Toffoli, Carlos Brandão e Cleitinho Azevedo votam no segundo turno de 2026
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Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
3 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
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Veículos com viés ao centro
Briefing
O que importa para você
- Segundo turno de 2026 em 25 de outubro, com seções abertas das 8h às 17h, horário de Brasília.
- No Maranhão, 5.186.562 eleitores votaram apenas para presidente.
- Cleitinho Azevedo assume o governo de Minas Gerais em 6 de janeiro e deixa o Senado.
Onde os lados concordam
As fontes descrevem um dia de votação pacífico, com declarações de Dias Toffoli, Carlos Brandão e Cleitinho Azevedo em defesa da paz e do respeito no segundo turno.
O que ainda está incerto
- Resultado do segundo turno presidencial, em apuração durante os relatos.
- Quais acusações criminais Toffoli criticou ao falar da campanha.
No dia do segundo turno das eleições de 2026, o ministro Dias Toffoli votou em Brasília e pediu pacificação, o governador Carlos Brandão votou em Colinas e declarou apoio a Lula, e o governador eleito Cleitinho Azevedo votou em Divinópolis.
No domingo (25), dia do segundo turno das eleições de 2026, três figuras públicas votaram e fizeram declarações que foram registradas pela imprensa: o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília; o governador do Maranhão, Carlos Brandão, do MDB, em Colinas; e o governador eleito de Minas Gerais, Cleitinho Azevedo, do Republicanos, em Divinópolis.
A cobertura de direita relatou que Toffoli votou usando camisa branca e explicou que escolheu a cor para transmitir uma mensagem de paz ao futuro governante. Segundo o relato, o ministro disse esperar que o próximo governante possa trazer paz para a nação, pediu o fim de disputas marcadas por hostilidade e defendeu que o debate público seja voltado ao futuro do Brasil. Toffoli elogiou a atuação da Justiça Eleitoral, afirmou que a votação ocorria de forma pacífica apesar da polarização política e desejou sucesso ao presidente e aos governadores eleitos no segundo turno. A mesma cobertura lembrou que, nos dias anteriores, ele havia criticado ataques pessoais e acusações criminais durante a campanha e defendido que os candidatos priorizassem propostas de governo.
A cobertura de centro relatou que Carlos Brandão votou na manhã de domingo em Colinas, no interior do Maranhão, onde o segundo turno ocorre apenas para presidente da República. O governador destacou a importância da democracia, defendeu uma votação de paz, respeito e esperança e declarou apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT. Em publicação, afirmou que o Nordeste está pronto para salvar o Brasil. O estado tem 5.186.562 eleitores aptos a votar, e as seções funcionam das 8h às 17h, no horário de Brasília.
A cobertura de centro também informou que Cleitinho Azevedo votou por volta das 11h30 em Divinópolis. Ele foi eleito governador de Minas Gerais no primeiro turno, em 4 de outubro, com cerca de 55% dos votos. Em segundo lugar ficou Patrus Ananias, do PT, com aproximadamente 26%. Cleitinho assume o Palácio da Liberdade em 6 de janeiro e precisará renunciar ao mandato de senador, que iria até 2030. Aos 44 anos, ele chega à quarta eleição da carreira, iniciada em 2016 como vereador em Divinópolis.
Na comparação entre as coberturas, a de direita deu mais espaço à mensagem institucional de Toffoli, com foco em pacificação e na crítica ao tom da campanha. A de centro registrou o posicionamento partidário do governador maranhense a favor de Lula e a trajetória do governador eleito mineiro. Nenhum veículo de esquerda cobriu esses episódios neste conjunto de fontes, de modo que não há enquadramento próprio da esquerda para relatar. Os fatos, porém, são consistentes entre as fontes: todas descrevem uma votação sem incidentes e declarações que apelam a paz e respeito durante o pleito.
Fontes
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Dias Toffoli, defendeu neste domingo (25) que


