Professora Dorinha lidera corrida ao governo do Tocantins em Quaest e Real Time
4 veículos de centro

Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
4 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
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Veículos com viés ao centro
Briefing
O que importa para você
- Primeiro turno em 4 de outubro.
- Quaest: Dorinha 42% x Vicentinho 29%; segundo turno 50% x 36%.
- Real Time Big Data: segundo turno 45% x 42%, empate técnico.
- Governo Wanderlei Barbosa, aliado de Dorinha, tem 65% de aprovação na Quaest.
Onde os lados concordam
- Professora Dorinha (União Brasil) lidera nas duas pesquisas, com Vicentinho Júnior (PSDB) em segundo.
- Laurez Moreira (PSD) aparece em terceiro, com 7% a 8%.
- Eduardo Gomes (PL) lidera a corrida ao Senado no Tocantins.
O que ainda está incerto
- O primeiro turno da Real Time Big Data saiu com números diferentes em duas matérias (44% a 37% e 40% a 33%).
- Não está claro se a distância entre os institutos no segundo turno é de método ou de movimento do eleitor.
A senadora Professora Dorinha, do União Brasil, lidera a corrida pelo governo do Tocantins em duas pesquisas divulgadas em setembro. Na Quaest, tem 42% contra 29% de Vicentinho Júnior, do PSDB. Na Real Time Big Data, o segundo turno aparece apertado, com 45% a 42%, em empate técnico.
A senadora Professora Dorinha, do União Brasil, lidera a disputa pelo governo do Tocantins a poucos dias do primeiro turno, marcado para 4 de outubro. Duas pesquisas divulgadas na última semana de setembro apontam a mesma liderança, mas com distâncias diferentes em relação ao segundo colocado, o deputado federal Vicentinho Júnior, do PSDB.
Na pesquisa Quaest, divulgada em 23 de setembro e encomendada por uma emissora local, Dorinha tem 42% das intenções de voto, contra 29% de Vicentinho Júnior. Laurez Moreira, do PSD, marca 7%. Siqueira Campos Júnior, do Democrata, tem 6%, e Ataídes de Oliveira, do Novo, 3%. Na rodada de agosto do mesmo instituto, Dorinha tinha 37% e Vicentinho, 28%. O instituto ouviu 804 eleitores entre 19 e 22 de setembro, com margem de erro de três pontos percentuais. Em simulação de segundo turno, Dorinha venceria Vicentinho por 50% a 36%.
Dois dias depois, a Real Time Big Data divulgou um retrato mais apertado. No segundo turno, Dorinha aparece com 45% e Vicentinho Júnior com 42%, empate técnico dentro da margem de dois pontos. O levantamento ouviu 1.600 eleitores entre 21 e 24 de setembro. Contra Laurez Moreira, Dorinha teria 52% a 32%.
A cobertura de centro concentrou todo o noticiário sobre a disputa, com relatos factuais dos números, da metodologia e do registro no Tribunal Superior Eleitoral. Os veículos de centro relataram que a gestão do governador Wanderlei Barbosa, do Republicanos, que apoia Dorinha, é aprovada por 65% dos eleitores, e que 61% acham que ele merece eleger um sucessor. A Quaest também mostrou que a saúde é o principal problema do estado para 41% dos entrevistados, e que a menção à corrupção subiu de 6% para 13%. Na corrida ao Senado, o senador Eduardo Gomes, do PL, lidera nas duas pesquisas.
Não foram identificados veículos de esquerda nem veículos de direita cobrindo a disputa pelo governo do Tocantins nesta rodada de pesquisas. Por isso, não há divergência de enquadramento a registrar entre os lados: a diferença relevante está entre os próprios institutos, que medem a vantagem de Dorinha em patamares distintos.
O que ainda não se sabe com precisão é o resultado de primeiro turno da Real Time Big Data. Uma matéria publicou Dorinha com 44% e Vicentinho com 37%; outra informou 40% e 33%, com números de registro no tribunal também diferentes. Também não está claro se a distância entre Quaest e Real Time Big Data no segundo turno reflete diferença de método ou movimento real do eleitorado. A Quaest indica que 31% dos eleitores ainda podem mudar o voto, o que mantém aberta a hipótese de segundo turno.
Fontes
Diferença entre Dorinha e Vicentinho Júnior oscila dentro da margem de erro em relação ao levantamento anterior

Pesquisa divulgada nesta quarta-feira (23) foi encomendada pela TV Anhanguera. Margem de erro é de 3 percentuais.


