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Eleições 2026: veja como está a corrida presidencial em 7 estados, segundo a Quaest
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Entre 27 e 30 de julho de 2026, pesquisas divulgadas por dois institutos desenharam o quadro da eleição presidencial e das disputas estaduais. Nos levantamentos estaduais em dez unidades da Federação, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera na Bahia, no Ceará, em Pernambuco e no Pará; o senador Flávio Bolsonaro lidera no Paraná; o ex-governador Ronaldo Caiado aparece à frente em Goiás; e há empate técnico em Minas Gerais, no Rio de Janeiro, em São Paulo e no Rio Grande do Sul. Uma pesquisa nacional mostrou o presidente à frente em todos os cenários de segundo turno testados, com 49,2% contra 42,9% do senador. Um agregado das pesquisas estaduais mais recentes apontou o presidente na frente em doze estados e o senador em sete, com cinco unidades indefinidas. O prazo para confirmação de candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral vai até 15 de agosto.
Esquerda
Sem cobertura neste espectro.
Centro
Entre 27 e 30 de julho de 2026, pesquisas divulgadas por dois institutos desenharam o quadro da eleição presidencial e das disputas estaduais. Nos levantamentos estaduais em dez unidades da Federação, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera na Bahia, no Ceará, em Pernambuco e no Pará; o senador Flávio Bolsonaro lidera no Paraná; o ex-governador Ronaldo Caiado aparece à frente em Goiás; e há empate técnico em Minas Gerais, no Rio de Janeiro, em São Paulo e no Rio Grande do Sul.
Direita
Depois de anos de hegemonia do atual presidente nas pesquisas, os levantamentos mostram uma disputa embolada e um governo que não consolida favoritismo em nenhum dos maiores colégios eleitorais do país.
7 fontes políticas
Como decidimos →Ponto cego: esse lado ficou de fora.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Texto de serviço, reproduzido de agência pública, que explica o funcionamento da biometria na urna, o direito de votar sem o cadastro e o encerramento do prazo. Linguagem instrucional, sem carga valorativa e sem enquadramento partidário.
Perspectivas omitidas
Reportagem descritiva sobre corridas estaduais, com percentuais, fichas técnicas e comparação entre as ondas de abril e julho. O vocabulário é neutro e distribui espaço entre candidatos de campos opostos, mas a camada interpretativa é terceirizada ao diretor do instituto, o que concentra o enquadramento numa única voz interessada.
Perspectivas omitidas
Texto factual e didático, que explica o conceito de empate técnico antes de aplicá-lo e informa amostra, período de campo, margem de erro e número de registro na Justiça Eleitoral para cada estado. Paridade de tratamento entre os três nomes mais competitivos, incluindo o estado em que o presidente aparece em terceiro lugar.
Perspectivas omitidas
Texto de agregação de pesquisas estaduais. Vocabulário descritivo ('tecnicamente empatados', 'votos válidos'), sem adjetivação sobre candidatos e com seção de metodologia explícita, incluindo a ressalva de que o infográfico inclui pré-candidatos ainda não oficializados. Trata Lula e Flávio Bolsonaro com paridade de tratamento.
Perspectivas omitidas
Apuração tabular, estado a estado, com listagem integral dos nomes testados, indecisos e brancos e nulos. Não há adjetivação valorativa nem hierarquia narrativa favorecendo um campo: onde o presidente lidera e onde o adversário lidera recebem o mesmo tratamento descritivo.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Sumário estado a estado das corridas estaduais, com linguagem sóbria e sem adjetivação sobre candidatos. A seleção editorial dá relevo a expressões como 'vantagem confortável' e 'favorito' em disputas lideradas por pré-candidatos de centro-direita e destaca a preferência do eleitorado paulista por um governador sem alinhamento ao presidente, mas o conjunto ainda descreve com paridade disputas favoráveis a governistas.
As pesquisas divulgadas na última semana de julho de 2026 recolocaram a corrida presidencial no centro do debate político brasileiro, com um mapa fragmentado entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, que tenta a reeleição, e o senador Flávio Bolsonaro, do PL, seu principal adversário até aqui. Entre segunda-feira, 27, e quinta-feira, 30, o instituto Quaest publicou levantamentos estaduais em dez unidades da Federação, enquanto uma pesquisa nacional do instituto AtlasIntel, feita em parceria com uma agência internacional de notícias econômicas, testou seis cenários de segundo turno.
Os números convergem em um ponto: não há favorito consolidado. Nos estados pesquisados, o presidente lidera com folga na Bahia, com 52%, em Pernambuco, com 55%, no Ceará, com 55%, e no Pará, com 38%. O senador do PL tem seu melhor desempenho no Paraná, onde marca 42% contra 24% do presidente. Em Minas Gerais, no Rio de Janeiro, em São Paulo e no Rio Grande do Sul, os dois aparecem tecnicamente empatados. Em Goiás, o ex-governador Ronaldo Caiado, do PSD, aparece numericamente à frente, com 33%. Na pesquisa nacional, que ouviu 5.021 eleitores entre 22 e 27 de julho, o presidente lidera todos os cenários de segundo turno testados, com 49,2% contra 42,9% do senador, e vantagens semelhantes diante de Caiado, de Romeu Zema, de Renan Santos, de Michelle Bolsonaro e do ex-presidente Jair Bolsonaro. Um levantamento que agregou as pesquisas estaduais mais recentes apontou o presidente à frente em doze estados e o senador em sete, com cinco unidades ainda indefinidas.
A cobertura de centro concentrou-se na descrição metodológica: margens de erro entre dois e três pontos percentuais, registro na Justiça Eleitoral, tamanho das amostras e a explicação didática do que é empate técnico. Essas reportagens também detalharam as disputas estaduais pelos governos, em que aparecem nomes como ACM Neto e Jerônimo Rodrigues na Bahia, Ciro Gomes e Elmano de Freitas no Ceará, Sergio Moro no Paraná, Eduardo Paes no Rio de Janeiro e Tarcísio de Freitas em São Paulo. Nessas matérias, o alto índice de indecisos, que varia de 8% em Pernambuco a 19% no Rio Grande do Sul, aparece como principal ressalva à leitura dos resultados.
Veículos de direita enfatizaram os pontos do quadro que sustentam a competitividade do campo conservador: a vantagem expressiva do senador do PL no Paraná, o favoritismo de pré-candidatos de centro-direita em governos estaduais, a aprovação de 87% registrada pelo ex-governador de Goiás e o desempenho do governador paulista sobre o ex-ministro da Fazenda. Um desses textos fechou a matéria lembrando que um levantamento anterior do mesmo instituto nacional havia sido suspenso pelo Tribunal Superior Eleitoral, nota que funciona como ressalva à credibilidade dos números apresentados.
A cobertura de esquerda está ausente deste conjunto de matérias. A leitura provável desse campo enfatizaria a liderança do presidente em todos os cenários nacionais de segundo turno, a força eleitoral no Nordeste e no Norte, a relação entre aprovação de governos estaduais aliados e desempenho nas urnas, e questionaria o recrutamento digital usado na pesquisa nacional, método que tende a sub-representar eleitores de baixa renda.
Parte da cobertura tratou ainda das regras do pleito. Reportagens de serviço explicaram que a biometria estará disponível em todas as seções eleitorais, mas não é obrigatória para votar: com título regular, o eleitor vota apresentando documento de identificação. O prazo para o cadastro biométrico se encerrou em maio, e o TSE orienta quem ficou de fora a procurar a Justiça Eleitoral depois da eleição.
Ainda não se sabe quem serão, de fato, os candidatos. O prazo para confirmação de candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral vai até 15 de agosto, e nomes que lideram pesquisas estaduais, como o senador Cleitinho Azevedo em Minas Gerais, sequer confirmaram se vão disputar. Dois estados ficaram fora do levantamento agregado por falta de pesquisas registradas com íntegra disponível, e nenhum dos levantamentos capta ainda o efeito de desistências, alianças partidárias e do início oficial da propaganda eleitoral.
Todos os lados reconhecem que a disputa presidencial de 2026 está indefinida: o presidente lidera com folga no Nordeste e no Norte, o senador do PL lidera no Paraná, e os quatro maiores colégios eleitorais do Sudeste e do Sul estão em empate técnico. Há convergência também sobre o peso dos indecisos, que vão de 8% a 19% conforme o estado, e sobre o fato de que os levantamentos estão registrados na Justiça Eleitoral.

Biometria não é obrigatória; se o título estiver regular, o eleitor pode votar mesmo sem ter realizado esse cadastro. Leia no Poder360.

Levantamentos mostram corridas acirradas em parte do País, lideranças consolidadas em alguns Estados e elevado número de eleitores indecisos em diversas disputas

A pesquisa Quaest governadores detalha as intenções de voto em 10 estados, revelando favoritismos e empates técnicos.

Levantamento Quaest para as Eleições 2026 indica Lula à frente no Nordeste, Flávio Bolsonaro líder no Paraná e disputas acirradas em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

Levantamento do Poder360 mostra que 12 Estados registram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva à frente da disputa pela reeleição, enquanto Flávio Bolsonaro lidera em 7

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece à frente em todos os cenários de segundo turno testados pela

Pesquisas apontam Lula à frente na Bahia, no Pará e em Pernambuco, Flávio Bolsonaro na liderança no Paraná e empates técnicos em Minas Gerais, no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Falácias identificadas
Perspectivas omitidas
O corpo é essencialmente numérico e correto na descrição dos cenários, mas a escolha editorial de fechar a matéria com a suspensão de pesquisa anterior do instituto funciona como ressalva de credibilidade ao resultado desfavorável ao campo conservador. Título em caixa-alta e ausência de contexto de primeiro turno reforçam um enquadramento de desconfiança institucional típico da cobertura à direita.
Perspectivas omitidas
Falácias identificadas
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