
BTG/Nexus aponta Lula com 45% de aprovação e 50% de desaprovação
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Levantamento BTG/Nexus divulgado em 8 de setembro de 2026 mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva com 45% de aprovação e 50% de desaprovação, com 4% que não souberam responder. Na avaliação do governo, 46% consideram a administração ruim ou péssima, 18% regular e 36% ótima ou boa. Nas simulações de segundo turno, o senador Flávio Bolsonaro aparece com 46% contra 45% do presidente, e o escritor Augusto Cury com 45% contra 43%, dois resultados dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. A pesquisa ouviu 2.002 eleitores por telefone entre 4 e 7 de setembro, tem nível de confiança de 95% e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-06790/2026.
Esquerda
Sem cobertura neste espectro.
Centro
Levantamento BTG/Nexus divulgado em 8 de setembro de 2026 mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva com 45% de aprovação e 50% de desaprovação, com 4% que não souberam responder. Na avaliação do governo, 46% consideram a administração ruim ou péssima, 18% regular e 36% ótima ou boa.
Direita
Pelo prisma da direita, a rodada BTG/Nexus marca a virada simbólica da disputa: pela primeira vez o senador Flávio Bolsonaro aparece numericamente à frente de Luiz Inácio Lula da Silva em simulação de segundo turno, com 46% a 45%, invertendo o resultado anterior.
Veículos com viés à esquerda
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Texto de agência de dados: apresenta aprovação, desaprovação, avaliação do governo, cenário de segundo turno e rejeição em sequência, sem adjetivação. Marca com clareza que a vantagem de um ponto entre Flávio Bolsonaro e Lula está dentro da margem de erro e configura empate técnico. Informa contratante, custo e registro no TSE, sinais de rigor metodológico.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
O texto se limita a recitar números do levantamento, com recortes de idade, sexo, região, religião, escolaridade e renda, sempre atribuídos ao instituto. Registra explicitamente que a diferença de dois pontos está dentro da margem de erro e configura empate técnico, o que afasta enquadramento valorativo. A escolha de recortar apenas o cenário em que o presidente aparece atrás é seletiva, mas o texto em si não editorializa.
A 13ª rodada da pesquisa BTG/Nexus ouviu 2.002 eleitores por telefone entre 4 e 7 de setembro de 2026 e mostra o presidente Lula com 45% de aprovação e 50% de desaprovação. Nos cenários de segundo turno, Flávio Bolsonaro tem 46% contra 45% e Augusto Cury 45% contra 43%, dois empates técnicos dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.
A pesquisa BTG/Nexus divulgada em 8 de setembro de 2026 mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva com 45% de aprovação e 50% de desaprovação do seu trabalho, enquanto 4% dos entrevistados não souberam ou não responderam. Na avaliação do governo, 46% classificam a administração como ruim ou péssima, 18% como regular e 36% como ótima ou boa. É a 13ª rodada da série contratada pelo banco BTG Pactual.
O levantamento ouviu 2.002 eleitores por telefone entre 4 e 7 de setembro, tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-06790/2026. O estudo custou R$ 164.888,89 e foi pago pelo banco contratante.
Nos cenários de segundo turno, o senador Flávio Bolsonaro aparece com 46% contra 45% do presidente, resultado que inverte a rodada anterior, quando Lula tinha 46% e o senador 45%. Em outro confronto, testado pela primeira vez pelo instituto, o escritor Augusto Cury marca 45% contra 43% do presidente. Nos demais cruzamentos, o presidente aparece à frente: 46% a 43% contra Ronaldo Caiado, 47% a 40% contra Romeu Zema e 47% a 39% contra Renan Santos. No primeiro turno estimulado, Lula manteve os 39% da rodada anterior e Flávio Bolsonaro subiu de 33% para 35%, enquanto Cury caiu de 11% para 9%. Na intenção de voto espontânea, o presidente passou de 37% para 39%, o senador de 30% para 31% e o escritor recuou de 8% para 6%. A rejeição ficou em 49% para o presidente e 50% para o senador, e os dois empatam em potencial de voto, com 47% cada.
Toda a cobertura converge em dois pontos. O primeiro é que as diferenças apontadas nos confrontos diretos, de um e de dois pontos percentuais, estão dentro da margem de erro e configuram empate técnico. O segundo é a ficha técnica: mesma amostra, mesmo período de campo, mesmo registro na Justiça Eleitoral. A cobertura de centro relatou os números em sequência, sem adjetivação, e foi a única a informar o custo do estudo e o nome do contratante junto dos resultados.
As diferenças aparecem na escolha do que destacar. Veículos de direita enfatizaram que o senador assume pela primeira vez a dianteira numérica em simulação de segundo turno, que a desaprovação de 50% supera a aprovação de 45% e que o desgaste do governo é maior entre eleitores de renda mais alta, ensino superior, evangélicos e no Sul, onde o escritor Augusto Cury chega a 64% contra 24%. Nenhum veículo de esquerda aparece neste conjunto de fontes. A leitura mais próxima desse campo, sustentada pelos mesmos números, destacaria o avanço do presidente na intenção de voto espontânea, a fidelidade de 90% do seu eleitorado, ante 85% na rodada anterior, a vantagem entre os mais pobres e no Nordeste, e o fato de o levantamento ter sido encomendado e pago por um banco privado.
O que ainda não se sabe é relevante para dimensionar o quadro. Os dois cenários de primeiro turno montados pelo instituto, um sem e outro com Pablo Marçal, são anunciados na cobertura, mas os números não aparecem de forma completa em nenhuma das fontes. A situação jurídica de Marçal, inelegível até 2032 e à espera de julgamento sobre a própria candidatura, segue indefinida e pode alterar o desenho da disputa. Nenhuma das fontes ouviu as campanhas, analistas independentes ou o próprio instituto sobre o que explica a variação em relação à rodada anterior, e não há informação sobre quando a próxima medição será feita.
Toda a cobertura reproduz a mesma ficha técnica e registra que as diferenças nos confrontos de segundo turno, de um e de dois pontos percentuais, estão dentro da margem de erro e configuram empate técnico. Também há convergência sobre a desaprovação de 50% e sobre o avanço numérico de Flávio Bolsonaro e de Augusto Cury em relação à rodada anterior.

A diferença de dois pontos percentuais está dentro da margem de erro do levantamento, também de dois pontos, o que configura empate técnico

Pesquisa BTG/Nexus também mediu intenções de voto para presidente e rejeição dos candidatos. Leia no Poder360.

Presidente avança na intenção de voto espontânea, enquanto vê Flávio Bolsonaro assumir a dianteira numérica em um eventual segundo turno
Perspectivas omitidas
O título afirma que há um único dado positivo para o presidente, mas o corpo lista outros indicadores favoráveis a ele: fidelidade de 90% entre seus eleitores, empate em potencial de voto com 47% para cada e vantagem numérica em três dos cinco cenários de segundo turno. Daí o descompasso entre manchete e texto. Subtítulos como a pergunta sobre o segundo turno ser má notícia para o presidente organizam a leitura pelo prisma do desgaste do governo, marca de enquadramento à direita, ainda que os números sejam corretamente reproduzidos.
Perspectivas omitidas
Falácias identificadas
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