Procurador-geral Paulo Gonet quer parar processos sobre a MP que proíbe as bets
2 veículos de esquerda · 5 veículos de centro · 5 veículos de direita

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A cobertura de centro relata que o procurador-geral Paulo Gonet pediu ao Supremo Tribunal Federal a suspensão, em todo o país, dos processos que discutem a constitucionalidade da medida provisória que proibiu as bets. Registra que órgãos de instâncias inferiores aceitaram pedidos urgentes contra a MP e que o presidente do TRF-3 suspendeu, a pedido da AGU, o ato que liberava três plataformas. Uma matéria lida registra que o pedido ainda não havia sido analisado pelo ministro Luiz Fux. Uma matéria de direita credita as informações a outro veículo, o que limita ler a coincidência de detalhes como apuração independente.
Com base em Metrópoles, O Globo, CNN Brasil e G1
Veículos de esquerda registraram o pedido de Gonet para suspender todas as ações em tramitação no país contra a proibição das bets. Um deles lembrou que a MP foi assinada às vésperas do primeiro turno, que deputados apresentaram cem emendas, que a MP deve caducar em 4 de março e que Fux, em audiência pública, defendeu banir as bets.
Com base em ICL Notícias e Revista Fórum
Veículos de direita relataram o pedido de Gonet de suspensão nacional dos processos sobre a MP das bets. Uma das matérias credita as informações a outro veículo. Outra registra que a PGR citou 14 processos como exemplo e relata a avaliação atribuída à desembargadora de que houve confisco das outorgas de R$ 30 milhões, que o governo não devolverá.
Com base em Exame, InfoMoney, Jovem Pan, Terra Brasil Notícias e mais 1
12 veículos
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: viés de centro.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Nesta matéria: viés de centro.
Nesta matéria: viés de centro.
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu na sexta-feira (6) ao ministro Luiz Fux, relator das ações no Supremo, que paralise em todo o país os processos sobre a medida provisória que proibiu as bets. Ele alega insegurança jurídica e aplicação desigual da norma após decisões que liberaram plataformas, como a do TRF-3, derrubada no mesmo dia. Até a tarde de 7 de novembro, não havia decisão de Fux nas matérias analisadas.
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu ao Supremo Tribunal Federal, na sexta-feira (6), que suspenda em todo o país os processos que discutem a constitucionalidade da Medida Provisória 1.394/2026. A MP foi editada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 25 de setembro e proibiu a exploração, a oferta, a intermediação e a publicidade de apostas de quota fixa, o que inclui jogos on-line e cassinos virtuais. O pedido foi dirigido ao ministro Luiz Fux, relator das ações sobre o tema, e valeria até o julgamento definitivo da controvérsia pelo Supremo.
Segundo a manifestação, reproduzida por veículos dos três lados, a proliferação de processos sobre a validade da MP, apesar de a questão já estar sob análise do Supremo, causa quadro de insegurança jurídica e aplicação assimétrica da norma em relação aos seus destinatários. A cobertura de centro relatou que órgãos de instâncias inferiores aceitaram pedidos urgentes de empresas para suspender os efeitos da medida. O exemplo mais recente foi a decisão da desembargadora Adriana Pileggi, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, que na quinta-feira (5) autorizou três plataformas da CDA Gaming a voltar a operar. Na sexta-feira, o presidente do tribunal, Johonsom Di Salvo, suspendeu a autorização a pedido da Advocacia-Geral da União, ao afirmar que o tema está sub judice no Supremo e que seria inconveniente para a ordem pública que instâncias inferiores antecipassem entendimentos.
Veículos de esquerda registraram o pedido de suspensão de todas as ações e destacaram que a derrubada da liminar consolida, por ora, a proibição total. Um deles lembrou que a MP foi assinada às vésperas do primeiro turno, que deputados apresentaram cem emendas ao texto e que Fux, em audiência pública na terça-feira (3), se manifestou a favor de banir as bets. Veículos de direita também relataram o pedido. Uma das matérias registra que a PGR citou 14 processos como exemplo e atribui à desembargadora a avaliação de que houve confisco das outorgas de R$ 30 milhões. Outra destaca que o governo proibiu uma atividade que, segundo a matéria, gerou cerca de R$ 19 bilhões em arrecadação, e menciona um projeto de lei com penas de quatro a seis anos de reclusão.
Uma das matérias de direita credita as informações a outro veículo. Por isso, a coincidência de detalhes entre os relatos, como o recurso da AGU e as ações no Supremo, não deve ser tratada como confirmação independente.
Há ainda diferenças nos números de ações citados. Algumas matérias falam em quatro ações diretas de inconstitucionalidade sob relatoria de Fux, uma lista três ADIs pelo número, outra de centro fala em quatro ações contra a legislação que autorizou as apostas e outras quatro contra medidas de restrição, e a PGR, segundo uma matéria, citou 14 processos. Os recortes não são os mesmos e o texto não permite compatibilizá-los.
O que ainda não se sabe: até a tarde de 7 de novembro, quando saíram as matérias analisadas, nenhuma delas registrava decisão de Fux sobre o pedido de Gonet. O julgamento definitivo da MP segue sem data marcada, segundo uma das matérias, e outra relata que Fux disse precisar de mais tempo para elaborar seu voto.
Gonet cita decisões que liberaram bets e pede paralisação dos processos até que o STF decida sobre a proibição de Lula

Pedido encaminhado a Luiz Fux busca paralisar ações nas demais instâncias até que o Supremo decida sobre a validade da medida provisória

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu nesta sexta-feira (6) ao STF (Supremo Tribunal Federal) que suspenda

Paulo Gonet pede ao STF que suspenda processos contra a proibição das bets após decisões divergentes que permitiram a retomada de plataformas.

Pedido foi apresentado pelo ministro Luiz Fux, relator de quatro ações que questionam no Supremo a MP editada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

Intenção é de evitar cenário de

O presidente do TRF-3, desembargador Johonsom Di Salvo, derrubou nesta sexta-feira (6) a liminar que havia autorizado o retorno das plataformas Casa de

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que suspenda, em todo o país, as ações

Pedido da procuradoria indica que as ações devem ser interrompidas até o julgamento definitivo da controvérsia constitucional pela Suprema Corte

PGR citou 14 processos contra proibição a casas de apostas e falou em insegurança jurídica. Leia na Gazeta do Povo.

O procurador-geral Paulo Gonet argumenta que decisões divergentes sobre a MP do fim das bets geram insegurança jurídica e pede que Fux paralise as ações no país.

PGR pede que STF suspenda ações contra MP do fim das bets até julgamento Band
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: viés de centro.