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Eleições 2026: veja como foi a agenda dos candidatos ao governo de Goiás nesta quarta-feira (22)

Relato de fonte única, atribuído a G1. Esta cobertura não compara posições do espectro político.

Redação Fuja da Bolha•4 fontes•22/09/2026•atualizado em 25/09/2026•Governo Estadual
Eleições 2026: veja como foi a agenda dos candidatos ao governo de Goiás nesta quarta-feira (22)
Imagem: G1

Resumo da cobertura

Nos dias 22 e 23 de setembro de 2026, candidatos aos governos de Goiás, da Paraíba e do Ceará cumpriram agendas de campanha a menos de duas semanas do primeiro turno, marcado para 4 de outubro, com segundo turno previsto para 25 de outubro. A rotina combinou sabatinas com entidades de classe, debate em emissora de televisão, gravação de programa eleitoral, caminhadas, comícios e panfletagem em universidades e terminais. Em Goiás, Marconi Perillo (PSDB) foi à sabatina da Ordem dos Advogados do Brasil e Daniel Vilela (MDB) defendeu um polo de inteligência artificial em Anápolis. No Ceará, Ciro Gomes (PSDB) prometeu ampliar o modelo do Instituto da Primeira Infância e Elmano de Freitas (PT), governador que tenta a reeleição, anunciou 70 mil casas. Na Paraíba, Cícero Lucena (MDB), Efraim Filho (PL) e Lucas Ribeiro (PP) participaram de debate na televisão. Em todos os estados houve candidatos que não divulgaram agenda pública.

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A duas semanas do primeiro turno de 4 de outubro, os candidatos aos governos de Goiás, da Paraíba e do Ceará dividiram os dias entre sabatinas com entidades de classe, debate de televisão, caminhadas e panfletagem. Surgiram promessas de moradia, de gestão da saúde, de polo de inteligência artificial e de lei contra abuso de autoridade, nenhuma com custo declarado.

Os candidatos aos governos de Goiás, da Paraíba e do Ceará intensificaram a campanha de rua nos dias 22 e 23 de setembro de 2026, a menos de duas semanas do primeiro turno, marcado para 4 de outubro. O segundo turno, se houver, está previsto para 25 de outubro. A rotina registrada nos três estados combinou sabatinas com entidades de classe, debate em emissora de televisão, gravação de programa eleitoral, caminhadas em bairros, comícios no interior e panfletagem em universidades, terminais de ônibus e portas de fábrica.

Em Goiás, Marconi Perillo, do PSDB, participou de sabatina da Ordem dos Advogados do Brasil, retomou críticas a governos anteriores e prometeu propor uma lei que puna agentes públicos por abuso de autoridade contra advogados. Ele também afirmou que discutirá compensação tributária com os futuros secretários de Fazenda e Planejamento antes da posse, caso eleito. Daniel Vilela, do MDB, esteve em Anápolis, onde defendeu ampliar a digitalização dos serviços públicos, facilitar o crédito a empreendedores e criar um polo de inteligência artificial apoiado na base industrial e logística da cidade, com qualificação de mão de obra para o mercado digital. Luis César Bueno, do PT, gravou programas eleitorais e caminhou no Setor Vila Nova, em Goiânia. Wilder Morais, do PL, Luciana Amorim, da UP, e Danilo Pinheiro, do PCO, não divulgaram agenda pública.

No Ceará, Ciro Gomes, do PSDB, propôs reproduzir o modelo do Instituto da Primeira Infância em cada regional de saúde do estado, após reunião com entidades de famílias de crianças com Transtorno do Espectro Autista, e defendeu padronizar a gestão da saúde pública e acabar com o apadrinhamento político na escolha de gestores de hospitais estaduais. O governador e candidato à reeleição Elmano de Freitas, do PT, prometeu construir 70 mil casas, durante caminhada na comunidade do Poço da Draga, em Fortaleza, e disse que mais de 200 mil famílias cearenses ainda não têm acesso à moradia. Serley Leal, da UP, Vera Lúcia, do Novo, e Zé Batista, do PSTU, dividiram o dia entre panfletagem na Universidade Federal do Ceará, manifestação de trabalhadores da Caixa Econômica em greve e reuniões com apoiadores em Fortaleza e Caucaia.

Na Paraíba, Cícero Lucena, do MDB, Efraim Filho, do PL, e Lucas Ribeiro, do PP, participaram do mesmo debate de televisão e seguiram para sabatinas setoriais, caminhadas e comícios em cidades do Agreste, do Brejo e do Litoral Sul. Pedro Coutinho, do DC, inaugurou comitê e visitou feiras na capital, e Yuri Ezequiel, da UP, fez panfletagem na Universidade Federal da Paraíba e em bairros de João Pessoa. Camilo Duarte, do PCO, não informou agenda.

Sobre a cobertura, é preciso registrar uma limitação: até o momento, todo o material reunido sobre essas agendas estaduais vem de um único veículo, de perfil de centro, que relatou os compromissos em tom descritivo, candidato por candidato, e reafirmou o calendário oficial da votação. Não há, neste conjunto, cobertura de veículos de esquerda nem de direita sobre as mesmas agendas, de modo que o leitor não encontra contraste de enquadramento entre lados: os resumos por lado nesta página são leitura provável de cada campo aplicada aos mesmos fatos, e não cobertura efetivamente publicada. A concentração em um só veículo também explica o padrão de espaço, com parágrafos longos para quem lidera as pesquisas e uma linha para candidaturas menores.

O que ainda não se sabe é o essencial para julgar as propostas. Nenhuma das promessas veio acompanhada de custo, prazo ou fonte de recursos: não há estimativa para as 70 mil moradias no Ceará, nem para o polo de inteligência artificial em Anápolis, nem para a ampliação do Instituto da Primeira Infância. O conteúdo do debate paraibano não foi detalhado, parte dos compromissos aparece apenas como previsão de agenda e as candidaturas que não divulgaram roteiro permanecem sem registro público do que fizeram.

Briefing

O que importa para você

  • Primeiro turno em 4 de outubro, das 8h às 17h no horário de Brasília; segundo turno em 25 de outubro.
  • No Ceará, Elmano de Freitas (PT) prometeu 70 mil casas e Ciro Gomes (PSDB) propôs uma unidade do Instituto da Primeira Infância em cada regional de saúde.
  • Em Goiás, Daniel Vilela (MDB) prometeu polo de inteligência artificial em Anápolis e Marconi Perillo (PSDB) prometeu lei contra abuso de autoridade e revisão de compensação tributária.
  • Na Paraíba, três dos principais candidatos já se enfrentaram em debate de televisão.

Onde os lados concordam

Toda a cobertura converge no calendário e nos fatos básicos: primeiro turno em 4 de outubro, segundo turno em 25 de outubro, e campanhas estaduais concentradas em sabatinas com entidades de classe, debate de televisão, caminhadas e panfletagem. Também converge no registro de que várias candidaturas não divulgaram agenda pública.

O que ainda está incerto

  • Nenhuma promessa veio com custo, prazo ou fonte de recursos: 70 mil casas no Ceará, polo de inteligência artificial em Anápolis e ampliação do Instituto da Primeira Infância seguem sem número.
  • O conteúdo do debate na Paraíba não foi detalhado.
  • As candidaturas que não divulgaram agenda pública, entre elas as do PCO nos três estados, ficam sem registro do que fizeram.
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