MDB se divide no 2º turno das eleições e 10 diretórios declaram apoio a Lula
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Em 13 de outubro de 2026, dez diretórios estaduais do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), do Norte e do Nordeste, divulgaram nota de apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno, marcado para 25 de outubro. No mesmo dia, o presidente nacional do partido, deputado Baleia Rossi, anunciou que os demais diretórios apoiarão o senador Flávio Bolsonaro (PL).
Diretórios do MDB no Norte e no Nordeste, regiões onde as políticas sociais do governo têm maior alcance, declararam apoio à reeleição de Lula e pediram mobilização de prefeitos e parlamentares para que as obras e os programas de proteção social não sejam interrompidos.
O MDB chegou ao segundo turno dividido, mas com a maioria dos diretórios, 17 segundo o presidente nacional Baleia Rossi, ao lado de Flávio Bolsonaro, com o discurso de um governo federal que entregue políticas públicas como as gestões de Ricardo Nunes e Tarcísio de Freitas.
8 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
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Veículos com viés à direita
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: viés de centro.
Os relatos concordam que dez diretórios do Norte e do Nordeste apoiam Lula, que os demais ficam com Flávio Bolsonaro e que o MDB não tinha apoio fechado no primeiro turno.
O Movimento Democrático Brasileiro chegou ao segundo turno dividido. Dez diretórios estaduais do Norte e do Nordeste declararam apoio à reeleição de Lula, e o presidente nacional do partido, Baleia Rossi, anunciou que os demais ficam com Flávio Bolsonaro. Compare como cada lado cobriu o racha.
Dez diretórios estaduais do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) declararam apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno da eleição presidencial de 2026, marcado para o domingo 25 de outubro. A nota foi divulgada na terça-feira, 13 de outubro, pelos diretórios do Amazonas, de Alagoas, da Bahia, do Ceará, do Maranhão, do Pará, de Pernambuco, do Piauí, da Paraíba e de Rondônia. No mesmo dia, o presidente nacional do partido, deputado federal Baleia Rossi, de São Paulo, anunciou que os demais diretórios apoiarão o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), adversário de Lula na disputa.
Na nota, os dirigentes dizem agir em defesa da liberdade, da democracia e da soberania do povo brasileiro. Eles citam como políticas que devem continuar o Bolsa Família, a Farmácia Popular, o Pé-de-Meia, o Fundo de Financiamento Estudantil e o Programa Universidade para Todos. Também apontam crescimento econômico, fortalecimento da indústria e recorde de exportações. Afirmam que interromper o ciclo agora seria deixar obras pela metade, recursos parados e o povo esperando. O texto convoca dirigentes estaduais e municipais, prefeitos, parlamentares e lideranças comunitárias a se engajarem na campanha. Entre os integrantes desses diretórios estão o líder do MDB no Senado, Eduardo Braga, o senador Renan Calheiros e o senador eleito Helder Barbalho.
O contexto é de um partido que não se fechou em torno de um nome. No primeiro turno, o MDB decidiu não apoiar nenhum candidato ao Planalto e liberou os diretórios para definirem seus apoios conforme a realidade local. Segundo fontes do partido, o PT queria atrair o MDB para a coligação, mas nunca houve negociação de fato. O MDB já ocupou três ministérios no governo Lula: Planejamento, com Simone Tebet, Transportes, com Renan Filho, e Cidades, com Jader Filho. O anúncio do apoio a Flávio Bolsonaro estava previsto para o escritório político do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
A cobertura de centro enfatizou o caráter regional da manifestação, que não deve ser confundida com decisão da direção nacional, e registrou que fontes ligadas às negociações classificam a divergência como natural em um partido de várias correntes. Também notou que a nota não detalha as obras citadas nem os recursos envolvidos. Veículos de esquerda destacaram os avanços sociais e econômicos listados pelos diretórios e a defesa da continuidade das políticas públicas. Veículos de direita enfatizaram a divisão do partido e o fato de a maioria dos diretórios ficar com Flávio Bolsonaro, reproduzindo a fala de Baleia Rossi, que defendeu um governo federal nos moldes das gestões de Ricardo Nunes e de Tarcísio de Freitas e falou em vitória da mudança.
Há uma discrepância nos números. A maior parte dos relatos fala em 17 diretórios ao lado de Flávio Bolsonaro, número dado por Rossi, mas um relato citou 15 diretórios a favor do senador antes do anúncio.
O que ainda não se sabe é o peso prático do apoio. A nota não traz lista de todos os signatários nem estimativa dos recursos das obras mencionadas, e a efetividade dependerá da adesão dos prefeitos e parlamentares convocados. Também não está claro se a direção nacional tratará a divisão como decisão formal do partido, nem como a contagem final dos diretórios será consolidada.
Diretórios do MDB no Norte e Nordeste declaram apoio a Lula no segundo turno de 2026 e convocam lideranças regionais a participar da campanha.

Gesto vem de Estados do Norte e Nordeste; parte da legenda manifestará endosso a Flávio

Por meio de nota, os diretórios do MDB destacam o apoio em defesa “da liberdade, da democracia e da soberania do povo brasileiro”.
Presidente do partido, deputado federal Baleia Rossi (MDB), afirmou que os outros 17 estados vão apoiar o senador Flávio Bolsonaro

Grupos que se aliam ao presidente são comandados por lideranças políticas próximas dele nos Estados do Amazonas, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Paraíba e Rondônia; outros 17 diretórios do MDB declararam apoio a Flávio Bolsonaro

Integram o grupo os diretórios de Amazonas, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Paraíba e Rondônia
Em nota, diretórios do Amazonas, Pará, Rondônia, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Piauí e Paraíba convocam outros estados a aderirem ao posicionamento

Diretórios do Norte e Nordeste do MDB decidiram apoiar a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) neste segundo turno da eleição presidencial. O posicionamento dos Estados confronta os da região Sul, Sudeste e Centro-Oeste, que optaram por i
