%2Fhttps%3A%2F%2Fi.s3.glbimg.com%2Fv1%2FAUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8%2Finternal_photos%2Fbs%2F2026%2Fw%2Fs%2FfqdcqBQM6KfDa2vloNMg%2Fimg-0147.jpg.jpeg&w=1920&q=72&output=webp)
Augusto Cury quer comissão de juristas para revisar condenações do 8 de Janeiro
2 veículos de centro · 1 veículo de direita
Toque num lado para ler o resumo dele.
Alguém precisa ver os dois lados disso?
Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.
%2Fhttps%3A%2F%2Fi.s3.glbimg.com%2Fv1%2FAUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8%2Finternal_photos%2Fbs%2F2026%2Fw%2Fs%2FfqdcqBQM6KfDa2vloNMg%2Fimg-0147.jpg.jpeg&w=1920&q=72&output=webp)
2 veículos de centro · 1 veículo de direita
Toque num lado para ler o resumo dele.
Alguém precisa ver os dois lados disso?
Descubra seu lugar no espectro político brasileiro
Fazer o testeGrátis. Cerca de 5 minutos. Seu resultado fica salvo.
Em sabatina realizada em 28 de agosto de 2026, no Rio de Janeiro, o psiquiatra e escritor Augusto Cury, candidato à Presidência da República pelo Avante, afirmou que, se eleito, convocará uma comissão de juristas brasileiros e estrangeiros para examinar os processos ligados ao 8 de Janeiro de 2023 e à trama golpista antes de decidir sobre eventual anistia aos condenados. Cury disse que o julgamento até aqui não foi suficiente para formar sua posição e que quer verificar se houve vícios processuais e penas desproporcionais. Também defendeu o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal que cometam erros, o fim da vitaliciedade e mandatos de oito anos na Corte, além de parlamentarismo, fim da reeleição, um governo com oito ministérios, integração das polícias, apoio à PEC da Segurança e taxação das grandes plataformas digitais. Recusou-se a se classificar como de direita ou de esquerda, dizendo ter mente capitalista e coração social.
Esquerda
Sem cobertura neste espectro.
Centro
Em sabatina realizada em 28 de agosto de 2026, no Rio de Janeiro, o psiquiatra e escritor Augusto Cury, candidato à Presidência da República pelo Avante, afirmou que, se eleito, convocará uma comissão de juristas brasileiros e estrangeiros para examinar os processos ligados ao 8 de Janeiro de 2023 e à trama golpista antes de decidir sobre eventual anistia aos condenados.
Direita
Uma leitura à direita destaca que o candidato do Avante colocou na mesa aquilo que a oposição vem cobrando: rever penas que considera desproporcionais aos condenados do 8 de Janeiro de 2023, submeter os processos ao escrutínio de juristas de fora do circuito brasileiro e acabar com a vitaliciedade dos ministros do Supremo Tribunal Federal, substituída por mandatos de oito anos.
3 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Relato factual em estilo de entrevista, com falas marcadas por travessão e sem vocabulário valorativo do repórter. As propostas aparecem lado a lado, sem adesão nem crítica: anistia, impeachment de ministros, parlamentarismo e distanciamento de Pablo Marçal. Falta contexto institucional sobre a viabilidade das mudanças no Supremo, o que é lacuna informativa e não inclinação ideológica.
Perspectivas omitidas
É o texto mais completo do conjunto e o mais equilibrado na distribuição de temas: cobre anistia, reforma do Supremo, segurança pública, taxação de plataformas, estrutura ministerial e acenos ao Centrão, sem hierarquizar por conveniência ideológica. O repórter não adjetiva as propostas e mantém as opiniões do candidato entre aspas. As lacunas são de checagem, não de enquadramento.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
O texto reproduz de forma correta as falas do candidato, mas a seleção temática privilegia os eixos caros à audiência de direita: anistia aos condenados do 8 de Janeiro, impeachment de ministros do Supremo e fim da vitaliciedade. Propostas de outro sinal apresentadas na mesma entrevista, como taxação das plataformas digitais e apoio à PEC da Segurança, ficam de fora. O enquadramento é de recorte, não de distorção factual.
Perspectivas omitidas
Em sabatina com presidenciáveis no Rio de Janeiro, o psiquiatra Augusto Cury afirmou que, se eleito, formará uma comissão de juristas brasileiros e estrangeiros para examinar os processos do 8 de Janeiro antes de decidir sobre anistia. Ele também defendeu o fim da vitaliciedade no Supremo Tribunal Federal, parlamentarismo e taxação das grandes plataformas digitais.
O psiquiatra e escritor Augusto Cury, candidato à Presidência da República pelo Avante, afirmou que, se eleito, convocará um grupo de juristas brasileiros e estrangeiros para examinar os processos ligados ao 8 de Janeiro de 2023 e à trama golpista antes de decidir sobre eventual anistia aos condenados. A declaração foi dada em 28 de agosto de 2026, no Rio de Janeiro, durante sabatina com presidenciáveis promovida por um consórcio de jornal, rádio e portal, a última de uma série que já havia recebido Romeu Zema, do Novo, Ronaldo Caiado, do PSD, e Renan Santos, do Missão.
Segundo o candidato, o julgamento realizado até agora não foi suficiente para que ele formasse posição sobre o tema. Ele disse querer verificar se houve vícios nos processos, se houve tentativa de golpe e se as penas aplicadas foram desproporcionais, e afirmou que não pretende entrar no que chamou de polarização esquizofrênica. Pressionado, deu opinião pessoal: considera que houve condenações desproporcionais, e citou o caso conhecido pela alcunha de Débora do Batom.
A cobertura de centro registrou o conjunto das propostas apresentadas na entrevista. Cury defendeu o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal que cometam erros, disse ser o único a propor uma reforma séria da Corte, com o fim da vitaliciedade e mandatos de oito anos, e afirmou que as duas próximas vagas deveriam ser preenchidas por mulheres. Declarou-se contra a reeleição e favorável ao parlamentarismo ou ao semipresidencialismo, com um primeiro-ministro chancelado pelo Congresso Nacional e sujeito a moção de desconfiança. Prometeu um governo com apenas oito ministérios e secretarias executivas fortalecidas, fez aceno ao Centrão como fator de equilíbrio e citou Ronaldo Caiado e o governador gaúcho Eduardo Leite como quadros de quem gosta. Na segurança pública, propôs integrar as polícias, criar uma corporação preventiva chamada Foco com meta de 400 mil profissionais, equivalente a 5% da força de trabalho dos municípios, e apoiar a PEC da Segurança, que tramita no Senado. Disse ser contra armar a população, favorável às câmeras nas fardas policiais e contra a regulação das redes sociais, mas defensor da taxação das grandes plataformas digitais. Questionado sobre seu lugar no espectro ideológico, respondeu ter mente capitalista e coração social. Negou que faria um governo de amigos e descartou convidar Pablo Marçal, do PRTB, para ministério.
Veículos de direita reproduziram o episódio com recorte mais estreito, concentrado na promessa de rever os processos do 8 de Janeiro, no impeachment de ministros do Supremo e no fim da vitaliciedade, temas que a oposição vem cobrando. Nessa cobertura ficaram de fora a defesa da taxação das big techs, o apoio à PEC da Segurança do governo Lula, a posição contrária a armar a população e a opinião sobre penas desproporcionais em caso específico. Até o momento, nenhum veículo de esquerda do acervo cobriu a sabatina, e a leitura provável desse lado, ausente do noticiário reunido, seria a de que uma comissão nomeada pelo Executivo para revisar decisões já tomadas pela Corte relativizaria a responsabilização pelos ataques às sedes dos Três Poderes.
Há convergência entre as coberturas sobre os fatos centrais: o que o candidato disse, onde disse e em que termos. A diferença está no que cada lado seleciona. O que ainda não se sabe é como uma comissão de juristas sem previsão constitucional produziria efeito jurídico sobre processos julgados em definitivo pelo Supremo Tribunal Federal, se a anistia viria por projeto de lei, por decreto ou por outra via, quem integraria o grupo e em que prazo trabalharia. Também segue sem resposta como o fim da vitaliciedade, que exige emenda constitucional, avançaria no Congresso Nacional, e de onde sairiam os recursos para a corporação de 400 mil profissionais prometida na área de segurança. Nenhuma das reportagens ouviu juristas, ministros da Corte ou adversários sobre a viabilidade das propostas.
As coberturas concordam nos fatos: em 28 de agosto de 2026 Augusto Cury disse que convocaria juristas brasileiros e estrangeiros para examinar os processos do 8 de Janeiro antes de decidir sobre anistia, defendeu impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal que errem, o fim da vitaliciedade com mandatos de oito anos, e recusou-se a se classificar como de direita ou de esquerda.

O psiquiatra e candidato à Presidência da República Augusto Cury (Avante) afirmou que, caso seja eleito, pretende consultar juristas brasileiros

O psiquiatra também se colocou a favor do impeachment de ministros do STF

Quarto participante da sabatina O GLOBO, CBN e Valor, candidato do Avante diz que tem