
Quaest divulga em 2 de setembro a primeira pesquisa presidencial após sabatinas
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O instituto Quaest divulga em 2 de setembro uma nova pesquisa nacional de intenção de voto para presidente, registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-07065/2026. A coleta ocorre entre 30 de agosto e 1º de setembro, com 2.004 entrevistas presenciais com eleitores de 16 anos ou mais, margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%, ao custo de R$ 314 mil. É a primeira rodada capaz de medir os efeitos das sabatinas dos candidatos na televisão e do início do horário eleitoral gratuito, em 28 de agosto. O questionário traz dois cenários de primeiro turno e cinco de segundo turno, além de blocos sobre aprovação do governo, economia e as investigações conhecidas como Lulinha e Dark Horse. Dias depois, em 3 de setembro, o Datafolha divulga levantamento próprio, com 2.004 entrevistas e custo de R$ 307,6 mil.
Esquerda
A rodada de pesquisa que sai em 2 de setembro chega logo depois de uma semana em que a disputa presidencial foi filtrada pela televisão: primeiro as sabatinas com os candidatos, depois o início do horário eleitoral gratuito, em 28 de agosto.
Centro
O instituto Quaest divulga em 2 de setembro uma nova pesquisa nacional de intenção de voto para presidente, registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-07065/2026. 004 entrevistas presenciais com eleitores de 16 anos ou mais, margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%, ao custo de R$ 314 mil.
Direita
Sem cobertura neste espectro.
5 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
O texto é factual na descrição do levantamento (data, amostra de 2.004 eleitores, 13 nomes no primeiro cenário, cinco cenários de segundo turno), mas insere um bloco avaliativo dizendo que a sabatina do presidente foi 'duramente criticada' e listando como omissões pautas de agenda social e econômica associadas à esquerda: fim da escala 6x1, tarifas de Trump e exploração de terras raras. Essa seleção de pautas ausentes e a defesa implícita do governo diante dos casos Lulinha e Dark Horse definem o enquadramento à esquerda. Título em formato de pergunta puxa clique, mas o corpo entrega a resposta.
Perspectivas omitidas
Falácias identificadas
Veículos com viés ao centro
Texto de agenda sobre o segundo instituto que vai a campo depois das sabatinas, com custo de R$ 307,6 mil, 2.004 entrevistas presenciais e margem de erro de dois pontos. Lista os candidatos sabatinados em ordem e reproduz os cenários de primeiro e segundo turno de 21 de agosto sem comentário valorativo. Enquadramento factual de centro.
Perspectivas omitidas
Ponto cego: esse lado ficou de fora.
Nenhum veículo de direita cobriu esta história.
O instituto Quaest ouve 2.004 eleitores entre 30 de agosto e 1º de setembro e divulga os resultados em 2 de setembro, na primeira medição da corrida presidencial feita depois das sabatinas dos candidatos na televisão e do início do horário eleitoral gratuito. Na rodada anterior, Lula tinha 38% e Flávio Bolsonaro, 31%.
O instituto Quaest divulga na quarta-feira, 2 de setembro, uma nova rodada de pesquisa nacional de intenção de voto para presidente da República. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-07065/2026 e ouve 2.004 eleitores de 16 anos ou mais, em entrevistas presenciais e domiciliares feitas entre domingo, 30 de agosto, e terça-feira, 1º de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%, e a apuração custou R$ 314 mil aos contratantes. É a décima pesquisa presidencial do instituto em 2026 e a segunda de uma série encomendada por um grupo de comunicação.
A rodada interessa porque é a primeira capaz de captar dois movimentos recentes da campanha. Ao longo da semana passada, os principais candidatos à Presidência foram entrevistados em uma emissora de televisão aberta, série encerrada no sábado. E na sexta-feira, 28 de agosto, começou o horário eleitoral gratuito, que dá aos candidatos espaço diário em rádio e televisão. A pesquisa anterior do mesmo instituto, de 14 de agosto, mostrava Luiz Inácio Lula da Silva com 38% no primeiro turno, contra 31% de Flávio Bolsonaro, e uma vantagem de 43% a 40% no segundo turno, diferença menor que a da rodada anterior.
A cobertura de centro detalhou o desenho do questionário e é onde estão os números que permitem julgar o levantamento. São dois cenários estimulados de primeiro turno: o primeiro com treze nomes, incluindo Lula, Flávio Bolsonaro, Pablo Marçal, Renan Santos, Ronaldo Caiado, Romeu Zema e o escritor Augusto Cury; o segundo repete a lista sem Pablo Marçal. Quem escolhe um candidato é perguntado se o voto é definitivo. Para o segundo turno, são cinco simulações, todas contra Lula, e a de Augusto Cury estreia nesta rodada. O questionário volta a medir aprovação do governo, percepção da economia, preço dos alimentos e a relação entre renda familiar e inflação, e inclui blocos sobre investigações atribuídas à Polícia Federal envolvendo Fábio Luís Lula da Silva e recursos ligados ao financiamento do filme Dark Horse, perguntando se os episódios podem prejudicar cada campanha. Poucos dias depois, em 3 de setembro, o Datafolha divulga levantamento próprio, também com 2.004 entrevistas presenciais, margem de erro de dois pontos e custo de R$ 307,6 mil; em 21 de agosto, esse instituto apontava Lula com 39% e Flávio Bolsonaro com 33% no primeiro turno, e 47% a 43% no segundo.
Veículos de esquerda deram outro ângulo ao mesmo anúncio. Em vez de tratar as sabatinas como um dado do calendário, questionaram a pauta das entrevistas, sustentando que a conversa com o presidente deixou de fora temas como o fim da escala 6x1, o efeito das tarifas impostas por Donald Trump e a exploração de terras raras, e que essa escolha molda a percepção que a pesquisa vai medir. Nessa leitura, também pesa o fato de o grupo que exibiu as sabatinas ser o mesmo que encomendou o levantamento sobre a repercussão delas.
Veículos de direita não cobriram o anúncio neste conjunto de fontes. A leitura provável desse campo, a partir dos mesmos fatos, enfatizaria o encolhimento da vantagem do presidente no segundo turno, uma diferença de três pontos que fica perto do limite da margem de erro, e a decisão do instituto de medir explicitamente se as investigações que atingem o entorno do governo afetam a intenção de voto. Também estaria em jogo a fragmentação da oposição entre cinco nomes e a inclusão de mais um deles nas simulações de segundo turno.
O que ainda não se sabe é o essencial: nenhum número novo foi divulgado. Não há resultado disponível sobre o efeito das sabatinas nem sobre o começo do horário eleitoral gratuito, e as próprias pesquisas anunciadas não permitirão isolar com precisão o que veio de cada evento, já que os dois ocorreram na mesma semana. Também não se sabe como o eleitorado assimilou os casos citados no questionário nem se a redução da diferença entre os dois primeiros colocados é tendência ou oscilação dentro da margem. As respostas começam a aparecer em 2 de setembro, a pouco mais de um mês do primeiro turno, marcado para 4 de outubro.
Todos os lados registram os mesmos dados de base: divulgação em 2 de setembro, 2.004 entrevistas presenciais entre 30 de agosto e 1º de setembro, e o fato de esta ser a primeira medição feita depois das sabatinas na televisão e do início do horário eleitoral gratuito. Também há convergência sobre o quadro anterior, com Lula à frente de Flávio Bolsonaro em primeiro e segundo turnos desde meados de agosto.

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Quaest divulgará novos números no dia 2 de setembro, próxima quarta-feira. Este será o primeiro levantamento capaz de captar reações às entrevistas concedidas pelos candidatos à TV Globo

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Texto de registro, sem vocabulário valorativo. Enumera os 13 nomes do primeiro cenário, o segundo cenário sem Pablo Marçal, os cinco confrontos de segundo turno e os blocos sobre economia, preço dos alimentos e as investigações atribuídas à Polícia Federal envolvendo Fábio Luís Lula da Silva e o financiamento do filme Dark Horse. Trata investigações que atingem os dois campos com o mesmo peso e informa custo (R$ 314 mil), amostra (2.004 entrevistas) e margem de erro (2 pontos). Enquadramento de centro.
Perspectivas omitidas
Formato de serviço, respondendo quando sai a próxima pesquisa e compilando os números mais recentes de Quaest e Datafolha. Linguagem neutra, sem adjetivação de candidatos, com apresentação paritária dos percentuais de Lula e Flávio Bolsonaro. Versão para leitura acelerada, mais rasa que a do texto de centro mais completo, mas sem enquadramento ideológico. Título interrogativo tem apelo de clique moderado e é respondido no primeiro parágrafo.
Perspectivas omitidas
Mesma estrutura de serviço, com data de início da coleta, tamanho da amostra e compilação dos levantamentos de 21 e de 14 de agosto. Apresenta lado a lado os números dos dois principais candidatos e registra que a distância no segundo turno diminuiu de 48% a 43% para 47% a 43%, sem qualificar o movimento. Registro factual típico de centro.
Perspectivas omitidas