Pesquisa BTG/Nexus mostra Lula com 45% de aprovação e 50% de desaprovação
3 veículos de centro · 4 veículos de direita

Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
7 fontes políticas
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3 veículos de centro · 4 veículos de direita

7 fontes políticas
Como decidimos →Pelo prisma da direita, a rodada consolida o desgaste do governo na reta final da campanha. A desaprovação de 50% supera a aprovação de 45%, e 46% consideram a gestão ruim ou péssima, contra 36% que a avaliam como ótima ou boa. Pela primeira vez na série do instituto, o senador Flávio Bolsonaro aparece numericamente à frente do presidente em simulação de segundo turno, com 46% contra 45%, invertendo o resultado da rodada anterior, e o escritor Augusto Cury também surge à frente, com 45% contra 43%. Os recortes reforçam a leitura: Cury tem 58% entre eleitores de 16 a 24 anos, 64% no Sul, 53% entre evangélicos e 54% entre famílias com renda acima de cinco salários mínimos.
A pesquisa BTG/Nexus divulgada em 8 de setembro de 2026 aponta 45% de aprovação e 50% de desaprovação ao trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com 4% que não souberam ou não responderam. Na avaliação do governo, 46% classificam a administração como ruim ou péssima, 36% como ótima ou boa e 18% como regular.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés à esquerda
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
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Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
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A pesquisa ouviu 2.002 eleitores entre 4 e 7 de setembro de 2026, com margem de erro de dois pontos e registro BR-06790/2026 no Tribunal Superior Eleitoral, o que significa que nenhuma das vantagens apuradas pode ser lida como liderança. A rejeição está em 49% para Lula e 50% para Flávio Bolsonaro, e 81% dos eleitores dizem já ter o voto decidido, o que reduz o espaço de virada nas semanas seguintes.
A cobertura de centro trata a rodada como bloco de dados e divulga que o estudo custou R$ 164.888,89 e foi pago pelo banco BTG Pactual. Veículos de direita escolhem os cenários mais adversos ao presidente, um deles abrindo pelo confronto inédito com Augusto Cury e outro pela dianteira numérica de Flávio Bolsonaro, e omitem quem financiou a pesquisa. Nenhum veículo de esquerda cobriu a rodada.
Toda a cobertura reconhece que a desaprovação do governo Lula, de 50%, supera a aprovação, de 45%, e que os cenários de segundo turno terminam em empate técnico, com diferenças de um a dois pontos dentro de uma margem de erro de dois pontos percentuais.
Não se sabe se a inversão no confronto direto é tendência ou oscilação de uma única rodada, nem qual será o efeito do julgamento da candidatura de Pablo Marçal, inelegível até 2032, sobre os cenários testados. Também não há, nesta cobertura, resposta do governo aos números.
A 13ª rodada da pesquisa BTG/Nexus coloca a avaliação do governo Luiz Inácio Lula da Silva no centro da reta final da campanha. O presidente aparece com 45% de aprovação e 50% de desaprovação, e o senador Flávio Bolsonaro surge numericamente à frente em um cenário de segundo turno, com 46% contra 45%, diferença menor que a margem de erro do levantamento.
A 13ª rodada da pesquisa BTG/Nexus, divulgada em 8 de setembro de 2026, mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva com 45% de aprovação e 50% de desaprovação. Outros 4% dos entrevistados não souberam ou não responderam. Na avaliação do governo, 46% classificam a administração como ruim ou péssima, 36% como ótima ou boa e 18% como regular. O levantamento ouviu 2.002 eleitores por telefone entre 4 e 7 de setembro, tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-06790/2026.
No cenário de segundo turno, o senador Flávio Bolsonaro aparece com 46% das intenções de voto, contra 45% do presidente. É a primeira vez, na série do instituto, em que o senador fica numericamente à frente. Na rodada anterior, o resultado era o inverso, com 46% para Lula e 45% para Flávio Bolsonaro. A diferença de um ponto está dentro da margem de erro e configura empate técnico. A pesquisa também testou pela primeira vez um confronto entre o presidente e o escritor Augusto Cury, que registra 45% contra 43%, novamente em empate técnico.
A cobertura de centro concentrou-se nos números de aprovação e na ficha técnica do levantamento. Informou que o estudo custou R$ 164.888,89 e foi pago pelo banco BTG Pactual, registrou a rejeição de 49% ao presidente e de 50% ao senador e apresentou os dois cenários de primeiro turno testados, com e sem Pablo Marçal, que está inelegível até 2032 e aguarda julgamento da candidatura.
Veículos de direita deram destaques distintos dentro da mesma rodada. Uma parte da cobertura abriu pelo confronto inédito com Augusto Cury e detalhou os recortes do eleitorado: o escritor tem 58% entre os eleitores de 16 a 24 anos, 64% na região Sul e 53% entre evangélicos, enquanto o presidente lidera no Nordeste, por 58% a 35%, entre quem tem 60 anos ou mais e entre eleitores de menor renda e escolaridade. Outra parte enfatizou que o senador assumiu a dianteira numérica pela primeira vez e tratou o resultado como má notícia para o Palácio do Planalto, ainda que tenha registrado o avanço do presidente na intenção de voto espontânea, de 37% para 39%, e a fidelidade de 90% entre os eleitores que declaram voto em Lula.
Nenhum veículo de esquerda do conjunto analisado cobriu esta rodada, e essa ausência é o ponto cego da história. A leitura provável desse campo partiria dos mesmos números para enfatizar a consolidação da base do presidente, a estabilidade da rejeição, maior no caso do adversário, e o fato de o levantamento ter sido contratado e pago por um banco de investimento, questão de transparência que apareceu apenas em parte da cobertura.
Os lados convergem em pontos centrais: a desaprovação supera a aprovação, o confronto de segundo turno está em empate técnico e todas as variações da rodada cabem dentro da margem de erro de dois pontos. O que ainda não se sabe é se a inversão observada no confronto direto é tendência ou oscilação estatística, qual será o efeito do julgamento da candidatura de Pablo Marçal sobre os cenários testados e como os demais institutos que foram a campo no mesmo período vão registrar esse momento da disputa.
São 50,8% os eleitores que consideram o governo ruim ou péssimo, contra 38,3% que acham ótimo ou bom e 10,8% que o veem como regular

Possibilidade de ser ultrapassado por Flavio Bolsonaro nas próximas rodadas é real. Desaprovação do presidente atinge 50%, puxada pela economia - não a dívida pública, mas o endividamento que bate no bolso e no coração das famílias

Pesquisa também mediu intenções de voto para presidente e rejeição dos candidatos. Leia no Poder360.

Levantamento Real Time Big Data ouviu 1.600 eleitores do Pará de 3 a 7 de setembro; margem de erro é de 2 p.p.. Leia no Poder360.

A diferença de dois pontos percentuais está dentro da margem de erro do levantamento, também de dois pontos, o que configura empate técnico

Pesquisa BTG/Nexus também mediu intenções de voto para presidente e rejeição dos candidatos. Leia no Poder360.

Presidente avança na intenção de voto espontânea, enquanto vê Flávio Bolsonaro assumir a dianteira numérica em um eventual segundo turno

Nesta matéria: viés de centro.