Eduardo Paes cobra segundo turno no Rio de Janeiro e PSD aposta no STF
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A cobertura de centro relatou que Eduardo Paes publicou vídeo pedindo segundo turno na eleição para o governo do Rio de Janeiro e que o PSD quer que a votação ocorra nas eleições suplementares de 6 de dezembro. Um texto registrou a crítica do governador eleito Douglas Ruas, que chamou o movimento de afronta à Justiça Eleitoral. Outro atribuiu a anulação dos votos de Anthony Garotinho à desistência de um recurso em 5 de outubro, versão diferente das demais matérias.
Com base em Poder360 e Valor Econômico
O único veículo de esquerda do conjunto destacou o argumento do PSD de que os votos de Anthony Garotinho devem contar no cálculo da maioria absoluta e de que a exclusão posterior desconsiderou a escolha de centenas de milhares de eleitores.
Com base em TVT News
Veículos de direita relataram o vídeo de Eduardo Paes e a ação do PSD no Supremo Tribunal Federal. Um texto registrou que Douglas Ruas disse confiar no sistema eleitoral e considerar a disputa encerrada, além do parecer do presidente do TSE, Nunes Marques, sobre a inviabilidade de votar em 25 de outubro.
Com base em Revista Oeste e Pleno News
6 veículos
Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
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Veículos com viés à direita
Nesta matéria: viés de centro.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Eduardo Paes publicou vídeo em 3 de novembro pedindo segundo turno na eleição para o governo do Rio de Janeiro. O PSD contesta no Supremo Tribunal Federal a anulação dos 274.411 votos de Anthony Garotinho, que deu a Douglas Ruas 50,88% dos válidos. Ruas afirma que a disputa está encerrada.
O ex-prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes, do Partido Social Democrático (PSD), publicou na terça-feira, 3 de novembro, um vídeo nas redes sociais em que convoca apoiadores a defender a realização de um segundo turno na eleição para o governo fluminense. Derrotado na disputa, ele contesta a anulação dos 274.411 votos dados a Anthony Garotinho, do Republicanos, que levou Douglas Ruas, do PL, a ser proclamado eleito ainda no primeiro turno.
As matérias que trazem os números convergem. Na apuração de 4 de outubro, Ruas tinha 49,27% dos votos válidos e Paes, 42,76%. Garotinho, que concorreu com o registro de candidatura indeferido, teve 3,17%. Sem os votos dele, o total de válidos encolheu e Ruas chegou a 50,88%, acima da maioria absoluta. No vídeo, Paes diz que ficou em silêncio para não interferir na eleição presidencial e afirma que a Constituição prevê segundo turno quando ninguém passa da metade dos votos. O PSD levou o caso ao Supremo Tribunal Federal (STF) por meio de uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental, sob relatoria do ministro Cristiano Zanin.
A cobertura de centro relatou que o partido pede que a votação ocorra nas eleições suplementares previstas pela Justiça Eleitoral para 6 de dezembro, e descreveu a mobilização digital dos aliados, com grupo de mensagens e abaixo-assinado. Um texto de centro registrou a reação de Ruas, que chamou os questionamentos de afronta à Justiça Eleitoral. Outro texto de centro trouxe uma versão diferente da origem do resultado: segundo ele, Garotinho desistiu do recurso em 5 de outubro, enquanto outras matérias atribuem a anulação a uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de 8 de outubro, tomada por 5 votos a 2 segundo um dos textos. Esse mesmo texto lembrou que Paes chegou a acusar Garotinho e Ruas de articular uma manobra contra o segundo turno.
O único veículo de esquerda do conjunto destacou o argumento do PSD de que a exclusão posterior dos votos mudou o critério para definir a segunda etapa e desconsiderou a escolha de centenas de milhares de eleitores. O texto identificou a ação como ADPF 1.362 e registrou que Zanin já havia rejeitado um recurso anterior da coligação de Paes. Ele não registrou a resposta de Ruas.
Veículos de direita também relataram a ação no STF. Um deles registrou que Ruas disse confiar no sistema eleitoral e considerar a disputa encerrada, além do parecer em que o presidente do TSE, ministro Nunes Marques, afirmou ao Supremo que já não era tecnicamente possível votar em 25 de outubro. Outro reproduziu longos trechos do vídeo e destacou que Paes esperou para não atrapalhar a campanha de seu aliado na disputa presidencial, Luiz Inácio Lula da Silva.
Até a noite de 3 de novembro, quando saíram as matérias analisadas, o STF não havia julgado a ação. Segundo a cobertura de centro, Zanin ainda aguardava as manifestações da Procuradoria-Geral da República e da Advocacia-Geral da União. Nenhum texto informou prazo para a decisão nem se uma eventual nova votação seria viável na data pedida pelo PSD.
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