Santiago Peña é destituído por 44 votos no Senado do Paraguai e fica detido
7 veículos de esquerda · 8 veículos de centro · 5 veículos de direita

Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.
7 veículos de esquerda · 8 veículos de centro · 5 veículos de direita

A cobertura de centro descreve a sequência: o colapso do Ueno Bank em 3 de novembro, a renúncia recusada de Santiago Peña em 5 de novembro e a aprovação do impeachment pelo Senado do Paraguai em 6 de novembro, com 44 votos favoráveis. Peña foi detido em casa por ordem do Ministério Público, e o vice Pedro Alliana assumiu a Presidência até agosto de 2028, prometendo indenizar os correntistas. Os textos de centro trazem números que não coincidem entre si, como a parcela da população com conta no banco.
Com base em Folha de S.Paulo, RFI Brasil, DW Brasil e BBC Brasil
Os textos de esquerda enfatizam a ligação entre o governo e o banco e comparam o caso ao do Banco Master. Um deles diz que o caso poderá ser tão grave ou maior que o brasileiro se a investigação comprovar a cumplicidade de Santiago Peña.
Com base em CartaCapital, Jornal GGN, Mídia Ninja e Portal Vermelho
Os textos de direita acompanham o procedimento e as declarações de Santiago Peña. Registram que ele nega irregularidades e sustenta que a crise do banco é regulatória, que alegou falta de tempo para a defesa, que houve confronto entre manifestantes e a polícia e que o governo dos Estados Unidos manifestou apoio a Pedro Alliana.
Com base em O Estado de S.Paulo, Jovem Pan, Revista Oeste, Terra Brasil Notícias e mais 1
20 veículos
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: viés de centro.
Nesta matéria: viés de centro.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés ao centro
Apelo emocional nesta matéria: 10/100.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Nesta matéria: viés de centro.
Nesta matéria: viés de centro.
O Senado paraguaio aprovou por unanimidade, com 44 votos favoráveis, a destituição de Santiago Peña em 6 de novembro de 2026, depois do colapso do Ueno Bank, que deixou quase 3 milhões de clientes sem acesso aos depósitos. O Ministério Público ordenou a prisão do ex-presidente, e o vice Pedro Alliana assumiu a Presidência. Em 7 de novembro, Peña chegou à Procuradoria para depor.
O Senado do Paraguai aprovou por unanimidade, em 6 de novembro de 2026, o impeachment do presidente Santiago Peña, com 44 votos favoráveis entre os 45 senadores. Peña foi afastado na hora, e o vice-presidente Pedro Alliana tomou posse para completar o mandato até agosto de 2028. O Ministério Público ordenou a prisão de Peña e de Carlos Carvallo, ex-presidente do Banco Central do Paraguai. Peña ficou detido em casa, em Assunção, e depois de protestos em frente à residência foi levado a uma unidade militar, por segurança.
A crise começou em 3 de novembro, quando o Banco Central do Paraguai interveio no Ueno Bank por insuficiência de capital e quase 3 milhões de clientes ficaram sem acesso aos depósitos. O banco guardava cerca de US$ 850 milhões em recursos públicos. Peña foi acionista da holding do banco até 2025 e nomeou Carvallo, que dirigira a financeira antecessora do Ueno, para o Banco Central.
A cobertura de centro relatou o rito do processo: Peña tentou renunciar em 5 de novembro, o Congresso não aceitou a renúncia, a Câmara dos Deputados abriu o julgamento por 78 votos e o Senado negou, por 39 a 3, o pedido de 72 horas para a defesa. Registrou também que a destituição tirou de Peña a vaga de senador vitalício e que Alliana prometeu indenizar integralmente os correntistas. Em 7 de novembro, segundo o Banco Central, o equivalente a R$ 880 milhões já fora devolvido a 1,2 milhão de clientes.
Veículos de esquerda destacaram a ligação do governo com o banco e as comparações com o Brasil. Um texto associa o caso ao do Banco Master e diz que ele poderá ser tão grave ou maior se a investigação comprovar a cumplicidade de Peña. Uma entrevista com um ex-ministro paraguaio aponta tráfico de influência como semelhança com o caso brasileiro e questiona a imagem do Paraguai difundida por setores conservadores no Brasil. Outro texto descreve a renúncia como manobra para preservar a imunidade, e um quarto mostra manifestantes que celebraram a queda de Peña e cobraram os depósitos.
Parte da repetição entre esquerda e centro tem origem compartilhada. O texto de esquerda sobre os protestos é creditado à mesma emissora de rádio internacional de um relato de centro que traz as mesmas frases, e dois textos de esquerda sobre a cronologia da crise são creditados a um mesmo veículo paraguaio. Essa coincidência não é confirmação independente.
Veículos de direita enfatizaram declarações e procedimento. Registraram que Peña nega irregularidades e sustenta que a crise do banco é uma questão regulatória, que pediu 72 horas após receber, na véspera, uma acusação de 15 páginas com cerca de 300 de anexos, que houve confronto entre manifestantes e policiais e que o governo dos Estados Unidos apoiou Alliana. Um texto de 5 de novembro repetiu a afirmação de um senador da oposição de que Peña teria deixado o país, ressalvando a falta de confirmação independente. Relatos posteriores o situam em casa, em Assunção.
Os números divergem. Os recursos públicos no Ueno Bank aparecem como US$ 800 milhões em textos de esquerda e como cerca de US$ 850 milhões em textos de esquerda, de centro e de direita. A presença do banco entre os paraguaios é descrita como metade da população, 60% dos adultos ou quase 40% da população. Sobre o Senado, a maioria registra uma ausência, e uma matéria de centro cita uma abstenção. As matérias não explicam as diferenças.
Até as 14h de 7 de novembro, horário de Brasília, quando saíram as matérias mais recentes analisadas, Peña havia chegado à Procuradoria para depor, mas nenhuma delas registrava o que ele disse nem se a acusação formal fora apresentada. Também não estava detalhado como o governo de Alliana pagará as indenizações prometidas nem como ficarão os depósitos acima do limite do fundo de garantia. O impeachment não é condenação penal, e eventuais crimes cabem à Justiça comum.
A intervenção no Ueno Bank, uma das maiores instituições financeiras do Paraguai, abalou o sistema bancário do país e os mais altos escalões do poder político.


O Senado paraguaio adiou para esta sexta-feira (6), às 10h pelo horário local, o julgamento para analisar o processo de impeachment do presidente Santiago Peña. O processo havia sido iniciado na noite…

Por 39 votos a 3, parlamentares negaram pedido de 72 horas feito pelo presidente, que deverá se apresentar à Casa

A Câmara dos Deputados do Paraguai aprovou, nesta quinta-feira (5), o pedido de impeachment contra o presidente do país, Santiago Peña. A decisão foi tomada em sessão extraordinária, em meio à crise financeira causada pela intervenção do Banco Central paraguaio no banco digital Ueno. O resultado foi unânime, com 78 votos favoráveis ao impeachment. O Partido Colorado, ao qual Peña é filiado, retirou oficialmente o apoio ao líder em meio ao agravamento da crise. A legenda votou contra o afastamento do vice-presidente do país, Pedro Alliana.
Votação foi mantida mesmo depois de o presidente apresentar a sua renúncia. Leia no Poder360.

Queda do presidente, por unanimidade, ocorre depois de liquidação do Ueno Bank e insatisfação nas ruas

Nas ruas de Assunção, milhares de paraguaios celebraram a queda do presidente, mas também demonstraram insatisfação com os depósitos bancários congelados

Ex-presidente paraguaio depõe após prisão decretada por envolvimento no escândalo do banco ueno, que gerou crise econômica e política no Paraguai.

Transferência ocorreu por motivos de segurança, em meio a protestos em frente à residência


Nas ruas de Assunção, milhares de paraguaios celebraram a queda do presidente Santiago Peña, mas também demonstraram insatisfação por ainda não terem acesso aos seus depósitos bancários congelados. Uma…

O Senado do Paraguai aprovou, por unanimidade, nesta sexta-feira (6), a destituição do então presidente Santiago Peña, em meio à

Crescimento do Ueno teve ajuda política e dinheiro público; presidente foi acionista de empresa do grupo ligado ao banco

Impulsionada pelo governo, instituição teve ascensão meteórica e alcançou clientela de 60% da população adulta no país. Falência custou cargo do presidente Santiago Peña, mas denúncias de corrupção miram elite do país.

Para a professora Regiane Bressan, crise financeira pode afastar investidores e abrir espaço para maior influência da China no Paraguai

Fraude financeira deixou milhões de paraguaios sem acesso ao dinheiro e levou o presidente a enfrentar um impeachment.

Segundo presidente interino da instituição, o montante transferido equivale a R$ 880 milhões

Pedro Alliana fez seu primeiro pronunciamento como novo presidente, após impeachment de Santiago Peña nesta sexta (6)

Senado aprovou impeachment de Santiago Peña por unanimidade. Logo em seguida, de acordo com jornal, Ministério Público do país emitiu uma ordem de prisão contra o político, que foi detido em casa.

Pressionado por colapso de banco, Santiago Peña tenta renunciar, mas decisão não é aceita pelo Senado, que avança com processo de impeachment. Após a destituição, ele é detido e levado a instalação militar.

O vice-presidente Pedro Alliana sobreviveu nesta sexta-feira como novo chefe de Estado paraguaio, substituindo Santiago Peña, destituído

Santiago Peña presta depoimento no Ministério Público em meio à crise política e financeira desencadeada pelo colapso do banco ueno


Senado aprovou o impeachment por 44 votos, enquanto o Ministério Público expediu ordem de prisão contra o ex-presidente após o julgamento

Pedro Alliana assumiu o cargo nesta sexta-feira, depois da destituição de Santiago Peña pelo Senado em meio a escândalo bancário

O vice-presidente do Paraguai, Pedro Alliana, assumiu nesta sexta-feira (6) como novo chefe de Estado do país, depois que Santiago Peña sofreu impeachment e foi detido em meio a uma crise bancária que…

O ex-presidente do Paraguai Santiago Peña foi detido na noite desta sexta-feira (6), em sua residência, na capital Assunção. A

O Senado do Paraguai rejeitou, nesta sexta-feira (6), o pedido do presidente Santiago Peña para obter mais 72 horas para

O Congresso do Paraguai suspendeu a sessão que discutia o pedido de renúncia do presidente Santiago Peña, nesta quinta-feira (5),

O ex-presidente estava detido em prisão domiciliar; ele sofreu impeachment e foi preso no contexto das investigações de suspeitas de gestão fraudulenta e outros crimes relacionados ao escândalo financeiro do ueno bank

Pedro Alliana, vice de Santiago Peña, é empossado presidente em cerimônia no Parlamento

Político do Partido Colorado já foi governador, deputado e líder da bancada na Câmara. Peña foi afastado após escândalo envolvendo fechamento de banco.

Pedro Alliana assume a Presidência do Paraguai após impeachment de Santiago Peña, detido em casa em meio à crise do Ueno Bank.

A Câmara de Deputados do Paraguai aprovou nesta quinta-feira (5) dar seguimento do processo de impeachment de Santiago Peña.

Apelo emocional nesta matéria: 10/100.
Nesta matéria: viés de centro.