Eleições 2026: oito partidos vão comandar 26 estados e o DF
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O segundo turno de 25 de outubro de 2026 fechou o mapa dos governos estaduais: oito partidos vão comandar as 27 unidades da federação a partir de 2027, com o PL na liderança, com seis estados.
A cobertura de esquerda destaca a concentração do poder estadual em apenas oito partidos e lembra que os governadores respondem por saúde, educação e segurança, serviços usados diretamente pela população.
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Com o segundo turno de 25 de outubro, oito partidos passam a comandar as 27 unidades da federação a partir de 2027. O PL lidera, com seis governos, seguido pelo PSD, com cinco. União Brasil, PSB, Novo e Solidariedade ficaram sem nenhum estado.
O segundo turno das eleições de 2026, realizado no domingo, 25 de outubro, definiu os governadores do Acre, do Amazonas, do Espírito Santo, do Rio Grande do Norte, de Tocantins e do Distrito Federal e fechou o novo mapa partidário dos estados. A partir de 2027, as 27 unidades da federação serão comandadas por apenas oito partidos.
O Partido Liberal lidera, com seis governos: Paraná, com Sergio Moro; Rio de Janeiro, com Douglas Ruas; Rio Grande do Sul, com Luciano Zucco; Rondônia, com Marcos Rogério; Roraima, com Arthur Henrique; e Santa Catarina, com Jorginho Mello. A legenda não elegeu nenhum governador novo no segundo turno e manteve a liderança conquistada no primeiro, em 4 de outubro. Em 2022, o partido havia eleito dois governadores.
O Partido Social Democrático ficou com cinco estados, depois da vitória de Omar Aziz no Amazonas. Os outros são Amapá, Maranhão, Pernambuco e Sergipe. O Partido dos Trabalhadores, o Partido Progressistas e o Republicanos têm quatro estados cada. O PT manteve o comando dos quatro estados do Nordeste que já governava: Jerônimo Rodrigues foi reeleito na Bahia, Elmano de Freitas no Ceará e Rafael Fonteles no Piauí, e Cadu de Lula foi eleito no Rio Grande do Norte para suceder a governadora Fátima Bezerra. O Republicanos elegeu Lorenzo Pazolini no Espírito Santo, somando Minas Gerais, Mato Grosso e São Paulo. O Partido Progressistas venceu no Acre e no Distrito Federal, com Mailza Assis e Celina Leão, e já havia vencido em Mato Grosso do Sul e na Paraíba.
O PSDB terá dois estados, Alagoas e Tocantins. O MDB reelegeu Daniel Vilela em Goiás, no primeiro turno, e o Podemos governará o Pará. No total, 21 governadores foram definidos no primeiro turno e seis no segundo.
A cobertura de centro relatou também as perdas. União Brasil, PSB, Novo e Solidariedade ficaram sem nenhum governo estadual. O União Brasil elegeu quatro governadores em 2022; o PSB, três; o PSDB passou de três para dois; e o MDB, de três para um. O Podemos foi o único partido que não tinha governador em 2022 e conseguiu eleger um agora, enquanto o PT manteve os quatro de antes.
Veículos de esquerda destacaram a concentração do comando dos estados em poucas legendas e deram espaço às atribuições dos governadores. Eles lembraram que os governos estaduais respondem por saúde, educação, segurança pública, infraestrutura e desenvolvimento econômico, e que suas decisões atingem serviços usados pela população, como hospitais e escolas estaduais, policiamento, sistema prisional, transporte e programas sociais. Também apontaram que os governadores negociam com a União e os municípios obras e programas financiados com recursos públicos.
A cobertura de centro deu mais peso à comparação com 2022 e ao saldo de ganhos e perdas por partido. No conjunto de artigos analisado, não houve texto de veículos de direita sobre o tema, de modo que não é possível descrever um enquadramento próprio desse campo. Os números de partidos e estados coincidem nas duas coberturas disponíveis.
O que ainda não se sabe: as fontes não detalham o tamanho das bancadas de cada partido nas assembleias legislativas, nem como os novos governadores pretendem compor suas bases de apoio. Também não está claro como o novo mapa afetará a relação dos estados com o governo federal a partir de 2027.
O PL vai comandar o maior número de governos estaduais: Paraná, Rio de Janeiro, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
PL lidera a lista, com seis estados, seguido pelo PSD, com cinco; União Brasil, PSB, Novo e Solidariedade regrediram e ficaram sem nenhum ente federativo

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