcia negaram o pedido, Gilmar Mendes garantiu a vaga e, com o veto de Estela Aranha ao púlpito vazio de Lula, a emissora cancelou o debate.
O último debate presidencial antes do primeiro turno, marcado para a noite de quinta-feira, 1º de outubro, na TV Globo, foi cancelado depois de uma sequência de decisões judiciais tomadas em menos de 24 horas. No centro da disputa estava Renan Santos, candidato do partido Missão à Presidência, que tentou garantir na Justiça a vaga aberta pela ausência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que preferiu dar entrevista a um podcast no mesmo horário.
O Missão tem um único deputado federal, Kim Kataguiri, e não alcança o mínimo de cinco parlamentares no Congresso Nacional que a Lei das Eleições exige para a presença obrigatória em debates. A ata do encontro previa que, em caso de desistência, a emissora poderia, a seu exclusivo critério, convidar o candidato mais bem colocado na pesquisa Quaest de 28 de setembro entre os que não tinham vaga garantida. Renan tinha 3% nesse levantamento.
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, o TSE, ministro Kassio Nunes Marques, negou o pedido. Ele reconheceu que Renan preenchia o critério da ata, mas entendeu que a regra dava à emissora uma faculdade, não uma obrigação. A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal, o STF, rejeitou em seguida a arguição de descumprimento de preceito fundamental apresentada pelo Missão, por considerar o instrumento inadequado e a matéria de competência da Justiça Eleitoral.
Horas antes do programa, o ministro Gilmar Mendes, decano do STF, atendeu a um pedido do Solidariedade e determinou a inclusão de Renan, com as mesmas condições de tempo e perguntas dos demais. Ele apontou uma legítima expectativa criada por entrevistas e sabatinas anteriores e comparou o caso ao de Romeu Zema, do Novo, admitido no debate com 1% na mesma pesquisa. No mesmo dia, a ministra Estela Aranha, do TSE, atendendo a pedido do PT, proibiu a exibição do púlpito vazio de Lula. Flávio Bolsonaro, do PL, desistiu de comparecer, e a emissora cancelou o debate alegando insegurança jurídica e interferência indevida na liberdade de organizar debates.
As coberturas divergiram no enfoque. Veículos de esquerda destacaram as derrotas sucessivas de Renan antes da reviravolta e trataram a ofensiva no Supremo como um apelo fracassado. A cobertura de centro concentrou-se na cronologia das decisões, nos fundamentos jurídicos de cada ministro e na tensão entre alas do STF e do TSE. Veículos de direita enfatizaram as críticas de juristas à liminar de Gilmar Mendes, que teria ido além da lei e sido concedida num processo sobre outro tema, e deram espaço aos ataques de Renan a Nunes Marques.
Depois do cancelamento, Ronaldo Caiado, do PSD, que já estava no estúdio, acusou o Judiciário de destruir o processo eleitoral e responsabilizou Lula. Renan convidou Flávio Bolsonaro para um debate num bar.
Ainda não se sabe como o pedido de Renan, convertido em reclamação autônoma no STF, será julgado no mérito. Também não está claro se as decisões terão reflexo na organização de debates estaduais e municipais.
Candidato do Missão afirma que desistência do senador se deu diante da possibilidade de enfrentá-lo. Leia no Poder360.

Ministra Estela Aranha, do TSE, vetou o uso de um púlpito vazio para marcar a ausência de Lula, e Gilmar Mendes, do STF, determinou a participação de Renan dos Santos. Após Flávio Bolsonaro desistir do debate, a emissora anunciou o cancelamento. Trump diz que “acompanha com atenção” a eleição no Brasil, enquanto Abin alerta para interferência estrangeira. Entidades médicas pedem que Anvisa proíba implantes hormonais manipulados no país. Google lança novo modelo do Gemini com foco em segurança di
O programa deverá reunir Augusto Cury (Avante), Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e o candidato do Missão

Ministro afirmou que Renan atende a critério objetivo da Globo e deve ocupar vaga aberta pela ausência de Lula no debate.

Renan Santos (Missão) convoca manifestação no Rio após ficar fora do debate presidencial da Globo, com pedidos ao TSE e STF negados. Entenda a decisão.

Encontro com presidenciáveis ocorreria na noite de quinta-feira

O candidato à Presidência pelo Missão, Renan Santos, desistiu de apresentar um novo recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF) para

Na decisão do ministro, Renan poderá ocupar a vaga aberta pela desistência do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

Decisão do ministro do STF ocorreu nesta quinta (1º), horas antes do encontro dos candidatos à Presidência

Ministro do STF atende pedido do Solidariedade para incluir candidato do Missão no último debate antes do primeiro turno

Pelas regras do TSE, os participantes aptos a participar dos debates transmitidos na televisão são os candidatos cujos partidos tenham pelo menos cinco parlamentares eleitos no Congresso Nacional

Gilmar determinou que Renan ocupe a vaga aberta pela desistência de Lula, com as mesmas condições de tempo, perguntas asseguradas aos demais

Presidente do TSE diz que candidato preenche critério para eventual convite após desistência de Lula, mas que decisão cabe à emissora

PMs avançam em direção a ato de Renan Santos em frente à Globo UOL Notícias
Emissora suspendeu o evento após decisões judiciais sobre a participação de Renan Santos e a proibição de exibir o púlpito vazio de Lula

Emissora havia garantido a presença apenas de Lula, que não comparecerá, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado, Augusto Cury e Romeu Zema

Kassio e Cármen negam pedido de Renan Santos para ir a debate da Globo UOL Notícias
Candidato do Missão teve pedido negado no TSE e levou o caso ao STF

Ministro do Supremo despachou ao ser provocado pelo partido Solidariedade, que intercedeu a favor do candidato do Missão. Leia no Poder360.

Quem vai ao debate da Globo hoje? Qual o critério de convite e por que Renan Santos ficou fora? UOL Notícias
Especialistas veem falta de fundamento legal na inclusão do candidato e se dividem sobre decisão do TSE que barrou púlpito vazio de Lula

A decisão foi tomada em uma ação protocolada pelo partido Solidariedade em uma reclamação que já tinha a relatoria de Gilmar desde maio

Ministro do TSE atendeu a pedido do partido Solidariedade e cassou decisão de Nunes Marques no TSE

O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, já havia rejeitado o apelo

Ministra afirmou que ADPF não é instrumento adequado para tratar de interesse específico de candidato; partido já havia acionado o TSE sobre o caso. Renan Santos diz que vai tentar recorrer da decisão e convoca apoiadores para ato em frente à emissora de TV

Ministro do TSE entendeu que emissora não era obrigada a incluir candidato do Missão no debate presidencial. Leia na Gazeta do Povo.

Candidato do PSD à Presidência da República, Ronaldo Caiado acusa Justiça de

O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou que a TV Globo inclua o candidato do Missão à Presidência, Renan Santos,

Decisão contra o candidato do Missão à Presidência partiu do ministro Kassio Nunes Marques, presidente do TSE

Decisão foi proferida pelo presidente do TSE nesta quarta-feira (30); STF também julgará o mérito
Renan Santos alegava que com desistência de Lula, ele teria direito a participar do debate devido ao seu desempenho nas pesquisas

Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: viés de centro.