Lula ofendeu ministros do STF na prisão, relata policial federal em livro
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A cobertura de centro relata que o livro “Banho de Sol – os 580 dias de Lula na prisão”, lançado em 3 de novembro de 2026, atribui ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva ofensas a ministros do Supremo Tribunal Federal. As frases vêm do policial federal Jorge Chastalo Filho, que acompanhou a custódia em Curitiba e registrou em diário o que presenciou. O texto percorre as menções a Cármen Lúcia, Luiz Fux, Edson Fachin e Luís Roberto Barroso e também os elogios a Gilmar Mendes e Celso de Mello. A matéria informa que procurou o Palácio do Planalto e o STF e que não houve resposta até a publicação, às 17h50 de 5 de novembro.
Com base em Poder360
A matéria de veículo de direita no conjunto liga os relatos do policial federal Jorge Chastalo Filho às decisões do Supremo Tribunal Federal da época. Ela diz que Lula enfrentava sucessivas derrotas na Corte, situa as falas sobre Cármen Lúcia em julho de 2018 e relaciona as críticas a Edson Fachin à retirada de pauta de um habeas corpus e a revolta com Luiz Fux à derrubada de uma entrevista autorizada por Ricardo Lewandowski.
Com base em Terra Brasil Notícias
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As coberturas de centro e de direita relatam que o livro “Banho de Sol” atribui a Lula ofensas a Cármen Lúcia, Edson Fachin e Luiz Fux, e elogios a Gilmar Mendes e Celso de Mello. Ambas creditam esses trechos ao mesmo policial, o que não equivale a confirmação independente. Nenhum veículo de esquerda cobriu o caso no conjunto analisado.
O livro “Banho de Sol”, lançado em 3 de novembro de 2026, reúne relatos do policial federal Jorge Chastalo Filho sobre os 580 dias de Lula na prisão. Segundo ele, o petista chamou Luiz Fux de “canalha” e Cármen Lúcia de “miserável”. Até as 17h50 de 5 de novembro, Planalto e Supremo Tribunal Federal não haviam respondido ao pedido de manifestação descrito na cobertura.
Um livro lançado em 3 de novembro de 2026 atribui ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva ofensas a ministros do Supremo Tribunal Federal, o STF, durante os 580 dias em que ele ficou preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. A obra se chama “Banho de Sol – os 580 dias de Lula na prisão” e reúne relatos do policial federal Jorge Chastalo Filho, que acompanhou a custódia.
Segundo o policial, Lula chamou Luiz Fux de “canalha”, Cármen Lúcia de “miserável” e Edson Fachin de “filho da puta”. São falas atribuídas pelo autor dos relatos. As matérias analisadas não trazem confirmação de Lula nem dos ministros citados.
As duas coberturas do conjunto coincidem em vários trechos, e ambas os creditam ao mesmo livro. Por isso, a repetição descreve o que a obra diz e não funciona como confirmação independente das conversas. Nos dois textos, Lula chama Cármen Lúcia, que indicou ao tribunal em 2006, de “falsa humilde” e recorda uma conversa em que ela teria falado de gratidão. Sobre Fux, ele diz que o ministro frequentava cerimônias “com cara de cachorro pidão” e que nunca confiou nele, e atribui a indicação feita por Dilma Rousseff à influência de Antonio Palocci e Sérgio Cabral. Sobre Fachin, diz que não o indicou por falta de confiança e critica seu perfil religioso, em comparação com Jair Bolsonaro. Os dois textos também relatam elogios a Gilmar Mendes e Celso de Mello e a comparação de outros ministros a um touro covarde, por não suportarem uma capa de revista.
As diferenças estão no que cada texto acrescenta. A cobertura de centro relatou também que Lula chamou Luís Roberto Barroso de advogado de uma emissora de televisão, e que concordou com o policial quando este avaliou Barroso e Alexandre de Moraes como os “mais inteligentes” da Corte. Ela lembra ainda que Cármen Lúcia relatou, em 2015, o processo que permitiu biografias sem autorização prévia, e informa ter procurado o Palácio do Planalto e o STF.
Entre os veículos de direita, a única matéria do conjunto destacou o contexto das decisões judiciais. Ela afirma que Lula enfrentava sucessivas derrotas no STF, liga as críticas a Fachin à retirada de pauta de um habeas corpus e a revolta com Fux à derrubada de uma entrevista autorizada por Ricardo Lewandowski. O próprio texto escreve que as declarações demonstravam a irritação do petista com decisões que contrariavam seus interesses e fala em relação conturbada com a Corte. Esse texto não registra procura do Planalto ou do tribunal. Nenhum veículo de esquerda cobriu o caso no conjunto analisado.
Até as 17h50 de 5 de novembro de 2026, horário da matéria mais recente do conjunto, o Planalto e o STF não haviam respondido ao pedido de manifestação descrito pela cobertura de centro. Até ali, os textos analisados também não apresentavam outra testemunha das conversas além do policial, nem reação dos ministros citados.
Livro “Banho de Sol” reúne relatos de Jorge Chastalo Filho, policial que acompanhou Lula na prisão em Curitiba. Leia no Poder360.

O policial federal Jorge Chastalo Filho, que atuou como carcereiro de Luiz Inácio Lula da Silva durante os 580 dias
