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TSE mantém veto a posts falsos sobre Flávio Bolsonaro e Nossa Senhora Aparecida

1 veículo de centro · 2 veículos de direita

Redação Fuja da Bolha•3 fontes•30/09/2026•atualizado em 01/10/2026•Flávio Bolsonaro
TSE mantém veto a posts falsos sobre Flávio Bolsonaro e Nossa Senhora Aparecida
Imagem: Revista Oeste

Resumo da cobertura

Como cada lado cobriu

3 fontes políticas

Como decidimos →
Esquerda0 (0%)

Veículos com viés à esquerda

Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.

Centro1 (33%)

Veículos com viés ao centro

  • CNN BrasilTSE proíbe posts que vinculam Flávio a fake news de Nossa SenhoraSessão foi marcada por divergência sobre alcance da decisão; Mendonça ajustou voto para liberar publicação de humorista e evitar revés(abre em nova aba)

    Nesta matéria: perspectiva omitida.

Direita2 (67%)

Veículos com viés à direita

  • Revista OesteOs bastidores da articulação no TSE para manter retirada de fake news sobre FlávioAté chegar ao resultado anunciado na quarta-feira 30, o julgamento sobre as fake news que envolvem o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Nossa Senhora Aparecida percorreu um dia de conversas entre ministros e de negociações nos gabinetes. O caminho para o desfecho começou a ser aberto dois dias antes. No começo da semana, os presidentes Edson Fachin e Nunes Marques se reuniram, reservadamente, para comentar o impasse, sobretudo depois de críticas de integrantes do TSE à liminar de Flávio Dino. Fa(abre em nova aba)

    Nesta matéria: perspectiva omitida.

  • Revista OesteTSE confirma derrubada de fake news sobre Flávio e Nossa SenhoraCorte, no entanto, liberou post feito pelo humorista Antonio Tabet em alusão à controvérsia sobre a Padroeira(abre em nova aba)

    Nesta matéria: perspectiva omitida.

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Briefing

O que importa para você

  • Publicações que afirmem como fato que Flávio propôs retirar o título da santa seguem proibidas, inclusive republicações de narrativa equivalente.
  • Plataformas que descumprirem a ordem estão sujeitas a multa de R$ 50 mil, e a republicação a multa diária de R$ 30 mil.
  • Críticas, opiniões e manifestações de fé sobre o tema não foram alvo da decisão.

Onde os lados divergem

  • A cobertura de centro dá peso às críticas de censura prévia feitas por Flávio Dino e pelos ministros divergentes; a de direita destaca o reconhecimento da notícia falsa e a reação do TSE à liminar de Dino.
  • O placar é descrito como 6 a 1 por uma cobertura e como manifestação dos sete ministros pela remoção por outra.

Onde os lados concordam

  • As coberturas concordam que o Tribunal Superior Eleitoral considerou falsa a afirmação de que Flávio Bolsonaro propôs tirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira.
  • Também convergem que André Mendonça ajustou o voto para liberar apenas a postagem do humorista Antonio Tabet.

O que ainda está incerto

  • Não há números sobre quantos links as plataformas já removeram.
  • O mérito da disputa no Supremo Tribunal Federal entre as decisões de Dino e Fux segue sem desfecho.

O Tribunal Superior Eleitoral decidiu manter fora do ar as publicações que afirmam que Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência, quis tirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. O relator André Mendonça liberou apenas o post do humorista Antonio Tabet, depois de um embate com ministros do Supremo Tribunal Federal.

O Tribunal Superior Eleitoral, o TSE, decidiu em 30 de setembro manter fora do ar as publicações que afirmam, como fato, que o senador Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência da República, propôs, apoiou ou articulou retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil. Na mesma sessão, a Corte liberou uma postagem do humorista Antonio Tabet sobre a controvérsia.

O julgamento, no plenário virtual, durou cerca de 14 horas. O relator, ministro André Mendonça, abriu a sessão defendendo a liminar que havia concedido em 25 de setembro. Essa decisão mandou derrubar mais de mil links, com multa de R$ 50 mil para as plataformas que descumprissem, e proibiu a republicação de narrativa equivalente sob multa diária de R$ 30 mil. Kassio Nunes Marques, presidente do TSE, e Dias Toffoli acompanharam o relator. Ricardo Villas Bôas Cueva abriu divergência parcial: concordou que a acusação contra Flávio é falsa, mas propôs restringir a remoção a afirmações factuais e liberar o post de Tabet. Floriano de Azevedo Marques também divergiu. Mendonça então ajustou o voto, liberou a postagem do humorista por considerá-la ambígua e manteve o restante. Sebastião Reis Júnior e Estela Aranha fecharam o placar.

O caso começou em 23 de setembro, quando circulou nas redes a afirmação de que Flávio, se eleito, tiraria o título da santa. O boato usava uma fala de agosto, em que o candidato disse que decretaria que o Brasil é do Senhor Jesus Cristo. Depois da liminar de Mendonça, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, atendeu a um pedido de Tabet e suspendeu a ordem, por ver risco de censura prévia. Em 28 de setembro, o ministro Luiz Fux derrubou a decisão de Dino e restabeleceu a determinação da Justiça Eleitoral.

A cobertura de centro relatou a sessão em detalhe, com os argumentos de cada ministro, as críticas de Dino sobre liberdade de expressão e a resposta de Mendonça, que chamou de irresponsável associar a ordem a qualquer restrição à fé. Veículos de direita enfatizaram que o tribunal reconheceu como notícia falsa a acusação contra Flávio, citando um ministro sob anonimato, e trouxeram os bastidores: uma reunião reservada entre Edson Fachin, presidente do Supremo, e Nunes Marques para tratar do impasse, em meio a críticas de integrantes do TSE à liminar de Dino. Até o momento, nenhum veículo de esquerda cobriu o julgamento, de modo que o debate sobre o alcance da remoção em massa aparece apenas pela voz dos ministros divergentes e de Dino.

Há ainda uma diferença de registro sobre o placar. Uma cobertura descreve resultado de 6 votos a 1, com Floriano Marques vencido. Outra afirma que os sete ministros se manifestaram pela remoção das afirmações apresentadas como fato, divergindo apenas sobre o alcance.

Não se sabe ainda quantos links já foram efetivamente retirados pelas plataformas nem se a disputa entre o TSE e o Supremo terá novo capítulo, já que a decisão de Fux suspendeu a de Dino sem encerrar o mérito no Supremo.

JudiciárioEleição presidencial 2026Flávio Bolsonaro

Fontes

Espectro: Direita
Os bastidores da articulação no TSE para manter retirada de fake news sobre Flávio
Os bastidores da articulação no TSE para manter retirada de fake news sobre Flávio

Até chegar ao resultado anunciado na quarta-feira 30, o julgamento sobre as fake news que envolvem o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Nossa Senhora Aparecida percorreu um dia de conversas entre ministros e de negociações nos gabinetes. O caminho para o desfecho começou a ser aberto dois dias antes. No começo da semana, os presidentes Edson Fachin e Nunes Marques se reuniram, reservadamente, para comentar o impasse, sobretudo depois de críticas de integrantes do TSE à liminar de Flávio Dino. Fa

Revista OesteRevista Oeste
Espectro: Direita
TSE confirma derrubada de fake news sobre Flávio e Nossa Senhora
TSE confirma derrubada de fake news sobre Flávio e Nossa Senhora

Corte, no entanto, liberou post feito pelo humorista Antonio Tabet em alusão à controvérsia sobre a Padroeira

Revista OesteRevista Oeste
Espectro: Centro
TSE proíbe posts que vinculam Flávio a fake news de Nossa Senhora
TSE proíbe posts que vinculam Flávio a fake news de Nossa Senhora

Sessão foi marcada por divergência sobre alcance da decisão; Mendonça ajustou voto para liberar publicação de humorista e evitar revés

CNN BrasilCNN Brasil

Direita

2 fontes

Pelo ângulo da responsabilidade e da proteção contra desinformação, o Tribunal Superior Eleitoral reafirmou que é falsa a acusação de que Flávio Bolsonaro quis tirar o título de Padroeira de Nossa Senhora Aparecida, e manteve a remoção desses conteúdos. A articulação entre ministros e presidentes de tribunais preservou a autoridade da Justiça Eleitoral diante da liminar de Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, criticada por integrantes do TSE.

Centro

1 fonte

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) manteve, em 30 de setembro, a retirada de publicações que afirmam, como fato, que o senador Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência, propôs ou articulou tirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil.

Esquerda

0 fontes

Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.

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