Banco paraguaio Ueno Bank patrocinou gala em Mar-a-Lago com Eduardo Bolsonaro
1 veículo de esquerda · 1 veículo de direita

Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.
1 veículo de esquerda · 1 veículo de direita

Um único veículo de esquerda cobriu o caso no conjunto analisado. A matéria descreve o Ueno Bank como submetido à liquidação no Paraguai após problemas financeiros e indícios de irregularidades e relata que ele patrocinou a Hispanic Prosperity Gala, em Mar-a-Lago, junto com outras entidades. Informa que o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro participou do evento e que o deputado Alencar Santana (PT-SP) levou o patrocínio à Comissão de Relações Exteriores da Câmara, atribuindo a ele a estimativa de 3 milhões de clientes sem acesso às contas, 40% da população paraguaia. O texto não registra resposta de Eduardo Bolsonaro nem do banco ao patrocínio.
Com base em Diário do Centro do Mundo
Um único veículo de direita cobriu o caso no conjunto analisado. A matéria relata que o Ueno Bank foi um dos patrocinadores de uma gala da extrema direita realizada em 10 de fevereiro, em Mar-a-Lago, na categoria Diamond, e que a Hispanic Prosperity Gala 2026 teve Eduardo Bolsonaro entre os palestrantes.
Com base em Veja
Nenhum veículo de centro cobriu esta história.
2 veículos
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Veículos com viés ao centro
Nenhum veículo de centro cobriu esta história.
Veículos com viés à direita
Até a manhã de 7 de novembro de 2026, quando saiu a matéria mais recente analisada, os trechos lidos não traziam resposta de Eduardo Bolsonaro, do banco ou dos organizadores ao patrocínio, nem esclareciam a diferença entre liquidação e intervenção ou entre os números de clientes. O corpo da matéria de direita aparece truncado, o que limita a conclusão sobre o que mais ela registra.
O Ueno Bank, instituição financeira paraguaia em crise, patrocinou a Hispanic Prosperity Gala, realizada em Mar-a-Lago, e Eduardo Bolsonaro aparece entre os participantes. A cobertura de esquerda e a de direita divergem sobre se o banco foi liquidado ou sofreu intervenção e sobre o número de clientes afetados. Até 7 de novembro de 2026, os textos analisados não traziam resposta dos envolvidos ao patrocínio.
O Ueno Bank, instituição financeira paraguaia descrita como epicentro de uma crise política e econômica no país, patrocinou a Hispanic Prosperity Gala, evento de lideranças da direita realizado em Mar-a-Lago, resort do presidente americano Donald Trump, na Flórida. Eduardo Bolsonaro aparece entre os participantes da cerimônia. O patrocínio ganhou espaço no debate brasileiro depois que o deputado federal Alencar Santana (PT-SP) levou o tema à Comissão de Relações Exteriores da Câmara, em 4 de novembro de 2026.
A cobertura de esquerda, que no conjunto analisado se resume a uma matéria, destacou que o banco está submetido à liquidação após problemas financeiros e indícios de irregularidades, e que patrocinou a gala ao lado de outras entidades, como a organização pró-Trump Latinos for America First. O texto relata que Eduardo Bolsonaro, descrito como deputado federal cassado, participou do evento no começo do ano. Reproduz também a fala de Alencar Santana, para quem o caso mostra uma política financiada pela extrema direita. Essa leitura é do deputado, citada pela matéria, e a estimativa de 3 milhões de clientes sem acesso às contas, 40% da população paraguaia, também é atribuída a ele.
A cobertura de direita, igualmente uma única matéria, deu mais detalhes do evento e do banco. Relata que o Ueno Bank patrocinou a categoria Diamond da gala de 10 de fevereiro, com contribuição de 100 mil dólares, segundo informações divulgadas pela imprensa paraguaia, e que a ligação com o encontro foi noticiada primeiro por um site argentino. A matéria diz que Eduardo Bolsonaro esteve entre os palestrantes anunciados, que Javier Milei, convidado de honra, não compareceu presencialmente e enviou um vídeo, e que o argentino Fernando Cerimedo foi um dos homenageados. Informa ainda que publicações dos organizadores anunciando o apoio do banco e a lista de financiadores no site do evento deixaram de estar disponíveis, embora registros continuem circulando em redes sociais. Nenhum veículo de centro cobriu o caso no conjunto analisado.
As duas matérias coincidem em que o banco patrocinou a gala e em que Eduardo Bolsonaro aparece entre os participantes. Essa coincidência não prova apurações independentes: a matéria de direita credita o patrocínio a um jornal paraguaio e a um site argentino, e a de esquerda não indica a origem da informação.
Há divergências de fato entre os textos. A matéria de esquerda fala em liquidação do banco; a de direita, em intervenção do Banco Central do Paraguai na segunda-feira, 2 de novembro, após o descumprimento de exigências mínimas de solvência. Sobre os clientes, a primeira atribui ao deputado 3 milhões, 40% da população; a segunda cita cerca de 2,9 milhões, quase metade dos 6,4 milhões de habitantes do país. Os valores são mantidos como publicados em cada matéria, e o material não explica a diferença. Eduardo Bolsonaro é chamado de deputado federal cassado em uma e de ex-deputado na outra. A de esquerda não traz o valor do patrocínio, e a de direita não registra a fala do deputado do PT.
Segundo a matéria de direita, a intervenção levou a corridas às agências, protestos em Assunção e à renúncia do presidente do Banco Central paraguaio. O banco administrava cerca de 850 milhões de dólares em recursos públicos. O texto afirma que o presidente Santiago Peña, que foi acionista de uma holding ligada ao principal acionista do banco e deixou a empresa em março de 2025, foi preso em 6 de novembro, após enfrentar um processo de impeachment, segundo as informações que a própria matéria diz ter recebido. Até a manhã de 7 de novembro de 2026, quando saiu a matéria mais recente analisada, os trechos lidos não traziam resposta de Eduardo Bolsonaro, do banco ou dos organizadores ao patrocínio, e o corpo da matéria de direita aparece truncado, o que limita a conclusão sobre o que mais ela registra.
Ueno Bank, liquidado no Paraguai após problemas financeiros, patrocinou gala em Mar-a-Lago com Eduardo Bolsonaro e aliados de Trump.

No centro de uma crise que abalou o governo de Santiago Peña, banco paraguaio financiou reunião de lideranças conservadoras da América Latina
