
Lula lidera em pesquisas nacionais enquanto Gerp aponta Flávio Bolsonaro à frente
1 veículo de esquerda · 14 veículos de centro · 2 veículos de direita
Toque num lado para ler o resumo dele.
Alguém precisa ver os dois lados disso?
Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.

1 veículo de esquerda · 14 veículos de centro · 2 veículos de direita
Toque num lado para ler o resumo dele.
Alguém precisa ver os dois lados disso?
Descubra seu lugar no espectro político brasileiro
Fazer o testeGrátis. Cerca de 5 minutos. Seu resultado fica salvo.
Entre 9 e 12 de agosto de 2026, sete institutos divulgaram levantamentos de intenção de voto para a Presidência, com resultados que não convergem. A Palver mediu 44% para Luiz Inácio Lula da Silva e 40% para Flávio Bolsonaro no primeiro turno, com empate em 46% no segundo. A CNT, em parceria com o Instituto MDA, encontrou 42,4% a 28,7% no primeiro turno e 48% a 39% no segundo. A Futura registrou 46,5% a 44% e o Instituto Gerp inverteu o resultado, com 45% para o senador e 43% para o presidente. Os recortes regionais e estaduais mostram realidades opostas: Lula domina no Nordeste e na Bahia, e Flávio Bolsonaro lidera no Sul e no Estado de São Paulo. As diferenças entre institutos coincidem com diferenças de método, da coleta presencial ao questionário online não probabilístico.
Esquerda
Para a leitura de esquerda, a fotografia relevante não está na oscilação entre institutos, e sim na base social e na estrutura política que sustentam a candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva. Encerradas as convenções, o presidente fechou palanque em 26 unidades da Federação contra 16 articulados por Flávio Bolsonaro, resultado de uma frente ampla que reúne o campo progressista e legendas de centro em São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco e Rio Grande do Sul.
Centro
Entre 9 e 12 de agosto de 2026, sete institutos divulgaram levantamentos de intenção de voto para a Presidência, com resultados que não convergem. A Palver mediu 44% para Luiz Inácio Lula da Silva e 40% para Flávio Bolsonaro no primeiro turno, com empate em 46% no segundo.
Direita
Pela leitura de direita, o dado central não é a vantagem nominal do presidente e sim a fragilidade que os mesmos levantamentos expõem em quem já governa. Luiz Inácio Lula da Silva é desaprovado por 55% dos entrevistados na pesquisa da Palver e tem a maior rejeição do conjunto, 52%, enquanto 50% avaliam que a situação econômica piorou nos últimos doze meses.
17 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Vocabulário e enquadramento inequivocamente de esquerda: campo progressista, frente ampla, campo democrático, união do campo popular contra o extremismo, extrema direita. A reportagem organiza os fatos como avanço de um projeto coletivo e descreve o adversário por desintegração e crise interna, sem contraponto. A base factual (convenções, nomes de chapas, estados) é sólida.
Perspectivas omitidas
Falácias identificadas
Veículos com viés ao centro
O texto é apenas a sinopse de um programa e distribui a crítica simetricamente entre as duas campanhas (o vice de Flávio Bolsonaro e as investigações sobre Lulinha e o ex-chefe de gabinete), sem vocabulário valorativo de nenhum dos lados. O título afirma que Lula precisa explicar dois casos, mas o corpo não sustenta essa cobrança: apenas anuncia que o assunto será analisado.
Veículos com viés à direita
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Apesar do publisher e do tom irônico da declaração reproduzida, o artigo funciona como apuração de checagem: traz a fala do candidato adversário, a nota da assessoria do senador, a negativa formal da universidade e o registro de que informação equivalente já havia sido enviada à imprensa. O contraditório está presente, o que sustenta a leitura de cobertura factual e não de enquadramento ideológico.
Entre 9 e 12 de agosto de 2026, sete institutos divulgaram pesquisas de intenção de voto para a Presidência. A maioria coloca Luiz Inácio Lula da Silva à frente de Flávio Bolsonaro, mas o Instituto Gerp inverte o resultado e os recortes regionais mostram realidades opostas entre Nordeste e Sul. Esta análise reúne os números, as metodologias e a leitura de cada campo político sobre a corrida.
A disputa presidencial de 2026 chegou à segunda semana de agosto com uma sequência incomum de pesquisas de intenção de voto divulgadas em poucos dias e com resultados que não apontam para o mesmo lado. O levantamento da Palver, feito entre 3 e 7 de agosto com 5.000 entrevistados e registrado no Tribunal Superior Eleitoral, mostrou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva com 44% e o senador Flávio Bolsonaro com 40% no primeiro turno, além de empate em 46% a 46% numa eventual disputa direta. A pesquisa CNT, feita em parceria com o Instituto MDA em 2.002 entrevistas presenciais entre 5 e 9 de agosto, encontrou distância bem maior: 42,4% a 28,7% no primeiro turno e 48% a 39% no segundo. O Instituto Futura, que ouviu 2.000 eleitores por telefone entre 3 e 7 de agosto, mediu 46,5% para o presidente e 44% para o senador. Já o Instituto Gerp, com 2.400 entrevistas remotas entre 6 e 10 de agosto, inverteu o sinal: 45% para Flávio Bolsonaro e 43% para Lula no segundo turno, com empate em 38% no primeiro.
A cobertura de centro, que reuniu a maior parte do material publicado sobre o tema, tratou a divergência como uma questão de método e de recorte. Esses veículos detalharam tamanho de amostra, margem de erro, forma de coleta e número de registro de cada levantamento, e destacaram que a Palver trabalhou com questionário online e amostra não probabilística, ponderada depois por critérios demográficos, geográficos, socioeconômicos e pelo voto de 2022, enquanto a CNT/MDA e a Genial/Quaest usaram entrevista presencial e a Futura, telefone. O recorte regional da Genial/Quaest, com 2.004 entrevistas entre 31 de julho e 3 de agosto, ajuda a explicar parte do ruído: Lula tem 64% contra 25% no Nordeste, enquanto Flávio Bolsonaro tem 56% contra 29% no Sul, com empate técnico no Sudeste e no bloco que soma Centro-Oeste e Norte. No Estado de São Paulo, pesquisa do Instituto Pesquisa Ideia contratada pela Associação Comercial de São Paulo colocou o senador com 37% e o presidente com 32% no primeiro turno. Na Bahia, o Real Time Big Data registrou 59% a 30% para o petista.
Veículos de esquerda deslocaram o foco das pesquisas para a arquitetura eleitoral. Essa cobertura destacou que, encerradas as convenções partidárias, Lula fechou palanque em 26 unidades da Federação contra 16 articulados por Flávio Bolsonaro, e apresentou o número como resultado de uma frente ampla que inclui Fernando Haddad e Márcio França em São Paulo, Eduardo Paes no Rio de Janeiro, João Campos em Pernambuco e o apoio a Juliana Brizola no Rio Grande do Sul. O mesmo enquadramento tratou a eleição como embate entre o campo progressista e a extrema direita, e apontou desidratação do palanque adversário no Rio de Janeiro, após a saída de aliados envolvidos em operações da Polícia Federal, além de indefinição em Minas Gerais.
Veículos de direita enfatizaram os indicadores negativos do governo e um fator que as pesquisas não mediram. Essa cobertura ressaltou que 55% desaprovam a gestão do presidente, que a rejeição dele chega a 52% e a de Flávio Bolsonaro a 51%, e que 50% avaliam que a economia piorou nos últimos doze meses. Também sublinhou o chamado fator Lulinha, ligado às investigações sobre Fábio Luís Lula da Silva e à saída do ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro da campanha, depois de ele admitir um empréstimo de 249 mil reais de uma empresária investigada por suposto tráfico de influência junto ao Ministério da Saúde. Do mesmo campo veio também cobrança ao senador: o candidato Renan Santos ironizou a informação incorreta de pós-graduação de Flávio Bolsonaro na Universidade Federal do Rio de Janeiro, que afirmou não ter registro do senador como aluno, enquanto a assessoria do parlamentar falou em equívoco e listou outras titulações.
O que ainda não se sabe é por que institutos que foram a campo praticamente na mesma semana chegam a leituras opostas do segundo turno, já que nenhum dos levantamentos divulgados explica a divergência. Também não há pesquisa que tenha testado diretamente o efeito das investigações sobre o filho do presidente ou do episódio do currículo do senador na intenção de voto, e nenhum instituto publicou até agora uma rodada posterior capaz de indicar se essas diferenças vão se estreitar à medida que a campanha avança.
No Central Meio de hoje, Pedro Doria e Luiza Silvestrini recebem o colunista do Meio Alexandre Borges e analisam o “vendaval” nas duas principais campanhas à Presidência. Na de Flávio Bolsonaro, o caso envolvendo seu vice, Alfredo Gaspar, e o pedido de exame de DNA. No campo de Lula, os novos desdobramentos das investigações sobre Lulinha e o ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola. Para fechar, Guilherme Werneck traz a melhor agenda cultural do eixo Rio-São Paulo.

Com o encerramento das convenções partidárias, o cenário para as eleições de 2026 mostra uma estratégia do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em tentar consolidar uma frente ampla para enfrentar o…

Candidato da Missão à Presidência lembra críticas de apoiadores do senador sobre sua formação incompleta na USP

Foram ouvidas 2.000 pessoas entre os dias 03 e 07 de agosto; margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos

Petista vence simulações contra Renan, Caiado e Zema
Levantamento mostra que presidente lidera no 1º turno e vence todos os adversários testados em eventual 2º turno. Leia no Poder360.

Foram ouvidas 2.002 pessoas entre os dias 5 e 9 de agosto, por meio de entrevistas presenciais; margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%

Cenário aponta empate técnico entre candidatos do PL e do PT; margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos

Pesquisa ouviu 2.002 pessoas, entre os dias 5 e 9 de agosto, por meio de entrevistas presenciais; margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos

Levantamento feito de 3 a 7 de agosto mostra que o presidente tem 45,3% das intenções de voto ante 44% do senador. Leia no Poder360

Pesquisa entrevistou 1.800 pessoas, entre os dias 05 e 08 de agosto; margem de erro é de 2,3 pontos percentuais, para mais ou para menos

Foram ouvidas 1.600 pessoas em todo o território baiano; margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos

Pesquisa ouviu 2.400 eleitores em todo o território nacional; margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos

Pesquisa entrevistou 5.000 eleitores, entre os dias 03 e 07 de agosto; margem de erro do levantamento é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%

Levantamento mostra petista e bolsonarista tecnicamente empatados em um eventual segundo turno

Foram ouvidos 2.004 eleitores, entre os dias 31 de julho e 3 de agosto; margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos

Na primeira etapa, presidente tem 44%, contra 40% para senador do PL e 10% de Renan Santos
Perspectivas omitidas
Descrição neutra dos quatro cenários de segundo turno testados, com identificação explícita de quais resultados estão dentro e fora da margem de erro. Bloco de metodologia completo, incluindo forma de coleta por telefone, financiamento próprio e protocolo. Nenhum vocabulário valorativo.
Perspectivas omitidas
Texto sintético e descritivo dos cenários de segundo turno, com metodologia, contratante e protocolo no TSE. A transparência sobre o uso de ferramenta automatizada na extração dos dados reforça a leitura de cobertura factual sem enquadramento ideológico.
Perspectivas omitidas
Cobertura especializada em pesquisas, neutra no vocabulário, que informa amostra, período, margem, protocolo no TSE, custo do levantamento e quem o financiou. A divulgação do custo e do contratante é padrão de transparência acima da média do conjunto.
Perspectivas omitidas
Enumeração neutra de todos os candidatos que pontuaram, incluindo os de partidos pequenos, com brancos, nulos e indecisos. Metodologia completa. A comparação com a rodada anterior é feita em termos estatísticos, sem narrativa de tendência.
Perspectivas omitidas
Apesar de o título destacar a liderança numérica de Flávio Bolsonaro, o corpo esclarece de imediato que se trata de empate técnico no limite da margem de erro, o que mantém a leitura factual. Metodologia informada e vocabulário neutro.
Perspectivas omitidas
Cobertura descritiva das simulações contra os quatro principais adversários, com brancos, nulos e indecisos em cada cenário. Metodologia presencial declarada, contratante identificado e protocolo do TSE informado. Sem adjetivação.
Perspectivas omitidas
Texto neutro, com metodologia, custo, financiamento próprio e protocolo. A publicação de uma nota de correção identificando o número errado anterior e o horário da retificação é indicador forte de rigor factual, não de enquadramento.
Perspectivas omitidas
Descrição neutra do cenário de primeiro turno em São Paulo, listando inclusive candidatos com décimos de ponto. Identifica o contratante e o protocolo estadual no TSE. Não interpreta politicamente a vantagem do senador no maior colégio eleitoral.
Perspectivas omitidas
Registro neutro do cenário estadual de segundo turno, com brancos, nulos e indecisos discriminados. Metodologia completa e aviso sobre uso de ferramenta automatizada revisada por jornalistas. Nenhum vocabulário valorativo.
Perspectivas omitidas
Texto descritivo com a lista completa de candidatos, brancos, nulos e indecisos, e identificação do empate técnico na margem. Há erro de digitação no nome do instituto no bloco de metodologia, o que indica revisão insuficiente, mas não altera o enquadramento neutro.
Perspectivas omitidas
A apresentação dos números é equilibrada e detalha todas as categorias de resposta para os dois candidatos. O único ponto frágil é estatístico e não ideológico: o título trata como diferença uma distância de um ponto entre 52% e 51%, inferior à margem de erro declarada no próprio texto.
Perspectivas omitidas
Texto puramente descritivo: apresenta os percentuais por região, identifica empate técnico onde a margem de erro exige, e fecha com bloco de metodologia contendo amostra, período, margem, intervalo de confiança, contratante e protocolo no TSE. Não há adjetivação nem vocabulário valorativo.
Perspectivas omitidas
Registro factual dos cenários de primeiro e segundo turno, das rejeições e da avaliação de governo, sem adjetivação. O texto ainda incorpora a ressalva do próprio instituto sobre o método online favorecer um dos candidatos de terceira via, o que é sinal de rigor e não de enquadramento.
Perspectivas omitidas
Perspectivas omitidas
Falácias identificadas
A parte estritamente numérica é rigorosa e transparente quanto ao método não probabilístico. O enquadramento, porém, é editorial: o texto abre espaço para desaprovação de 55%, percepção negativa da economia e dedica dois parágrafos ao chamado fator Lulinha e ao empréstimo do ex-chefe de gabinete, mesmo reconhecendo que a pesquisa não mediu isso. Introduzir o eixo de investigação e responsabilidade pessoal do incumbente numa matéria de pesquisa é enquadramento de direita.
Perspectivas omitidas
Leia em seguida




