Real Time Big Data fará pesquisa presidencial em Goiás com 1.600 entrevistas
Relato de fonte única, atribuído a Veja. Esta cobertura não compara posições do espectro político.
Resumo da cobertura
O instituto Real Time Big Data registrou no Tribunal Superior Eleitoral uma pesquisa sobre a eleição presidencial de 2026 em Goiás, maior colégio eleitoral do Centro-Oeste. O levantamento prevê 1.600 entrevistas entre 17 e 21 de setembro, com divulgação em 22 de setembro, e mede intenção de voto, rejeição e avaliação do governo Lula.

O instituto Real Time Big Data registrou no Tribunal Superior Eleitoral uma pesquisa sobre a eleição presidencial de 2026 em Goiás. São 1.600 entrevistas entre 17 e 21 de setembro, com margem de erro de 2 pontos percentuais. O questionário testa 13 nomes, um segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, rejeição e avaliação do governo federal.
O instituto Real Time Big Data vai divulgar em 22 de setembro uma nova pesquisa sobre a eleição presidencial de 2026 em Goiás, estado que tem o maior colégio eleitoral da região Centro-Oeste. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral, o TSE, sob o número BR-04652/2026. Até o momento, apenas um veículo cobriu o registro, relatando o conteúdo do questionário e os dados técnicos da pesquisa.
Segundo essa cobertura de fonte única, estão previstas 1.600 entrevistas, com coleta entre 17 e 21 de setembro. O nível de confiança estimado é de 95%, e a margem de erro máxima é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, considerando um modelo de amostragem aleatório simples.
O questionário traz duas perguntas sobre intenção de voto para presidente. Na primeira, o entrevistado responde de forma espontânea, sem ver nomes. Na segunda, recebe uma lista de 13 pré-candidatos em ordem randomizada. A relação inclui Clariana Barão, do DC; Edmilson Costa, do PCB; o escritor Augusto Cury, do Avante; Flávio Bolsonaro, do PL; Hertz Dias, do PSTU; Leonardo Avalanche, do PRTB; Luiz Inácio Lula da Silva, do PT; Renan Santos, do Missão; Ronaldo Caiado, do PSD; Rui Costa Pimenta, do PCO; Samara, da UP; o veterinário Wilson Grassi, do Democrata; e Romeu Zema, do Novo.
O levantamento também simula um segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro. Além disso, pergunta em quais candidatos o eleitor não votaria de jeito nenhum, usando a mesma lista de 13 nomes, com as alternativas de poder votar em todos ou de não saber responder.
Sobre o governo federal, são duas perguntas. A primeira verifica se o entrevistado aprova ou desaprova o desempenho de Lula. A segunda pede uma avaliação em cinco categorias: ótimo, bom, regular, ruim ou péssimo.
A reportagem que descreve o registro tem caráter informativo e não atribui interpretações à pesquisa. Ela destaca o confronto entre Lula e Flávio Bolsonaro como eixo da disputa, mas apresenta todos os nomes da lista estimulada com seus partidos.
O que ainda não se sabe são os resultados, que só serão conhecidos em 22 de setembro. A cobertura também não informa quem contratou o levantamento, qual foi o custo declarado nem como o instituto distribuiu as entrevistas entre os municípios goianos. Também não há, no texto, comparação com rodadas anteriores do mesmo instituto no estado.
Briefing
O que importa para você
- Resultados saem em 22 de setembro, com coleta entre 17 e 21 de setembro.
- 1.600 entrevistas em Goiás, margem de erro de 2 pontos percentuais e confiança de 95%.
- Mede primeiro turno com 13 nomes, segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, rejeição e aprovação do governo federal.
O que ainda está incerto
- Quem contratou a pesquisa e qual o custo declarado.
- Como as entrevistas foram distribuídas entre os municípios goianos.
- Os números em si, ainda não divulgados.
Fontes

Levantamento registrado no TSE prevê 1.600 entrevistas e será divulgado na terça-feira, 22



