AtlasIntel: Tarcísio de Freitas tem 57,1% e Haddad 42,4% em São Paulo
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Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
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Pela ótica da liderança consolidada e do controle institucional da disputa, os números indicam uma corrida com favorito claro em São Paulo. Tarcísio de Freitas, do Republicanos, marca 57,1% nos votos válidos de primeiro turno, acima da metade dos votos que o Tribunal Superior Eleitoral considera para definir a eleição, e 55,2% nos votos totais, mais de 14 pontos percentuais à frente de Fernando Haddad, do Partido dos Trabalhadores. A vantagem se repete na simulação de segundo turno, com 57,1% a 42,9% nos votos válidos. O espaço de indefinição é estreito: brancos e nulos somam 2,6% e apenas 0,7% dizem não saber, o que reduz o estoque de eleitores a conquistar. A ficha metodológica é completa, com amostra de 1.800 entrevistados, margem de erro de 2 pontos percentuais e registro no tribunal.
O instituto AtlasIntel divulgou em 23 de setembro de 2026 uma pesquisa de intenção de voto para o governo de São Paulo. Nos votos válidos de primeiro turno, que excluem brancos, nulos e indecisos, Tarcísio de Freitas, do Republicanos, aparece com 57,1% e Fernando Haddad, do Partido dos Trabalhadores, com 42,4%.
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A pesquisa AtlasIntel divulgada em 23 de setembro de 2026 mede a disputa pelo governo de São Paulo nas eleições de 2026. O levantamento ouviu 1.800 eleitores entre 15 e 20 de setembro, apresenta os resultados em votos totais e em votos válidos e traz margem de erro de 2 pontos percentuais, com registro no Tribunal Superior Eleitoral.
O instituto AtlasIntel divulgou em 23 de setembro de 2026 uma pesquisa de intenção de voto para o governo de São Paulo nas eleições de 2026. O levantamento coloca Tarcísio de Freitas, do Republicanos, à frente de Fernando Haddad, do Partido dos Trabalhadores, nos dois cenários simulados. Nos votos válidos de primeiro turno, que excluem brancos, nulos e indecisos, os números são 57,1% para Tarcísio de Freitas e 42,4% para Fernando Haddad. É esse o critério que o Tribunal Superior Eleitoral usa para contabilizar o resultado das urnas.
No cenário de votos totais, a diferença entre os dois primeiros passa de 14 pontos percentuais: Tarcísio de Freitas com 55,2% e Fernando Haddad com 41%. As demais candidaturas pontuam de forma residual nesse mesmo cenário, com Vivian Mendes, da Unidade Popular, em 0,4%, Carlos Machado, do Partido Comunista Brasileiro, em 0,1% e Vera Lúcia, do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado, em 0%. Brancos e nulos somam 2,6% e 0,7% dizem não saber. Na simulação de segundo turno, o instituto registra 57,1% para Tarcísio de Freitas e 42,9% para Fernando Haddad nos votos válidos, e 55,6% a 41,7% nos votos totais, com 2,3% de brancos e nulos e 0,4% de indecisos.
A ficha metodológica informa 1.800 entrevistados, campo de 15 a 20 de setembro de 2026, nível de confiança de 95% e margem de erro de 2 pontos percentuais. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número SP-02676/2026 e foi contratado pelo próprio instituto, sem cliente externo declarado.
Até o momento, apenas um veículo do acervo cobriu a divulgação desta pesquisa, e a matéria é essencialmente uma tabulação dos números acompanhada da metodologia. Não há, portanto, cobertura de campos editoriais distintos para comparar enquadramento: esta story não permite medir divergência de ênfase entre veículos, e nenhuma interpretação ideológica pode ser atribuída a lados que não escreveram sobre o caso. O que existe de ressalva vem da própria cobertura, num bloco padrão em que o veículo registra que pesquisas publicadas nas eleições de 2022 apresentaram discrepâncias relevantes em relação ao resultado apresentado na urna, e que levantamentos de intenção de voto são leitura de momento, não previsão.
Alguns pontos ficam em aberto. A matéria não traz série histórica do mesmo instituto no estado, então não é possível saber se a diferença entre os dois primeiros cresceu ou diminuiu ao longo da campanha. Também não há índices de rejeição, avaliação de governo ou recortes por região, renda e escolaridade, que costumam explicar movimentos de voto nas semanas finais. A técnica de coleta das entrevistas não é informada, apenas o tamanho da amostra e o período de campo. Há ainda uma inconsistência interna: o parágrafo de abertura atribui 42,2% a Fernando Haddad nos votos válidos, enquanto a tabela do mesmo cenário registra 42,4%, sem que o texto explique a diferença. E, como nenhum outro instituto aparece com levantamento do mesmo período nesta cobertura, não há base para confrontar os percentuais com medições independentes.
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