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Flávio Bolsonaro recebe autógrafo de Neymar após ato em Copacabana

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Toda a cobertura sobre Flávio Bolsonaro no Fuja da Bolha: esquerda, centro e direita lado a lado. 417 histórias agregadas até agora.
Cobertura completa: incluímos histórias com um lado só, sinalizadas.
Cobertura concentrada em Poder360 Centro.
Flávio Bolsonaro é senador pelo Rio de Janeiro, filiado ao Partido Liberal, e o candidato do partido à Presidência da República na eleição de 2026, com o deputado Alfredo Gaspar como vice. Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar, ele chegou à abertura oficial da campanha, em 16 de agosto de 2026, como o principal adversário do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que disputa a reeleição. O nome importa porque concentra, de um lado, a tentativa de transferir o capital político do bolsonarismo para um herdeiro e, de outro, o teste prático dessa transferência em pesquisas, palanques e ruas. As duas semanas que antecederam e abriram a campanha reuniram os episódios que apresentam o personagem a quem chega sem contexto. Uma filiação forjada ao partido Missão travou o registro da candidatura em 13 de agosto, até o Tribunal Superior Eleitoral cancelar o vínculo e devolvê-lo ao Partido Liberal no mesmo dia. O ato de estreia em Copacabana reuniu 8.900 pessoas segundo estimativa acadêmica, número lido como esvaziamento por um campo e como mobilização por outro. O plano de governo propôs limitar decisões monocráticas do Supremo Tribunal Federal, substituir o arcabouço fiscal, cortar ministérios e reduzir a maioridade penal. E as pesquisas nacionais apontaram empate técnico no segundo turno, com o senador à frente em recortes estaduais como o de Mato Grosso. Ao mesmo tempo, a montagem do palanque encontrou resistência: a federação de União Brasil e PP e o Republicanos declararam neutralidade nacional, e os comandos do Senado e da Câmara evitaram aderir. A Justiça Eleitoral entrou na disputa em mais de uma frente, ora determinando a remoção de publicação do candidato, ora rejeitando ação movida contra ele. Este dossiê organiza o que as fontes públicas afirmam sobre cada um desses pontos e, quando os lados divergem, registra a divergência com atribuição, sem escolher versão.
Flávio Bolsonaro é senador pelo Rio de Janeiro, filiado ao Partido Liberal, e o candidato do PL à Presidência da República na eleição de 2026, com o deputado Alfredo Gaspar como vice. A candidatura foi homologada em 13 de agosto de 2026, às 19h43, dentro do prazo de registro que se encerrou às 19h de sábado, 15 de agosto, quando o sistema do Tribunal Superior Eleitoral passou a exibir os dados dos 13 candidatos à Presidência. A campanha nas ruas começou em 16 de agosto, primeiro dia em que a legislação permite comícios, carreatas e pedido explícito de voto. A propaganda em rádio e televisão vai de 28 de agosto a 1º de outubro, e o primeiro turno está marcado para 4 de outubro. Filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar, o senador chegou à largada oficial como principal adversário do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição pelo Partido dos Trabalhadores.
Na manhã de 13 de agosto de 2026, o sistema de filiação partidária da Justiça Eleitoral passou a indicar Flávio Bolsonaro como filiado ao partido Missão, legenda que tem candidatura própria à Presidência, o que impediu o PL de protocolar o registro. O Tribunal Superior Eleitoral afastou a hipótese de invasão de seus sistemas e afirmou que houve uso indevido da ferramenta por alguém que detinha credenciais do próprio Missão. Ainda no mesmo dia, o presidente da corte, ministro Kassio Nunes Marques, cancelou o vínculo com o Missão, restabeleceu a filiação ao Partido Liberal desde 30 de novembro de 2021, liberou o sistema de registro, mandou preservar os registros eletrônicos de acesso e determinou inquérito da Polícia Federal, com representação à Procuradoria-Geral Eleitoral. O Missão nega envolvimento, diz ter sido vítima da mesma fraude e afirma ter alertado o gabinete do senador dez dias antes, sem resposta. A leitura à direita enquadrou o episódio como prova de que um cadastro público crítico aceita alteração mediante senha de partido, sem confirmação do eleitor, e quase eliminou da disputa o principal nome da oposição. A leitura à esquerda destacou que a resposta institucional veio em horas, que o mesmo sistema já havia registrado indevidamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva como filiado ao PL em episódio anterior, e que a acusação pública de perseguição foi feita antes de qualquer apuração. Especialistas ouvidos pela cobertura apontaram problema de segurança no desenho do sistema.
O primeiro ato de campanha ocorreu em 16 de agosto de 2026, em cima de um trio elétrico na avenida Atlântica, na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, ao lado do vice Alfredo Gaspar e da mulher, Fernanda Bolsonaro. O Monitor do Debate Político, da Universidade de São Paulo e do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento, em parceria com a organização More in Common, estimou 8.900 participantes no pico do evento, com margem de erro de 12%. O comício de abertura da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva, no mesmo dia, no Estádio 1º de Maio, em São Bernardo do Campo, não teve o público aferido pelo mesmo grupo porque não houve autorização para o sobrevoo de drone. A cobertura de esquerda tratou o ato como esvaziado, apontou parte do público como cabos eleitorais de candidatos a deputado e calculou que os cerca de 9 mil participantes correspondem a aproximadamente 15% do público que Jair Bolsonaro levou ao mesmo local em setembro de 2022. A cobertura de direita apresentou o mesmo número como demonstração de mobilização em um domingo de clima desfavorável, aferida por método externo e verificável, e classificou como assimétrica a comparação com o adversário, cujo ato não pôde ser medido, embora a campanha adversária tenha divulgado mais de 40 mil apoiadores.
Em 13 de agosto de 2026, o candidato apresentou o plano de governo intitulado Para o Brasil vencer o atraso. O documento propõe limitar decisões monocráticas de ministros do Supremo Tribunal Federal, retirar da Corte a competência criminal originária, substituir o arcabouço fiscal por uma nova regra voltada à redução da dívida pública, cortar ao menos dez dos 39 ministérios e reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos. O texto não detalha a fórmula fiscal que substituiria o modelo atual nem quais pastas seriam extintas. Aliados anteciparam que o programa preveria um tesouraço de impostos, com corte de cargos comissionados e combate a supersalários. Veículos de esquerda descreveram o pacote penal como incluindo o fim da progressão de regime e 500 mil novas vagas prisionais, e leram a limitação ao Supremo como redução da capacidade da Corte de barrar decisões do Congresso. Veículos de direita apresentaram as mesmas propostas como reequilíbrio entre os Poderes e responsabilidade fiscal. Sobre o escândalo de fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social, a cobertura de esquerda apontou que o plano responsabiliza apenas a gestão petista, embora a operação da Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União tenha indicado R$ 6,3 bilhões descontados entre 2019 e 2024, período que abrange também o governo de Jair Bolsonaro. A cobertura de direita apresentou o mesmo trecho como resposta institucional às fraudes, com promessa de reeditar um pacote antifraude e mudar a governança do crédito consignado.
Segurança pública dominou o discurso de estreia e segue como principal bandeira da candidatura. No ato de Copacabana, o senador prometeu tratar o Primeiro Comando da Capital, o Comando Vermelho e as milícias como organizações terroristas, questionou quem exerce autoridade em áreas como o Complexo do Alemão, cobrou recomposição do orçamento das Forças Armadas e sustentou que o governo federal prioriza atritos diplomáticos em vez do enfrentamento ao crime organizado. Prometeu ainda classificar facções criminosas como narcoterroristas. O tema foi disputado pelos dois principais campos desde o primeiro dia: a cobertura registrou que a segurança dominou os dois palanques de largada e que o Partido dos Trabalhadores sinalizou disputar a pauta pela comparação entre os governos. Veículos de esquerda leram o pacote como endurecimento penal que recai sobre a periferia e ignora causas sociais. Veículos de direita apresentaram a agenda como resposta à principal demanda do eleitorado, combinada com controle de fronteiras e novos presídios federais.
A décima rodada da pesquisa BTG/Nexus, divulgada em 17 de agosto de 2026, mediu 47% para Luiz Inácio Lula da Silva e 44% para Flávio Bolsonaro em cenário de segundo turno, mesmo placar da rodada de 10 de agosto e empate técnico diante da margem de erro de dois pontos percentuais. No primeiro turno, o levantamento apontou 41% para o presidente e 36% para o senador. Foram 2.003 eleitores ouvidos por telefone entre 14 e 16 de agosto, com intervalo de confiança de 95%, sob o protocolo BR-03317/2026 no Tribunal Superior Eleitoral. A mesma rodada registrou rejeição de 50% ao senador e de 48% ao presidente. Outros levantamentos do período apontaram quadro semelhante: a Quaest, com 2.004 entrevistas entre 10 e 13 de agosto, mediu 38% a 31% no primeiro turno e 43% a 40% no segundo; o PoderData em parceria com a Aya, com 2.400 entrevistas entre 9 e 12 de agosto, encontrou empate técnico; e a Palver mediu 46% para cada um. No recorte estadual, a Real Time Big Data divulgada em 12 de agosto apontou o senador à frente em Mato Grosso, com 43% contra 33% no primeiro turno e 51% a 37% no segundo, ouvindo 1.600 eleitores entre 7 e 11 de agosto, com margem de erro de dois pontos e protocolo MT-04560/2026. Veículos de esquerda enfatizaram a liderança do presidente em todos os cenários nacionais testados e trataram o resultado de Mato Grosso como recorte regional. Veículos de direita destacaram que a diferença cabe dentro da margem de erro, que o placar está parado há duas rodadas e que o senador lidera entre homens, evangélicos e eleitores do Sul.
A federação formada por União Brasil e PP, chamada na cobertura de União Progressista, e o Republicanos decidiram permanecer neutros na eleição presidencial e liberar os diretórios estaduais para alianças locais. Os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, e da Câmara, Hugo Motta, e o ex-presidente da Câmara Arthur Lira evitaram aderir à candidatura e mantiveram canais abertos com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, atuando para que essas legendas adotassem neutralidade nacional, o que esvaziou a coligação montada pelo Partido Liberal, inclusive no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. Segundo a apuração publicada, o cálculo envolve a liderança do presidente nas pesquisas e a disputa pelo comando das duas Casas em 2027. O presidente do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que o Centrão está com Lula e que a chance de o senador ser eleito é zero, e a campanha do PL reagiu acusando o PSD de favorecer o adversário. Veículos de esquerda leram o movimento como perda de capacidade de arrasto do bolsonarismo sobre as legendas. Veículos de direita o descreveram como fisiologia do Centrão, que troca posição eleitoral por cargos, emendas e garantia de comando das Casas, sem adesão programática ao governo. Circulou ainda, atribuída a relato jornalístico, a alegação de que o Judiciário teria pressionado o Centrão a não apoiar a candidatura, versão que desloca a discussão para a interferência de instituições no jogo eleitoral.
O Tribunal Superior Eleitoral determinou, por cinco votos a dois, que o senador remova das redes sociais a publicação em que associa o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Primeiro Comando da Capital e ao Comando Vermelho, com prazo de 24 horas também para a plataforma X excluir o conteúdo e informar as providências adotadas. A ação foi apresentada pela Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, que alegou propaganda eleitoral antecipada negativa. A decisão inverteu a análise inicial do relator, o presidente da Corte, ministro Nunes Marques, que em 26 de julho havia negado a liminar e ficou vencido ao lado de André Mendonça. Em outra frente, o corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Antonio Carlos Ferreira, rejeitou por razões técnicas, sem análise de mérito, o pedido de Ação de Investigação Judicial Eleitoral contra o senador pela participação do presidente argentino Javier Milei em sua convenção e pelo uso, no mesmo evento, de um vídeo de Jair Bolsonaro gerado por inteligência artificial: quando a ação foi proposta pela deputada estadual Paula da Bancada Feminista, do PSOL de São Paulo, autora e alvo ainda eram pré-candidatos, e o corregedor acrescentou que o pedido teria de partir de candidato ou partido que dispute o mesmo cargo. Uma ação do PT sobre o mesmo vídeo segue sob exame. A Corte também proibiu o PL de impulsionar vídeo gerado por inteligência artificial e ampliou as regras para o uso da tecnologia na propaganda eleitoral. Fora da seara eleitoral, o senador voltou a criticar o ministro Alexandre de Moraes depois da busca autorizada contra o ex-secretário apontado como fonte de um jornalista no Maranhão. Veículos de esquerda leram as decisões como freio à desinformação em campanha. Veículos de direita as leram como assimetria de poder e judicialização da disputa.
O nome do pai é o centro simbólico da campanha. O discurso de estreia foi construído em torno de Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar, e a cobertura registrou que o ex-presidente foi o principal personagem do lançamento mesmo ausente. Em 11 de agosto de 2026, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, candidata ao Senado pelo Distrito Federal, gravou com o senador as primeiras inserções do horário eleitoral, no primeiro encontro presencial entre madrasta e enteado desde junho, quando ela publicou um vídeo dizendo ter sido humilhada por ele durante discussão sobre alianças estaduais. Michelle afirmou que os dois colocaram uma pedra na desavença e que o episódio é página virada, mas manteve críticas à aliança do partido com Ciro Gomes no Ceará e disse que preferiria uma mulher como vice, posto ocupado pelo deputado Alfredo Gaspar. Aliados dos dois relataram que Jair Bolsonaro atuou para viabilizar a gravação. Antes do encontro, o candidato afirmou que a madrasta teria acesso direto à Presidência da República caso ambos fossem eleitos. Veículos de esquerda leram a reconciliação como encenação de unidade e como sinal de poder organizado por proximidade familiar. Veículos de direita a trataram como superação de um atrito doméstico e recomposição do campo conservador. O adversário Ronaldo Caiado, do PSD, afirmou em 12 de agosto, em evento com empresários em São Paulo, que o senador construiu a carreira em cima da certidão de nascimento.
Em 13 de agosto de 2026, o governo brasileiro notificou os Estados Unidos e abriu o processo que pode levar à aplicação da Lei de Reciprocidade Econômica em resposta ao tarifaço do governo de Donald Trump, com prazo de 30 dias, prorrogáveis por mais 30, para o relatório da Secretaria-Executiva da Câmara de Comércio Exterior e outros 30 dias, também prorrogáveis, para a decisão do comitê executivo. No sábado, 15, no Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro chamou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de irresponsável, disse que ele se apequenou no processo e afirmou que o adversário pensa na eleição. Em Belo Horizonte, chamou o presidente de produto vencido. No ato de Copacabana, prometeu negociar acordos comerciais diretamente com Estados Unidos, China, Israel, Índia e Argentina. Bandeiras dos Estados Unidos apareceram entre apoiadores no lançamento da campanha, episódio que a cobertura de esquerda associou à necessidade de o candidato se blindar da ligação da família com o tarifaço, e o deputado federal Lindbergh Farias, do PT do Rio de Janeiro, afirmou que o senador assumiu o papel de candidato de Donald Trump no Brasil. Veículos de direita sustentaram que o desgaste com Washington foi produzido por provocações reiteradas do próprio presidente e que a reciprocidade chega como gesto de campanha, não como estratégia comercial.
Na manhã de 17 de agosto de 2026, a motociata e o comício previstos em Juiz de Fora, em Minas Gerais, cidade onde Jair Bolsonaro sofreu o atentado a faca de 2018, foram cancelados. Segundo nota da assessoria de campanha, a aeronave não teve autorização para decolar nem para pousar por questões meteorológicas e falta de teto. O candidato seguiu direto para Belo Horizonte, onde manteve o compromisso da noite, o lançamento da candidatura de Flávio Roscoe ao governo de Minas Gerais, com Ellen Miziara como vice. Na abertura da campanha, o senador afirmou ter recebido mais de 1.800 ameaças de morte, e dias antes a Polícia Legislativa do Senado e a Polícia Civil de Minas Gerais cumpriram mandado de busca contra um homem suspeito de ameaçá-lo. No mesmo fim de semana da estreia, depois do ato em Copacabana, ele foi a São Januário assistir a Vasco e Santos e teve a camisa da Seleção Brasileira autografada pelo atacante Neymar. Nos dados de registro, declarou patrimônio de R$ 8,18 milhões, contra R$ 4,77 milhões declarados por Luiz Inácio Lula da Silva, ambos fora das cinco maiores fortunas entre os 13 candidatos à Presidência, lista encabeçada por Pablo Marçal, do PRTB, com R$ 7,418 bilhões, valor que o próprio candidato afirma estar incorreto. A cobertura registrou ainda a correção da biografia do candidato depois de a Universidade Federal do Rio de Janeiro negar o registro de uma pós-graduação.
O Rio de Janeiro, base eleitoral do senador, é o ponto em que as leituras mais se afastam. Veículos de esquerda descreveram um palanque corroído por uma sequência de operações policiais contra aliados, pela cassação do ex-governador Cláudio Castro no Tribunal Superior Eleitoral e pela prisão do ex-presidente da Assembleia Legislativa Rodrigo Bacellar, e destacaram que a chapa do Partido Liberal foi montada sem aliança com outras legendas. Esses mesmos veículos registraram a reaparição de Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro e figura central do caso das rachadinhas, fotografado abraçado ao candidato durante o lançamento, e citaram o caso do Banco Master como parte do quadro. Veículos de direita trataram o caso do Banco Master como assunto já esclarecido e sem efeito eleitoral, enfatizaram a concentração da agenda no Sudeste, região que reúne quase 40% do eleitorado, e o apoio explícito do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, que afirmou que o candidato terá destaque em sua própria campanha à reeleição. Os dois campos partem dos mesmos eventos e chegam a avaliações opostas sobre o peso deles na disputa.
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