Flávio Bolsonaro pede ao STF que afaste Flávio Dino de ações sobre Lula e a eleição
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A defesa do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) pediu em 30 de setembro ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, que declare o ministro Flávio Dino suspeito em processos ligados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), à eleição de 2026 e ao próprio senador. Os advogados alegam amizade de décadas entre Dino e Lula e pedem, em liminar, a suspensão dos casos até o julgamento.
Veículos de esquerda trataram o pedido como tentativa de Flávio Bolsonaro de escolher quem o julga a poucos dias do primeiro turno. O destaque é que a suspeição alcança não só ações sobre Lula, mas processos que atingem o próprio candidato, investigado no inquérito do filme Dark Horse.
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3 fontes políticas
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Veículos com viés à direita
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Toda a cobertura confirma que a defesa de Flávio Bolsonaro pediu a Edson Fachin a suspeição de Flávio Dino, com liminar para suspender os processos, alegando amizade entre o ministro e Lula, e que os casos incluem emendas parlamentares e o filme Dark Horse.
A defesa do senador Flávio Bolsonaro pediu ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, que declare o ministro Flávio Dino suspeito em processos sobre Lula, a eleição de 2026 e o próprio candidato. A cobertura de esquerda e de centro relatou o pedido com ênfases distintas, e a decisão ainda não tem data.
A defesa do senador Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal, candidato à Presidência da República, pediu ao Supremo Tribunal Federal que o ministro Flávio Dino seja declarado suspeito para atuar em processos ligados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores, à eleição de 2026 e ao próprio senador. O pedido foi protocolado em 30 de setembro, a poucos dias do primeiro turno, e encaminhado ao presidente da Corte, Edson Fachin.
Em caráter liminar, os advogados querem que os processos sejam suspensos na relatoria de Dino até o julgamento da suspeição. No mérito, pedem que o ministro seja afastado e que os casos sejam redistribuídos a outros integrantes do tribunal. Entre os temas citados estão o uso de emendas parlamentares, o financiamento de Dark Horse, filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, e pedidos apresentados pelo Partido dos Trabalhadores ao Supremo.
A petição sustenta que Dino mantém com Lula uma amizade construída ao longo de décadas, o que comprometeria sua imparcialidade. Os advogados listam a trajetória política comum, declarações de apoio ao petista antes da chegada de Dino ao Supremo e uma ligação feita por Lula ao ministro, ao vivo, durante evento do governo federal em Belém. Na ocasião, o presidente telefonou para falar da sanção de uma lei de autoria de Dino como senador, motivada pela morte do filho do ministro. Flávio criticou o gesto nas redes e questionou se Dino mantém laços de subordinação ao Planalto, onde foi ministro da Justiça.
A cobertura de centro relatou também o argumento de que partidos e parlamentares têm apresentado pedidos em ações que Dino já conduz, em vez de abrir processos novos, que seriam sorteados entre os ministros. A defesa cita o caso Dark Horse, que já tramitava sob relatoria de André Mendonça quando novos pedidos, feitos na ação sobre emendas, deram origem a procedimentos conduzidos por Dino. A mesma cobertura lembrou a disputa recente entre o Supremo e o Tribunal Superior Eleitoral sobre publicações envolvendo Nossa Senhora Aparecida.
Veículos de esquerda destacaram outro ângulo: o pedido alcança processos que podem atingir o próprio candidato. Flávio é investigado no inquérito sobre o financiamento do filme, com inclusão autorizada em julho por Mendonça a pedido da Polícia Federal. Em setembro, Dino autorizou operação da Polícia Federal sobre emendas que teriam chegado à produção. Essa cobertura apresentou a iniciativa como tentativa de escolher o juiz às vésperas da votação. Entre as fontes reunidas, não houve cobertura de veículos de direita sobre o pedido.
Ainda não se sabe quando Fachin vai decidir, nem quantos processos seriam paralisados se a liminar for concedida. A defesa não informou esse número, e Dino não se manifestou publicamente sobre a petição.
A quatro dias do primeiro turno da eleição presidencial, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) resolveu questionar quem pode julgar até os processos que envolvem ele

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