Zelensky diz que aliados não alertaram sobre míssil russo que matou dois em Kiev
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Um míssil balístico russo atingiu na noite de terça-feira a termelétrica número 4 de Kiev. O presidente Volodymyr Zelensky disse que não houve aviso prévio dos aliados ocidentais. Duas pessoas morreram e cerca de 20 ficaram feridas.
A Rússia atacou infraestrutura crítica de Kiev sem que os aliados avisassem, segundo Zelensky. O caso testa a credibilidade da trégua energética de Trump e a firmeza do apoio ocidental, num momento de pressão americana sobre Kiev.
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Um míssil balístico russo atingiu a termelétrica número 4 de Kiev na noite de terça-feira (13), matou duas pessoas e feriu cerca de 20. O presidente Volodymyr Zelensky disse que os aliados ocidentais não deram aviso prévio, num momento de tensão com Donald Trump.
Um míssil balístico russo atingiu na noite de terça-feira (13) a termelétrica número 4, em Kiev, e o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que o país não recebeu nenhum aviso prévio de seus aliados ocidentais. Duas pessoas morreram e cerca de 20 ficaram feridas, segundo o prefeito da capital, Vitali Klitschko. O ataque também atingiu um prédio residencial no distrito de Desnianski.
A cobertura de centro relatou que Zelensky usou o Facebook para dizer que o alvo principal era a infraestrutura energética e que a usina é uma instalação energética-chave da cidade. Segundo ele, os sistemas ucranianos só detectaram os mísseis quando eles já se aproximavam de Kiev. Jornalistas da agência de notícias que estavam na capital ouviram várias explosões. A Ucrânia depende dos serviços de inteligência militar ocidentais, em particular dos americanos, para detectar lançamentos russos e se preparar.
Os relatos convergem em um ponto de contexto. A ausência de alertas coincide com o aumento da tensão entre Zelensky e o presidente americano, Donald Trump. No domingo (11), Trump surpreendeu ao anunciar uma trégua energética, dizendo que Rússia e Ucrânia haviam concordado em encerrar ataques a usinas de energia e refinarias de petróleo. Ele também criticou várias vezes os ataques ucranianos a refinarias russas, que, segundo afirma, contribuem para a alta dos combustíveis no mundo. No sábado (10), sugeriu que seria hora de a Ucrânia ter um novo presidente.
Veículos de direita enfatizaram o episódio como um teste da trégua energética anunciada por Trump e da dependência ucraniana da inteligência americana, destacando o contexto de pressão de Washington sobre Kiev. A cobertura de centro acrescentou links de contexto sobre a rejeição russa a uma trégua de 60 dias para eleições na Ucrânia e sobre o plano da Otan para proteger aliados europeus.
No conjunto analisado, nenhum veículo de esquerda cobriu o caso. Uma leitura provável desse campo, a partir dos fatos reportados, enfatizaria o custo humano do ataque a civis e a vulnerabilidade da população diante da destruição da infraestrutura de energia, além do papel das decisões políticas de Washington sobre a segurança de Kiev.
O que ainda não se sabe: não há resposta do governo russo nas matérias, que não explicam por que não houve alerta dos aliados nem se a falha foi técnica ou política. Também não está claro o tamanho dos danos à usina nem se a Rússia reconhece a trégua energética anunciada por Trump.
Ucrânia depende dos serviços de inteligência militar ocidentais, em particular dos americanos, para detectar os ataques russos e se preparar

Presidente ucraniano afirmou que sistemas ucranianos só detectaram mísseis quando eles já se aproximavam da cidade, e disse que usina atacada é
