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O instituto Quaest divulga na sexta-feira, 14 de agosto, uma nova rodada de pesquisa sobre a eleição presidencial de 2026. O levantamento ouviu 2.004 eleitores de 16 anos ou mais em entrevistas presenciais, tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-06773/2026. O cenário de primeiro turno traz os 13 candidatos formalizados em convenção partidária, e há quatro simulações de segundo turno, todas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de um lado. Além da intenção de voto, o questionário mede rejeição, sentimentos despertados por cada nome, identificação ideológica, avaliação do governo, percepção sobre economia e emprego, uso de inteligência artificial nas campanhas e a possibilidade de interferência de governos estrangeiros no processo eleitoral.
A nova rodada da pesquisa Quaest sobre a eleição presidencial de 2026 sai na sexta-feira, 14 de agosto, com 2.004 entrevistas presenciais e margem de erro de dois pontos. Além da intenção de voto entre 13 candidatos, o questionário mede rejeição, sentimentos do eleitor, avaliação do governo, uso de inteligência artificial nas campanhas e a percepção sobre interferência de governos estrangeiros.
O instituto Quaest divulga nesta sexta-feira, 14 de agosto, uma nova rodada de pesquisa sobre a eleição presidencial de 2026. O levantamento ouviu 2.004 eleitores com 16 anos ou mais em entrevistas presenciais, tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-06773/2026. A coleta começou na segunda-feira, 10 de agosto.
O cenário de primeiro turno apresenta ao entrevistado os 13 candidatos formalizados em convenção partidária, entre eles o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o senador Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado, Romeu Zema, Renan Santos, Augusto Cury, Clariana Barão, Edmilson Costa, Hertz Dias, Leonardo Avalanche, Rui Costa Pimenta, Samara Martins e Wilson Grassi. Há ainda quatro simulações de segundo turno, todas com o presidente de um lado e, do outro, Flávio Bolsonaro, Renan Santos, Romeu Zema e Ronaldo Caiado.
A cobertura de centro relatou o desenho do levantamento em termos de serviço, listando os nomes em ordem neutra e reproduzindo os dados metodológicos enviados ao Tribunal Superior Eleitoral. Registrou também o contexto em que a pesquisa entra a campo, com a revelação de um repasse identificado pela Polícia Federal a um ex-chefe de gabinete do presidente e a definição de Alfredo Gaspar como candidato a vice na chapa de Flávio Bolsonaro. Já veículos de direita enfatizaram o movimento numérico da rodada anterior, divulgada em 5 de agosto: o presidente oscilou de 40% para 39% no primeiro turno enquanto o senador subiu de 28% para 30%, e a vantagem no confronto direto caiu de oito para cinco pontos, de 44% a 39%. Nos demais cenários daquela medição, o presidente liderava por 45% a 37% contra Caiado, 46% a 34% diante de Zema e 45% a 35% contra Renan Santos. Até o fechamento desta edição, veículos de esquerda não haviam publicado sobre o anúncio da nova rodada, de modo que o contraponto habitual desse campo, centrado em transparência do financiamento das pesquisas e em soberania do processo eleitoral, não aparece no material disponível.
As duas coberturas convergem nos elementos verificáveis: data de divulgação, tamanho da amostra, margem de erro, número de registro no Tribunal Superior Eleitoral, os 13 nomes do primeiro turno e os quatro confrontos de segundo turno. Convergem também no ponto que distingue esta rodada das anteriores. Além da intenção de voto, o questionário mede a rejeição a cada candidato, os sentimentos que cada nome desperta, entre entusiasmo, esperança, tranquilidade, indiferença, desânimo, preocupação e raiva, a identificação ideológica do eleitor e a expectativa sobre quem vencerá a eleição, independentemente do voto declarado. Entram ainda perguntas sobre o uso de inteligência artificial nas campanhas e sobre a possibilidade de governos estrangeiros tentarem interferir no processo eleitoral brasileiro, inclusive em favor de candidatos de campos políticos distintos. A avaliação do governo e a percepção sobre economia, emprego e preço dos alimentos também serão atualizadas.
Há divergências factuais entre as duas versões. A cobertura de centro informa que a pesquisa foi contratada pelo grupo de mídia que a publica e que o campo foi realizado entre segunda e quarta-feira, 10 e 12 de agosto. A cobertura de direita afirma que o levantamento foi encomendado por um banco, custou R$ 314 mil e teve coleta de segunda a quinta-feira, 13 de agosto. Nenhuma das duas explica a diferença, embora ambas citem o mesmo número de registro no Tribunal Superior Eleitoral e o mesmo tamanho de amostra.
O que ainda não se sabe é o essencial: os números da nova rodada só aparecem na sexta-feira. Também segue sem resposta se a apuração da Polícia Federal e a definição da chapa de oposição alteraram alguma tendência, como serão redigidas e tabuladas as perguntas sobre inteligência artificial e interferência estrangeira, e qual é exatamente o arranjo de contratação e financiamento do levantamento. A divulgação ocorre pouco mais de uma semana depois da rodada anterior e antes do primeiro debate entre os presidenciáveis, marcado para 23 de agosto.
As duas coberturas concordam no essencial verificável: divulgação na sexta-feira, 14 de agosto; 2.004 eleitores entrevistados presencialmente; margem de erro de dois pontos percentuais; registro no TSE sob o número BR-06773/2026; 13 candidatos no cenário de primeiro turno e quatro simulações de segundo turno com o presidente de um lado. Ambas destacam que a rodada estreia perguntas sobre uso de inteligência artificial nas campanhas e sobre interferência de governos estrangeiros.
2 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Texto de serviço, com estrutura de agência: anuncia a data de divulgação, lista os 13 nomes do primeiro turno e os quatro cenários de segundo turno em ordem neutra, e reproduz os dados metodológicos enviados ao TSE (2.004 entrevistas presenciais, margem de dois pontos, confiança de 95%, registro BR-06773/2026). Não há vocabulário valorativo nem hierarquização de candidatos; a menção ao repasse investigado pela Polícia Federal e à escolha do vice na chapa adversária aparece como contexto do momento em que a pesquisa entra a campo, sem juízo. Um deslize ortográfico no trecho sobre o questionário não altera o enquadramento factual.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
O corpo é majoritariamente descritivo e mais completo que a média: informa o custo de R$ 314 mil, o encomendante, o período de campo, o registro BR-06773/2026 e recompõe os números da rodada de 5 de agosto. O enquadramento aparece na hierarquia editorial, não na afirmação: o texto abre um intertítulo dedicado ao avanço do candidato de oposição, sublinha que a vantagem do presidente no confronto direto caiu de oito para cinco pontos e cerca a matéria de chamadas que destacam desempenhos favoráveis a nomes de centro-direita. É seleção de ênfase típica de cobertura orientada a mercado e accountability do governo, o que sustenta o perfil à direita com confiança moderada.

A Pesquisa Quaest 2026 avalia o sentimento do eleitor e o impacto de fatos políticos recentes sobre os principais candidatos à Presidência da República.

Levantamento será divulgado na sexta-feira (14), com novos cenários de primeiro e segundo turnos e perguntas sobre temas que ganharam espaço na campanha de 2026
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Perspectivas omitidas



