AtlasIntel mostra empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro no segundo turno
1 veículo de esquerda · 4 veículos de centro

Resumo da cobertura
A pesquisa AtlasIntel divulgada em 17 de setembro mostra Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 44,1% no primeiro turno e Flávio Bolsonaro (PL) com 41,7%, após alta de cinco pontos do senador. No segundo turno, Flávio tem 47,2% e Lula 46,8%, empate técnico dentro da margem de erro de um ponto. Lula tem a maior rejeição, 52%, e também a melhor imagem positiva, 45%.
Alguém precisa ver os dois lados disso?
Como cada lado cobriu
5 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
- Revista FórumPesquisa AtlasIntel mostra como crise no STF impacta Lula e Flávio BolsonaroPesquisa AtlasIntel Bloomberg, divulgada nesta quinta-feira (17), revela como a crise no Supremo Tribunal Federal (STF) está impactando nas candidaturas de
Análise editorial
Usa os números da pesquisa, mas estrutura o texto para realçar que a percepção sobre o caso Master se inverteu contra Flávio Bolsonaro, chamando o esquema de 'comandado por Daniel Vorcaro' e destacando a imagem do senador 'mais ligada ao esquema'. O veículo se declara do campo progressista no próprio texto.
- Qualidade argumentativa
- 51/100
- Manipulação emocional
- 30/100
- Clickbait
- 25/100
- Fontes citadas
- 1
Perspectivas omitidas
- Não informa margem de erro, tamanho da amostra nem registro no TSE
- Minimiza o dado de que 49,5% veem a crise no STF prejudicando mais Lula ao contrastá-lo com o recorte do Banco Master
- Não menciona a rejeição de 52% de Lula
Falácias identificadas
- Ênfase seletiva em recorte favorável a um lado
Veículos com viés ao centro
- MetrópolesLula tem 52% de rejeição e Flávio Bolsonaro, 50,2%, segundo AtlasIntelLula também lidera entre os presidenciáveis com a imagem mais positiva. No quesito, o petista tem 45%, enquanto Flávio soma 42%
Análise editorial
Relata números de rejeição (52% Lula, 50,2% Flávio), imagem positiva e temor de cada cenário, com margem de erro, amostra e registro. Apresenta dados favoráveis e desfavoráveis aos dois candidatos sem adjetivação.
- Qualidade argumentativa
- 72/100
- Manipulação emocional
- 10/100
- Clickbait
- 15/100
- Fontes citadas
- 2
Perspectivas omitidas
- Não compara a rejeição atual com edições anteriores da pesquisa
- MetrópolesFlávio Bolsonaro tem 47,2% no 2º turno e Lula, 46,8%, diz AtlasIntelPesquisa indica empate técnico entre os dois no segundo turno. Atlas ouviu 5.018 pessoas entre 11 e 16 de setembro
Análise editorial
Destaca que Flávio está numericamente à frente (47,2% a 46,8%), mas ressalva o empate técnico pela margem de erro e lista os quatro outros cenários, todos com vitória de Lula. Registra também a queda anterior do senador entre fevereiro e abril.
- Qualidade argumentativa
- 73/100
- Manipulação emocional
- 10/100
- Clickbait
- 15/100
- Fontes citadas
- 2
Perspectivas omitidas
- Não detalha a data exata da edição anterior usada na comparação
- MetrópolesAtlasIntel: Lula tem 44,1% no 1º turno e Flávio Bolsonaro encosta com 41,7%Flávio cresceu cinco pontos percentuais desde o início do mês, enquanto Lula ganhou um ponto, indica pesquisa
Análise editorial
Apresenta o primeiro turno (44,1% Lula, 41,7% Flávio) e os demais candidatos, com margem de erro e registro. O verbo 'encosta' no título dá leve ênfase ao crescimento do senador, mas o corpo é descritivo.
- Qualidade argumentativa
- 71/100
- Manipulação emocional
- 15/100
- Clickbait
- 20/100
- Fontes citadas
- 2
Perspectivas omitidas
- Não explica fatores associados à alta de cinco pontos de Flávio Bolsonaro
Ponto cego: esse lado ficou de fora.
Nenhum veículo de direita cobriu esta história.
A nova pesquisa AtlasIntel, feita entre 11 e 16 de setembro com 5.018 entrevistas, mostra Lula à frente no primeiro turno, com 44,1%, e Flávio Bolsonaro em alta de cinco pontos, com 41,7%. No segundo turno, o senador tem 47,2% e o presidente 46,8%, empate técnico dentro da margem de erro de um ponto.
A pesquisa AtlasIntel divulgada na quinta-feira, 17 de setembro, mostra a corrida presidencial de 2026 mais apertada. No primeiro turno, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, tem 44,1% das intenções de voto, um ponto a mais do que no início do mês. O senador Flávio Bolsonaro, do PL, subiu cinco pontos e chegou a 41,7%.
No segundo turno, Flávio aparece numericamente à frente pela segunda edição consecutiva, com 47,2% contra 46,8% de Lula. A diferença está dentro da margem de erro, de um ponto percentual para mais ou para menos, o que configura empate técnico. O levantamento ouviu 5.018 pessoas entre 11 e 16 de setembro e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral, o TSE, com o número BR-06221/2026.
A cobertura de centro detalhou os demais números. No primeiro turno, Renan Santos, do partido Missão, tem 5,1%; Augusto Cury, do Avante, 3,5%; Ronaldo Caiado, do PSD, 1,7%; e Romeu Zema, do Novo, 1,1%. Nos outros cenários de segundo turno, Lula vence todos: 46,3% contra 43,7% de Zema, 46% contra 41,7% de Caiado, 45,6% contra 37,8% de Cury e 46,1% contra 29,7% de Renan Santos.
A pesquisa também mediu rejeição e temor. Lula é rejeitado por 52% dos entrevistados, a maior taxa entre os presidenciáveis, seguido por Flávio, com 50,2%. Ao mesmo tempo, Lula tem a imagem mais positiva, com 45%, contra 42% do senador. Renan Santos tem a imagem mais negativa, apontada por 65%. Quando perguntados sobre qual resultado causa mais medo, 46,6% citaram a reeleição de Lula e 46,2% a eleição de Flávio. Para 7%, os dois cenários preocupam igualmente.
Veículos de esquerda destacaram outro recorte do levantamento: o efeito da crise no Supremo Tribunal Federal e do caso Banco Master sobre os dois candidatos. Segundo esses veículos, 49,5% dos entrevistados acham que a crise envolvendo ministros do Supremo prejudica mais Lula, e 20,9% que afeta mais Flávio. Já a percepção sobre o escândalo do Banco Master, ligado ao banqueiro Daniel Vorcaro, mudou ao longo do ano. Hoje, 41,2% dizem que o caso atinge principalmente aliados de Bolsonaro e 40,2% que atinge mais aliados de Lula. Em março, 39,5% ligavam o caso a aliados de Lula e 28,3% ao grupo de Bolsonaro. A leitura desses veículos é que a imagem de Flávio passou a ser mais associada ao esquema.
A cobertura de centro, por sua vez, concentrou-se na disputa numérica. Enfatizou o crescimento de Flávio e o empate técnico no segundo turno, e lembrou que o senador já havia ficado à frente de Lula entre fevereiro e abril, antes de cair 5,5 pontos. Veículos de direita não publicaram cobertura própria deste levantamento no conjunto analisado, o que deixa esse lado como ponto cego da história.
O que ainda não se sabe é o que explica a alta de cinco pontos de Flávio no primeiro turno em poucas semanas. Nenhuma das reportagens atribuiu o movimento a uma causa. Também não está claro se a vantagem numérica do senador no segundo turno vai se sustentar nas próximas pesquisas, já que a diferença segue dentro da margem de erro.
Briefing
O que importa para você
- Empate técnico no segundo turno: a margem de erro é de um ponto percentual.
- Flávio Bolsonaro ganhou cinco pontos no primeiro turno desde o início de setembro.
- Lula vence todos os outros cenários de segundo turno testados, contra Romeu Zema, Ronaldo Caiado, Augusto Cury e Renan Santos.
- Amostra de 5.018 entrevistas, registro BR-06221/2026 no Tribunal Superior Eleitoral.
Onde os lados concordam
- Lula lidera o primeiro turno com 44,1% contra 41,7% de Flávio Bolsonaro.
- No segundo turno, Flávio tem 47,2% e Lula 46,8%, diferença dentro da margem de erro.
O que ainda está incerto
- Nenhuma fonte explicou o que motivou a alta de cinco pontos de Flávio Bolsonaro no primeiro turno.
- Não há cobertura de veículos de direita sobre este levantamento no conjunto analisado.
Fontes

Lula também lidera entre os presidenciáveis com a imagem mais positiva. No quesito, o petista tem 45%, enquanto Flávio soma 42%

Pesquisa indica empate técnico entre os dois no segundo turno. Atlas ouviu 5.018 pessoas entre 11 e 16 de setembro

Flávio cresceu cinco pontos percentuais desde o início do mês, enquanto Lula ganhou um ponto, indica pesquisa

Pesquisa AtlasIntel Bloomberg, divulgada nesta quinta-feira (17), revela como a crise no Supremo Tribunal Federal (STF) está impactando nas candidaturas de

Para 7%, ambos os cenários preocupam igualmente, e 0,2% não souberam responder



