Janaína Paschoal fica na suplência com 46.773 votos para deputada federal
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Resumo da cobertura
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Como decidimos →Na leitura da cobertura de esquerda, a derrota de Janaína Paschoal em 2026 mostra o esgotamento de uma figura que cresceu com o impeachment de Dilma Rousseff e o antipetismo. A queda de mais de 2 milhões de votos para 46.773 é apresentada como contraste com o auge de 2018.
A vereadora Janaína Paschoal, do Progressistas, subiu à tribuna da Câmara Municipal de São Paulo para questionar por que não foi eleita deputada federal em 2026. Ela teve 46.773 votos e ficou como segunda suplente do partido na federação União Progressista.
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A vereadora Janaína Paschoal, do Progressistas, usou a tribuna da Câmara Municipal de São Paulo para perguntar por que não foi eleita deputada federal em 2026. Ela teve 46.773 votos e ficou como segunda suplente na federação União Progressista, segundo a cobertura de centro e de esquerda.
A vereadora de São Paulo Janaína Paschoal, do Progressistas, subiu à tribuna da Câmara Municipal para perguntar aos eleitores por que não foi eleita deputada federal nas eleições de 2026. Ela é uma das autoras do pedido de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, protocolado em 2015. Recebeu 46.773 votos em todo o estado, número insuficiente para uma cadeira na Câmara dos Deputados.
A cobertura de centro relatou que, no discurso, a vereadora destacou o próprio trabalho. Disse fiscalizar gastos públicos, estudar os projetos apresentados e defender emendas a instituições que considera sérias. Em seguida, questionou se esse trabalho está sendo visto, se é visto e não valorizado, ou se as pessoas entendem que o perfil dela não é interessante neste momento histórico da Câmara dos Deputados. Também pediu que os eleitores avaliassem a atuação dela.
Os veículos que cobriram o caso convergem nos números principais. Em 2018, Janaína foi eleita deputada estadual por São Paulo com mais de 2 milhões de votos, o maior recorde da Assembleia Legislativa paulista. Em 2024, foi eleita vereadora com 48.893 votos. Em 2026, teve 46.773, cerca de 4,3% a menos do que na eleição municipal. A cobertura de centro acrescentou que ela ficou como segunda suplente do Progressistas dentro da federação União Progressista, formada com o União Brasil, que elegeu cinco deputados federais por São Paulo, num cenário de crescimento da bancada do PL e de redução de algumas legendas de centro-direita e direita.
Veículos de esquerda enfatizaram a trajetória política. Descreveram a ascensão dela como ligada ao impeachment de Dilma Rousseff, ao antipetismo e à onda bolsonarista de 2018, e a derrota atual como uma distância grande em relação ao auge. Recordaram que, após o julgamento de 2016, ela disse que voltaria ao anonimato. Lembraram também que o processo foi controverso do ponto de vista político e jurídico. Em 2022, segundo essa cobertura, ela disputou o Senado por São Paulo, recebeu 447.550 votos e ficou em quarto lugar.
A cobertura de centro e a de esquerda divergem em um dado: a primeira atribui à eleição de 2022 a votação de 48.893, que a segunda associa à vereança em 2024. Veículos de direita não cobriram o episódio até o momento, e por isso não é possível atribuir a esse campo uma leitura própria do caso.
O que ainda não se sabe: nenhuma das coberturas ouviu aliados, adversários ou analistas sobre as causas do desempenho, nem esclareceu se ela pretende assumir a vaga caso haja mudança na bancada da federação.

A vereadora e advogada Janaína Paschoal (PP-SP), uma das autoras do pedido de impeachment de Dilma Rousseff, questionou o eleitorado paulista sobre o
