Edson Fachin encerra no STF apurações sobre Eduardo Bolsonaro, Malafaia e Fiuza
3 veículos de esquerda · 3 veículos de centro · 3 veículos de direita

Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.
3 veículos de esquerda · 3 veículos de centro · 3 veículos de direita

Pela ótica de quem defende a responsabilização de ataques às instituições, as decisões de Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal, são lidas como limpeza de um acervo herdado de Alexandre de Moraes, sem apagar a punição já imposta a Eduardo Bolsonaro por coagir autoridades para proteger o pai, Jair Bolsonaro, no processo da trama golpista. O arquivamento das apurações sobre Silas Malafaia e Guilherme Fiuza seguiu a Procuradoria-Geral da República, e o contexto lembra a crise interna da Corte e a pressão da Ordem dos Advogados do Brasil pelo fim de um inquérito aberto há sete anos.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, arquivou investigações ligadas ao inquérito das fake news contra o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, o pastor Silas Malafaia e o jornalista Guilherme Fiuza.
Pela ótica de quem critica a duração e o alcance do inquérito das fake news, as decisões de Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal, devolvem garantias a investigados que ficaram anos sob medidas restritivas sem acusação formal.
9 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: viés de centro.
Nesta matéria: viés de centro.
Nesta matéria: viés de centro.
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Nesta matéria: viés de centro.
Nesta matéria: viés de centro.
O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal, arquivou investigações do inquérito das fake news contra Eduardo Bolsonaro, Silas Malafaia e Guilherme Fiuza. A condenação de Eduardo por coação continua valendo, Malafaia recupera o passaporte e a acusação de incitação contra Fiuza prescreveu.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, arquivou investigações ligadas ao inquérito das fake news que tinham como alvos o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, o pastor Silas Malafaia e o jornalista Guilherme Fiuza. As decisões foram divulgadas na terça-feira, 27 de outubro, e são as primeiras de uma revisão do acervo que Fachin assumiu em setembro, quando retirou a relatoria do inquérito de Alexandre de Moraes.
Cada caso teve um fundamento diferente. No de Eduardo Bolsonaro, Fachin afirmou que a investigação já tinha cumprido sua finalidade, porque resultou em denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), aceita pela Corte e transformada em ação penal. Eduardo foi condenado pela Primeira Turma do STF em 16 de junho a 4 anos e 2 meses de prisão, em regime semiaberto, por coação no curso do processo, por ter articulado nos Estados Unidos sanções contra autoridades que julgavam o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. A condenação transitou em julgado em 3 de outubro. O mesmo inquérito envolvia o blogueiro Paulo Figueiredo, cuja acusação seguiu para outro procedimento.
No caso de Malafaia, Fachin acolheu parecer da PGR, que não encontrou provas de que o pastor tenha influenciado a atuação de Eduardo e Figueiredo no exterior. O ministro revogou as medidas cautelares e mandou devolver o passaporte, apreendido em agosto de 2025. Quanto a Fiuza, a acusação de incitação ao crime prescreveu, porque o último fato ocorreu em 2022 e o prazo é de três anos. Sobre a suspeita de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, a PGR concluiu que não havia elementos mínimos. As restrições impostas ao jornalista também caíram. Fachin ainda deu cinco dias para a Polícia Federal informar diligências pendentes numa apuração sobre suposto vazamento de inquérito sigiloso por Jair Bolsonaro.
A cobertura de centro concentrou-se nos fundamentos jurídicos, citou trechos das decisões e observou que o arquivamento do caso de Eduardo não tem efeito prático. Veículos de esquerda relataram as decisões em tom informativo e acrescentaram o contexto institucional: a crise que opôs Alexandre de Moraes e André Mendonça no caso do Banco Master, e o pedido da Ordem dos Advogados do Brasil pelo fim de um inquérito aberto há sete anos. Veículos de direita enfatizaram que o arquivamento do inquérito de Eduardo não reverte a condenação, e deram destaque à busca e apreensão sofrida por Malafaia e à revogação do bloqueio de bens e da suspensão de passaporte de Fiuza.
Ainda não se sabe quando Fachin vai arquivar o inquérito das fake news por inteiro. As fontes divergem sobre o número de procedimentos vinculados, entre 104 e 108, e sobre a data de assinatura das decisões, se segunda ou terça-feira. Também não há resposta pública da Polícia Federal sobre as diligências pendentes no caso de Jair Bolsonaro.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, determinou o arquivamento do inquérito que investigou a atuação do

Decisão refere-se ao inquérito das fake news

O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, determinou, nesta terça-feira (27), o arquivamento de investigações contra o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, o pastor Silas Malafaia e o jornalista Guilherme Fiuza, no âmbito do inquérito das fake news. As decisões têm fundamentos distintos. No inquérito envolvendo Eduardo Bolsonaro, Fachin concluiu que a investigação havia cumprido a finalidade para a qual foi instaurada.
Presidente do STF acolheu pedido da PGR e derrubou restrições impostas ao pastor, incluindo a proibição de deixar o país; também foi determinada a restituição dos bens apreendidos duranto as apurações

Ações eram contra Eduardo Bolsonaro, Silas Malafaia e Guilherme Fiúza
Em setembro, o presidente do Supremo avocou o processo para sua relatoria

Casos envolvem o pastor Silas Malafaia, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro e o escritor Guilherme Fiuza

Presidente do STF encerrou apurações contra o pastor Silas Malafaia e o jornalista Guilherme Fiuza

Investigação deu origem à ação penal em que o ex-deputado foi condenado; ministro afirmou que o inquérito já cumpriu sua finalidade

Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: viés de centro.