Manuela d'Ávila lidera disputa ao Senado gaúcho com três empatados em segundo
2 veículos de esquerda · 2 veículos de centro · 1 veículo de direita

Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
5 fontes políticas
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As primeiras pesquisas ao Senado depois do início da campanha mostram candidaturas do campo progressista à frente em estados centrais da disputa. No Rio Grande do Sul, Manuela d'Ávila (PSOL) lidera com 33,6% e abre distância de quase sete pontos sobre o segundo colocado, o deputado Marcel van Hattem (Novo), enquanto Paulo Pimenta (PT) segue no bloco que disputa a segunda vaga. No Rio de Janeiro, Benedita da Silva (PT) aparece em primeiro com 15%, à frente de um pelotão fragmentado de nomes conservadores, e Mônica Benício (PSOL) tem 6%. Na Paraíba, João Azevêdo (PSB), apoiado pela aliança que sustenta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, marca 35,4% na capital, mais de três vezes o percentual do ex-ministro Marcelo Queiroga (PL). Para essa leitura, os números indicam que a agenda social e a identificação com o governo federal seguem competitivas na disputa pelo Congresso, mesmo com o campo conservador pulverizado em muitas candidaturas.
Três levantamentos de intenção de voto divulgados em agosto de 2026 mapearam disputas ao Senado em diferentes estados. No Rio Grande do Sul, o Instituto Paraná Pesquisas aponta a ex-deputada Manuela d'Ávila (PSOL) com 33,6% no cenário estimulado, seguida por Marcel van Hattem (Novo), com 26,9%, Germano Rigotto (MDB), com 24,3%, e Paulo Pimenta (PT), com 22,5%, todos tecnicamente empatados pela segunda vaga dentro da margem de 2,6 pontos percentuais.
Os levantamentos divulgados em agosto de 2026 mostram que a disputa pelas vagas no Senado está longe de decidida e que o eleitorado de centro-direita continua com peso decisivo. No Rio Grande do Sul, embora Manuela d'Ávila (PSOL) apareça com 33,6%, a segunda vaga é disputada em empate técnico por Marcel van Hattem (Novo), com 26,9%, Germano Rigotto (MDB), com 24,3%, e Paulo Pimenta (PT), com 22,5%, e o deputado do Novo é o nome mais lembrado no cenário espontâneo, com 7,2%, à frente da própria líder.
Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: falácia identificada.
Nesta matéria: viés de centro.
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Todas as coberturas reproduzem os mesmos percentuais e reconhecem que Manuela d'Ávila lidera no Rio Grande do Sul, que Marcel van Hattem, Germano Rigotto e Paulo Pimenta estão tecnicamente empatados pela segunda vaga gaúcha e que Benedita da Silva aparece em primeiro no Rio de Janeiro com 15%. Também há convergência de que o volume de indecisos, brancos e nulos mantém as duas disputas abertas.
Três levantamentos divulgados em agosto de 2026 mediram a disputa pelas vagas no Senado no Rio Grande do Sul, no Rio de Janeiro e na Paraíba. Os números, as fichas técnicas e a distância entre os candidatos aparecem abaixo, junto com a comparação de como veículos de esquerda, de centro e de direita interpretaram o mesmo conjunto de dados.
As primeiras pesquisas eleitorais divulgadas depois do início oficial da campanha de 2026 desenharam o quadro das disputas pelas vagas no Senado em pelo menos três estados, e o levantamento mais comentado é o do Rio Grande do Sul. Segundo o Instituto Paraná Pesquisas, registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número RS-03898/2026, a ex-deputada Manuela d'Ávila, do PSOL, lidera o cenário estimulado com 33,6% das intenções de voto. O deputado federal Marcel van Hattem, do Novo, aparece em seguida com 26,9%, tecnicamente empatado com o ex-governador Germano Rigotto, do MDB, que tem 24,3%, e com o deputado Paulo Pimenta, do PT, que registra 22,5%. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais para mais ou para menos, o que embola os três pela segunda vaga. Ubiratan Sanderson, do PL, marca 16%, e os demais nomes da cartela ficam abaixo de 6%.
A ficha técnica é conhecida e igual em todas as coberturas: 1.504 entrevistas presenciais em 67 municípios gaúchos, realizadas de 18 a 20 de agosto de 2026, com nível de confiança de 95%. O estudo custou R$ 135.200 e foi pago pelo PL, informação relevante para a leitura do resultado. Cada eleitor pode citar até dois nomes, porque cada estado elege dois senadores em outubro. No cenário espontâneo, quando nenhum nome é apresentado ao entrevistado, a indefinição é dominante: 74,2% dizem não saber ou não opinam, Marcel van Hattem marca 7,2% e Manuela d'Ávila, 5,2%.
Outros dois estados entraram no mesmo arco de divulgações. No Rio de Janeiro, o Datafolha, registrado sob o número RJ-02945/2026, mostra a deputada Benedita da Silva, do PT, em primeiro com 15%, seguida por um bloco de seis candidatos empatados dentro da margem de três pontos: Carlos Jordy e Carlos Portinho, ambos do PL, com 8%; Marcelo Crivella, do Republicanos, Pedro Paulo, do PSD, e Mônica Benício, do PSOL, com 6% cada; e Waguinho, do Republicanos, com 3%. Foram ouvidos 1.204 eleitores entre os dias 18 e 21 de agosto, na primeira sondagem do instituto após o começo da campanha. Brancos e nulos somam 23% e os indecisos, 12%. Na Paraíba, o Instituto Seta, com registro PB-06992/2026, ouviu 800 eleitores da capital nos dias 8 e 9 de agosto e apontou o ex-governador João Azevêdo, do PSB, com 35,4% do primeiro voto, contra 9,6% do ex-ministro Marcelo Queiroga, do PL, e 9,1% de Nabor Wanderley, do Republicanos.
A leitura dos números é o que separa as coberturas. Veículos de esquerda destacaram que João Azevêdo e Veneziano Vital do Rêgo integram a aliança que apoia o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Paraíba e trataram o desempenho como sinal de força do campo governista, além de valorizarem a dianteira de Manuela d'Ávila e de Benedita da Silva. A cobertura de centro relatou os percentuais com a ficha técnica completa, insistiu nos empates técnicos autorizados pela margem de erro e foi a que trouxe o custo e o financiador do levantamento gaúcho. Veículos de direita enfatizaram o embolamento da segunda vaga e o tamanho modesto da liderança carioca, em que a primeira colocada marca menos do que a soma de brancos e nulos.
O que ainda não se sabe é quem contratou a pesquisa realizada na Paraíba, se o resultado da capital se reproduz no interior do estado e como se comportarão os indecisos, que no cenário espontâneo gaúcho passam de 70%. Também não há série histórica divulgada nessas coberturas que permita comparar os percentuais com sondagens anteriores das mesmas disputas, nem medição do efeito do horário eleitoral, que ainda não havia começado quando os entrevistadores foram a campo.
Pesquisa mostra candidatos embolados para a segunda vaga

Ex-governador chega a 41,2% na soma dos dois votos e abre vantagem sobre Queiroga; com Veneziano disputando a segunda colocação, são dois candidatos que integram a base política de Lula na Paraíba

Paraná Pesquisa mostra Rigotto e Pimenta logo atrás de Van Hattem, em empate técnico

O Paraná Pesquisas mostra três candidatos empatados na segunda posição

Segundo a Paraná Pesquisas, Marcel van Hattem, Rigotto e Pimenta estão empatados pela 2ª vaga. Leia no Poder360.
