Ataque russo com 36 mísseis e 172 drones corta energia em cinco regiões da Ucrânia
1 veículo de esquerda · 3 veículos de centro · 2 veículos de direita

Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.
1 veículo de esquerda · 3 veículos de centro · 2 veículos de direita

Na madrugada de sábado, 7 de novembro, a Rússia lançou 36 mísseis balísticos e 172 drones contra a Ucrânia, segundo o presidente Volodimir Zelensky. O Ministério da Energia da Ucrânia informou cortes de eletricidade nas regiões de Dnipropetrovsk, Donetsk, Kiev, Jytomyr e Kharkiv, sem divulgar quantos consumidores foram afetados. Zelensky citou ao menos nove feridos, incluindo uma criança, e o prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, disse que a Ponte Norte foi danificada e que aquecimento e abastecimento de água foram comprometidos. Duas matérias trazem o despacho creditado à mesma agência internacional, e uma terceira credita informações à mesma agência junto com a própria redação. A repetição desses pontos decorre em parte dessa origem comum, e não de confirmação independente.
Com base em IstoÉ, RFI Brasil e Folha de S.Paulo
A única matéria de veículo de esquerda no conjunto, creditada a uma agência internacional, relata o ataque russo com 36 mísseis balísticos e 172 drones, números atribuídos a Zelensky, que provocou cortes de energia em cinco regiões e deixou ao menos nove feridos.
Com base em CartaCapital
Os veículos de direita relataram o ataque com os mesmos números atribuídos a Zelensky: 36 mísseis balísticos, 172 drones e ao menos nove feridos, incluindo uma criança. Uma das matérias acrescenta, segundo o prefeito Vitali Klitschko, ao menos cinco feridos em Kiev, entre eles um adolescente de 14 anos, e uma escola infantil destruída, segundo serviços de emergência.
Com base em Revista Oeste e Exame
6 veículos
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Nesta matéria: viés de centro.
Nesta matéria: viés de centro.
A Rússia atacou a Ucrânia na madrugada de 7 de novembro de 2026 com 36 mísseis balísticos e 172 drones, segundo o presidente Volodimir Zelensky. O Ministério da Energia ucraniano relatou cortes de eletricidade em cinco regiões, e o prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, disse que a Ponte Norte foi danificada. O ataque veio às vésperas da reunião entre Ucrânia, Estados Unidos e Rússia marcada para 10 e 11 de novembro, em Abu Dhabi.
A Rússia lançou na madrugada de sábado, 7 de novembro de 2026, um ataque combinado contra a Ucrânia que, segundo o presidente Volodimir Zelensky, empregou 36 mísseis balísticos e 172 drones e atingiu cerca de dez regiões do país. Zelensky afirmou que ao menos nove pessoas ficaram feridas, entre elas uma criança. O alvo principal foi o sistema de energia: o Ministério da Energia da Ucrânia informou que consumidores das regiões de Dnipropetrovsk, Donetsk, Kiev, Jytomyr e Kharkiv ficaram sem eletricidade, com danos significativos a diversas instalações na região da capital, e não divulgou quantas residências foram afetadas.
Em Kiev, o prefeito Vitali Klitschko disse que a situação do fornecimento de energia é extremamente complicada e que o aquecimento e o abastecimento de água foram comprometidos. Ele informou ainda que a Ponte Norte, sobre o rio Dnieper, foi danificada e teve o tráfego bloqueado. A estrutura já havia sido atingida em outubro, e as autoridades haviam instalado redes antidrones para protegê-la. Segundo o ministério, as equipes de reparo trabalham sob constantes alertas aéreos. A cobertura de direita acrescentou que, segundo Klitschko, ao menos cinco pessoas ficaram feridas em Kiev, entre elas um adolescente de 14 anos, e que uma escola infantil foi destruída, conforme os serviços de emergência.
A cobertura de esquerda, de centro e de direita converge nesses números, todos atribuídos a Zelensky e às autoridades ucranianas. Vale uma ressalva sobre essa convergência: duas das matérias lidas, uma de esquerda e uma de centro, trazem o mesmo despacho creditado a uma agência internacional, e uma terceira, de centro, credita informações à mesma agência e à própria redação. A repetição, portanto, não equivale a confirmação independente. Uma das matérias de centro acrescenta a declaração de Zelensky de que, segundo análises preliminares, os russos teriam usado mísseis fabricados e entregues pela Coreia do Norte, informação atribuída a ele e sem confirmação adicional nos textos. Outra matéria de centro, sem números nem fontes nomeadas, concentra-se no impacto do frio sobre a população e lembra que o direito internacional humanitário exige distinção, proporcionalidade e precaução nos ataques.
O ataque ocorreu às vésperas da reunião trilateral entre emissários da Ucrânia, dos Estados Unidos e da Rússia, prevista para 10 e 11 de novembro, em Abu Dhabi. Zelensky ironizou que os bombardeios são a forma como Moscou prepara o encontro e disse esperar que o governo e o Congresso dos Estados Unidos prestem mais atenção à Ucrânia. A última reunião do tipo, em meados de fevereiro, em Genebra, terminou sem avanços. Moscou exige a retirada completa das forças ucranianas de Donetsk, e Kiev rejeita, por considerar que isso a deixaria exposta a novos ataques. A Rússia controla cerca de um quinto do território ucraniano.
Há diferenças de escopo e de fonte. Entre as matérias lidas, apenas uma, de direita, registra a versão do Ministério da Defesa da Rússia, que confirmou ter atacado a Ponte Norte sob a justificativa de que ela servia ao transporte de armamentos para as forças ucranianas e disse ter atingido uma fábrica de mísseis, uma usina, subestações e uma unidade de munições na região de Kiev. Essa mesma matéria fala em drones sobre a capital e outras 12 regiões, número diferente do atribuído a Zelensky nas demais (cerca de dez regiões), sem explicar a diferença. Ela menciona ainda ataques ucranianos com drones em território russo, com 411 aparelhos derrubados, segundo Moscou.
O que não se sabia até a tarde de 7 de novembro, quando saíram as matérias analisadas: o governo ucraniano não havia divulgado quantos consumidores estavam sem energia nem quando o serviço seria restabelecido, e os textos lidos não trazem confirmação independente dos alvos militares alegados por Moscou.
Ataques russos atingem a infraestrutura energética da Ucrânia e deixam moradores sem eletricidade e aquecimento com temperaturas próximas de 0°C.

Os bombardeios ocorreram às vésperas de uma nova rodada de negociações de paz entre os dois países

A Rússia lançou na madrugada deste sábado (7) uma nova ofensiva de grandes proporções contra a infraestrutura energética da Ucrânia, provocando cortes de eletricidade em diversas regiões do país e agravando…

Às vésperas de mais um inverno rigoroso, o país foi alvo de novos bombardeios, que atingiram a infraestrutura energética deixaram ao menos nove feridos

Ataques atingiram cerca de dez regiões, deixaram ao menos nove feridos e danificaram uma ponte em Kiev; bombardeios ocorrem às vésperas de nova rodada de negociações de paz

Ofensiva derruba o fornecimento elétrico em áreas estratégicas do país
