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Emendas de Flávio Bolsonaro pagaram instituto declarado inexistente em Mesquita

1 veículo de esquerda · 1 veículo de centro

Redação Fuja da Bolha•2 fontes•30/09/2026•atualizado em 01/10/2026•Flávio Bolsonaro
Emendas de Flávio Bolsonaro pagaram instituto declarado inexistente em Mesquita
Imagem: Diário do Centro do Mundo

Resumo da cobertura

Como cada lado cobriu

2 fontes políticas

Como decidimos →
Esquerda1 (50%)

Veículos com viés à esquerda

  • Diário do Centro do MundoComo emendas de Flávio Bolsonaro financiaram ONGs fantasmasEmendas de Flávio Bolsonaro financiaram pagamentos ao IMP e a empresas investigadas pela PF; senador diz que não indica fornecedores.(abre em nova aba)

    Nesta matéria: falácia identificada.

Centro1 (50%)

Veículos com viés ao centro

  • UOLComo Flávio Bolsonaro está na pesquisa para presidente 2026? Veja números recentesComo Flávio Bolsonaro está na pesquisa para presidente 2026? Veja números recentes  UOL Notícias(abre em nova aba)

    Texto não analisado: o veículo bloqueia leitura automática.

Direita0 (0%)

Veículos com viés à direita

Nenhum veículo de direita cobriu esta história.

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Briefing

O que importa para você

  • R$ 666 mil de uma emenda de R$ 3,1 milhões para a atenção básica de Mesquita foram pagos a um instituto que a Receita Federal classificou como inexistente de fato.
  • A prefeitura rescindiu os contratos, declarou o instituto inidôneo por dois anos e aplicou multa de R$ 3 milhões.
  • Empresas pagas com convênios abastecidos por emendas do senador são alvo da Operação Perfídia, da Polícia Federal.

O que ainda está incerto

  • Não há informação sobre investigação do papel do gabinete do senador nas indicações.
  • O resultado da análise da Controladoria-Geral da União sobre a emenda de R$ 4 milhões ligada ao Vasco não foi divulgado.
  • Não se sabe se o instituto entregou algum serviço de saúde com os recursos recebidos.

Emendas indicadas pelo senador Flávio Bolsonaro pagaram R$ 666 mil a um instituto de saúde de Mesquita classificado pela Receita Federal como inexistente de fato, além de empresas alvo da Operação Perfídia. O senador diz que seu gabinete só indica os recursos e não escolhe empresas.

Emendas parlamentares indicadas pelo senador Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal do Rio de Janeiro, terminaram em pagamentos a um instituto que a Receita Federal classificou como inexistente de fato e a empresas investigadas pela Polícia Federal por suspeita de fraude em licitações. Até o momento, apenas um veículo cobriu o caso, relatando que o parlamentar, hoje candidato à Presidência, teve mais de 300 milhões de reais reservados no Orçamento federal para indicações desde 2020.

O principal episódio envolve Mesquita, município da Baixada Fluminense. Em 2024, o senador destinou 3,1 milhões de reais à atenção básica de saúde da cidade. Desse total, 666 mil reais foram pagos em agosto de 2025 ao Instituto de Medicina e Projeto. Em junho de 2026, a Receita Federal enquadrou o instituto como inexistente de fato e apontou razões que indicariam que ele foi constituído para fraude fiscal, inclusive em benefício de terceiros.

O Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro acompanha a entidade desde 2024. Mesquita firmou com ela contratos que superaram 580 milhões de reais entre 2019 e o fim de 2024 para gerir a saúde pública. Em acórdão de 2025, o tribunal citou ausência de estudos técnicos antes da transferência da gestão e indícios de conluio na concorrência. O documento registrou ainda que uma pessoa que assinava papéis do instituto havia morrido em 2017. A prefeitura declarou a entidade inidônea por dois anos, rescindiu os contratos, aplicou multa de 3 milhões de reais e encaminhou o caso ao Ministério Público.

Recursos indicados pelo senador também entraram em convênios do governo estadual que pagaram 569 mil reais à Glágio do Brasil e 1,1 milhão de reais à Inbra-Tecnologia. As duas empresas foram alvo da Operação Perfídia, deflagrada pela Polícia Federal em setembro de 2023, que apura divisão de contratos de proteção balística. A reportagem menciona ainda uma emenda de 4 milhões de reais para um projeto esportivo ligado ao Vasco, analisada pela Controladoria-Geral da União.

O enquadramento da única cobertura é crítico ao senador: a manchete fala em entidades fantasmas e o texto acumula outras suspeitas sobre suas indicações. Flávio Bolsonaro respondeu que ele e sua equipe não indicam empresas, que a atuação do gabinete se limita às atribuições institucionais e que eventuais irregularidades devem ser apuradas pelos órgãos de controle.

Ainda não se sabe se há investigação sobre o papel do gabinete nas indicações, nem qual foi a conclusão da Controladoria-Geral da União sobre a emenda ligada ao clube. Também não está claro se o instituto prestou algum serviço com os recursos recebidos.

CongressoCorrupçãoFlávio Bolsonaro

Fontes

Espectro: Esquerda
Como emendas de Flávio Bolsonaro financiaram ONGs fantasmas
Como emendas de Flávio Bolsonaro financiaram ONGs fantasmas

Emendas de Flávio Bolsonaro financiaram pagamentos ao IMP e a empresas investigadas pela PF; senador diz que não indica fornecedores.

Diário do Centro do MundoDiário do Centro do Mundo
Espectro: Centro
Como Flávio Bolsonaro está na pesquisa para presidente 2026? Veja números recentes

Como Flávio Bolsonaro está na pesquisa para presidente 2026? Veja números recentes  UOL Notícias

UOLUOL

Esquerda

1 fonte

A leitura de esquerda trata o caso como exemplo de como emendas parlamentares sem rastreabilidade drenam dinheiro da saúde pública para entidades suspeitas, e cobra responsabilidade política de um senador que disputa a Presidência.

Centro

1 fonte

Emendas indicadas pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) acabaram em pagamentos a um instituto que a Receita Federal classificou como inexistente de fato e a empresas investigadas pela Polícia Federal. O senador afirma que seu gabinete apenas indica os recursos e que as contratações cabem aos beneficiários.

Direita

0 fontes

Nenhum veículo de direita cobriu esta história.

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