Pesquisas do 2º turno mostram Flávio Bolsonaro e Lula em empate técnico
2 veículos de centro · 1 veículo de direita

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A cobertura factual mostra Flávio Bolsonaro e Lula em empate técnico no segundo turno da eleição presidencial de 2026, segundo Quaest e Datafolha. A CNT, com o Instituto MDA, divulga a sua rodada em 16 de outubro.
Sob a ótica da direita, Flávio Bolsonaro mantém a dianteira numérica nas três medições, o que reforça a leitura de rejeição ao governo. A ênfase recai sobre a liderança nos votos válidos e a desaprovação de quase metade do eleitorado.
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Veículos com viés à esquerda
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Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
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Veículos com viés à direita
As pesquisas do segundo turno da eleição presidencial de 2026 mostram Flávio Bolsonaro e Lula em empate técnico. A Quaest registrou 46% a 44% e o Datafolha, 51% a 49% nos votos válidos. A CNT, com o Instituto MDA, divulga a sua rodada em 16 de outubro.
A disputa do segundo turno da eleição presidencial de 2026 chega à última semana com Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) em empate técnico nas pesquisas divulgadas até agora. Três levantamentos foram publicados em três dias seguidos, entre 14 e 16 de outubro.
A Quaest divulgou na quarta-feira, 14 de outubro, a primeira pesquisa do segundo turno. Flávio aparece com 46% e Lula com 44%, com margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. Indecisos somam 1%, e brancos, nulos ou quem não pretende votar somam 9%. A Quaest ouviu 2.154 eleitores em 124 municípios, de 10 a 13 de outubro, e o levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral. Na avaliação do governo, 45% aprovam e 48% desaprovam a gestão Lula. Na avaliação geral, 34% a consideram positiva, 24% regular e 40% negativa.
O Datafolha divulgou o seu levantamento na quinta-feira, 15 de outubro. Nos votos válidos, Flávio tem 51% e Lula 49%, contra 52% a 48% na rodada de 8 de outubro. Considerando todos os entrevistados, Flávio tem 47% e Lula 45%, com 6% de brancos e nulos e 2% que não souberam responder. A pesquisa ouviu 2.520 pessoas de 16 anos ou mais, de 13 a 15 de outubro, tem margem de dois pontos e registro BR-00466/2026 no TSE. A cobertura lembra que, no primeiro turno, Flávio teve 56,1 milhões de votos, ou 47,03% dos votos válidos, e Lula 53,8 milhões, ou 45,16%.
A Confederação Nacional do Transporte, em parceria com o Instituto MDA Pesquisa, divulga nesta sexta-feira, 16 de outubro, a 172ª rodada da Pesquisa CNT de Opinião. Foram ouvidos 2.002 eleitores em cerca de 140 municípios, nas 27 unidades da Federação, de 13 a 15 de outubro. A margem de erro é de 2,2 pontos, a pesquisa custou R$ 222.453 e está registrada sob o número BR-00652/2026. O levantamento mede a intenção de voto espontânea e estimulada, o grau de definição do voto e a percepção sobre o governo e sobre o desempenho pessoal de Lula.
A cobertura de centro apresentou os números de forma descritiva, com ênfase na margem de erro e no registro das pesquisas. Veículos de direita destacaram a dianteira numérica de Flávio, em texto com chamada de urgência, e a comparação com a rodada anterior, em que a vantagem era de quatro pontos nos votos válidos. Veículos de esquerda não aparecem no conjunto de reportagens reunido, e por isso não há enquadramento próprio desse campo a relatar. A redução da diferença entre os candidatos, de quatro para dois pontos, aparece como o dado central em mais de uma cobertura.
O que ainda não se sabe é o resultado da pesquisa CNT/MDA, que as reportagens apenas anunciam. Também não está claro se a aproximação entre os candidatos é uma tendência ou oscilação dentro da margem de erro, já que as diferenças de dois pontos não permitem apontar um favorito. Os textos não detalham como os indecisos e os eleitores de brancos e nulos se comportarão na votação.
A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece com 51% das intenções de votos válidos no segundo turno das eleições presidenciais de

Levantamento ouviu 2.002 eleitores em cerca de 140 municípios e também avalia o governo federal
