Leonardo Avalanche abandona disputa presidencial e PRTB fica sem candidato
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Leonardo Avalanche, presidente nacional do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB), anunciou em 30 de setembro, a quatro dias do primeiro turno, que desistiu de disputar a Presidência da República. Ele alegou motivos técnicos, jurídicos e pessoais e disse que não apoiará nenhum candidato. Avalanche havia assumido a vaga depois que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou, por unanimidade, o registro de Pablo Marçal, inelegível até 2032. A saída ocorreu um dia após Marçal entrar na campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL).
Leonardo Avalanche deixou a corrida presidencial e abriu caminho para a consolidação do voto da direita em torno de Flávio Bolsonaro, que, segundo a cobertura, vinha reduzindo a distância para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
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Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
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Veículos com viés à direita
Leonardo Avalanche, presidente do PRTB, desistiu de disputar a Presidência a quatro dias do primeiro turno, alegando motivos técnicos, jurídicos e pessoais. Ele substituía Pablo Marçal, barrado pelo TSE, e saiu criticando a adesão de Marçal à campanha de Flávio Bolsonaro.
Leonardo Avalanche, presidente nacional do Partido Renovador Trabalhista Brasileiro, o PRTB, desistiu de disputar a Presidência da República. O anúncio foi feito nas redes sociais na quarta-feira, 30 de setembro, a quatro dias do primeiro turno. Ele atribuiu a decisão a motivos técnicos, jurídicos e pessoais e afirmou que não apoiará nenhum dos candidatos, por entender que nenhum deles representa o partido.
Avalanche estava na disputa havia cerca de duas semanas. Ele reassumiu a candidatura em 15 de setembro, depois que o Tribunal Superior Eleitoral, o TSE, negou por unanimidade o registro de Pablo Marçal. Marçal havia registrado a candidatura em agosto, no último dia do prazo, amparado por uma liminar que permitiu sua volta ao PRTB depois do fim do prazo de troca de partido, em 4 de abril. O tribunal entendeu que ele segue inelegível até 2032, por condenação ligada à campanha de 2024 à Prefeitura de São Paulo. Antes disso, em julho, Avalanche já havia sido anunciado pré-candidato e cedido o lugar a Marçal, ficando como vice.
A saída ocorreu um dia depois de Marçal passar a integrar a campanha do senador Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal. Ele ficará responsável por propostas de empreendedorismo e mobilidade social. Na nota, sem citar nomes, Avalanche disse que "banalizaram a corrupção" e criticou o apoio de pessoas de bem a alguém da "pseudodireita" envolvido em escândalos como a rachadinha e o caso Banco Master. Avalanche não pontuava nas pesquisas de intenção de voto. Com a saída, doze presidenciáveis seguem na disputa.
A cobertura de centro concentrou a maior parte dos relatos. Uma das reportagens ligou diretamente a desistência ao encontro de Marçal com Flávio Bolsonaro, enquanto um texto de agência se limitou ao anúncio e ao histórico do registro negado. As fontes também divergem num detalhe: parte atribui a inelegibilidade de Marçal a abuso de poder político e econômico, e parte a uso indevido dos meios de comunicação. O veículo de direita que cobriu o caso trouxe relato factual semelhante e enfatizou que Flávio Bolsonaro vinha reduzindo a distância em relação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores. Veículos de esquerda não haviam publicado cobertura própria do episódio até o fechamento desta análise.
Ainda não se sabe quais foram os motivos técnicos e jurídicos citados por Avalanche, nem se o nome dele permanecerá na urna eletrônica. Também não houve, nas reportagens, resposta de Flávio Bolsonaro ou de Marçal às críticas da nota, nem posicionamento do PRTB sobre os rumos do partido na eleição.

Em nota, presidente do partido criticou apoio de

Leonardo Avalanche desiste de candidatura à Presidência pelo PRTB valor.globo.com

Presidente do PRTB atribui decisão a motivos técnicos, jurídicos e pessoais, dias após Marçal se aliar a Flávio Bolsonaro
