Antonio Tajani diz que hackers pró-Rússia expuseram seus dados na dark web
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Os dois textos relatam que Tajani atribui a exposição de seus dados na dark web ao apoio da Itália à Ucrânia e que ele disse que não se deixará intimidar. A convergência vem da mesma declaração pública do ministro, não de apuração independente.
O ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, disse em 7 de novembro de 2026 que seus dados pessoais foram publicados na dark web por hackers que ele classificou como pró-Rússia, em reação ao apoio italiano à Ucrânia. A primeira-ministra Giorgia Meloni manifestou apoio, e Moscou não havia comentado até a publicação dos textos analisados.
O ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, afirmou neste sábado, 7 de novembro de 2026, que seus dados pessoais foram publicados na dark web, a parte oculta da internet, por hackers que ele classificou como pró-Rússia. Em publicação na rede social X, o chefe da diplomacia italiana, que também é vice-primeiro-ministro, disse que há vários dias cibercriminosos divulgam as informações e buscam obter mais, o que o expõe a novas ameaças e intimidações. Segundo ele, os hackers envolvem sua família e estão dispostos a pagar por mais detalhes sobre ele e seus entes queridos.
Tajani atribuiu o ataque à posição italiana sobre a guerra na Ucrânia. O governo da Itália apoia Kiev nas esferas humanitária e militar desde a invasão russa, em 2022. Para o ministro, defender a liberdade de um Estado soberano é o que torna sua posição perigosa aos olhos dessas entidades criminosas, e ele disse que não se deixará intimidar. A cobertura de centro acrescentou que, segundo o próprio Tajani, os ataques também foram uma reação aos esforços do ministério para fortalecer a segurança cibernética.
A cobertura de centro registrou ainda a reação da primeira-ministra Giorgia Meloni, que expressou apoio ao ministro e disse que a venda de informações confidenciais sobre funcionários públicos é motivo de grande preocupação. Segundo essa cobertura, capturas de tela vistas pela agência mostravam a foto de Tajani numa lista de 18 cidadãos hostis à Federação Russa, que incluía também especialistas em segurança cibernética. O material foi encontrado numa seção da dark web acessível pela rede Tor, durante atividades de monitoramento de autoridades de segurança cibernética, disse uma pessoa próxima ao ministro, que acrescentou que novas investigações estão em andamento.
O texto de direita, único do lado no conjunto analisado e creditado a uma agência de notícias, concentrou-se nas declarações de Tajani e na ligação do episódio com o apoio italiano à Ucrânia. Esse texto não registra a resposta de Moscou nem a fala de Meloni, que aparecem na cobertura de centro. Nenhum veículo de esquerda cobriu o caso no conjunto analisado, e por isso não há enquadramento desse lado a descrever. Os dois textos coincidem nos pontos centrais atribuídos a Tajani, mas essa coincidência vem do relato da mesma declaração pública do ministro e não configura confirmação independente.
O que ainda não se sabe: até a manhã de 7 de novembro, quando saíram os textos analisados, Moscou não havia comentado, e a Rússia tem negado de forma consistente qualquer envolvimento em ciberataques no exterior, segundo a cobertura de centro. Os textos não detalham quais dados foram expostos, e a autoria atribuída a hackers pró-Rússia é a classificação do próprio ministro. A cobertura também não registra conclusão oficial das investigações citadas.
Governo italiano apoia Kiev nas esferas humanitária e militar na guerra deflagrada após a invasão russa de seu território, em 2022.

A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, uma das maiores defensoras da Ucrânia entre os líderes ocidentais, expressou seu apoio a Tajani

O ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, disse em 7 de novembro que seus dados pessoais foram publicados na dark web por hackers que ele classificou como pró-Rússia, em razão do apoio italiano à Ucrânia. A primeira-ministra Giorgia Meloni expressou apoio a ele. Segundo uma pessoa próxima ao ministro, o material foi encontrado em monitoramento de autoridades de cibersegurança. Moscou não comentou, e a Rússia nega envolvimento em ciberataques no exterior.
Com base em Valor Econômico
O texto de direita, creditado a uma agência de notícias, relata a declaração de Tajani no X de que é alvo de cibercriminosos que divulgam seus dados pessoais na dark web por causa do apoio italiano à Ucrânia.
Com base em Jovem Pan
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