Edson Fachin dá cinco dias à PGR para analisar soltura no Master e no INSS
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O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, determinou em 25 de setembro que a Procuradoria-Geral da República se manifeste em cinco dias sobre oito requerimentos pendentes nas investigações do Banco Master e das fraudes em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social. O despacho, assinado na Petição 16.704, pede avaliação da pertinência, necessidade e adequação das medidas e da eventual repercussão sobre as apurações em curso, sem acolher nem rejeitar nada. Os dois inquéritos foram remetidos à Presidência da Corte em 12 de setembro, mas seguem formalmente sob a relatoria de André Mendonça. Depois do parecer, os autos voltam a Fachin.
A indefinição no Supremo Tribunal Federal trava duas apurações que atingem diretamente dinheiro público e aposentados. Enquanto Edson Fachin pede parecer à Procuradoria-Geral da República e não assume as relatorias, os inquéritos sobre o Banco Master e sobre os descontos ilegais em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social ficam parados desde 12 de setembro, e as defesas de investigados com grande poder econômico acumulam pedidos de liberdade.
A cobertura de direita lê o despacho de Edson Fachin como sintoma de paralisia decisória no Supremo Tribunal Federal. Dois inquéritos de alto impacto, o do Banco Master e o das fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social, estão há duas semanas sem relator definido, com presos preventivos aguardando análise de pedidos de liberdade e com o tribunal ocupado em julgar seus próprios ministros.
10 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: viés de centro.
Nesta matéria: falácia identificada.
Nesta matéria: viés de centro.
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Nesta matéria: viés de centro.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Todos os lados registram o prazo de cinco dias dado à Procuradoria-Geral da República, a paralisia dos inquéritos do Banco Master e do INSS desde a remessa à Presidência do Supremo em 12 de setembro, a permanência formal da relatoria com André Mendonça e a existência de pedidos de revogação de prisão à espera de decisão.
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, determinou que a Procuradoria-Geral da República se manifeste em cinco dias sobre oito pedidos pendentes nos inquéritos do Banco Master e da fraude no INSS, entre eles revogações de prisão preventiva. Os processos estão na Presidência da Corte desde 12 de setembro e seguem sob a relatoria formal de André Mendonça.
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, deu prazo de cinco dias para a Procuradoria-Geral da República se manifestar sobre os pedidos pendentes nas investigações do Banco Master e das fraudes em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social, o INSS. O despacho foi assinado na sexta-feira, 25 de setembro, na Petição 16.704, e encaminha oito requerimentos ao órgão. Fachin pediu que a Procuradoria avalie a pertinência, a necessidade e a adequação de cada medida, além da eventual repercussão sobre as apurações em curso. A decisão não acolhe nem rejeita nenhum dos pedidos: depois do parecer, os autos voltam à Presidência da Corte.
Entre os requerimentos estão pedidos de revogação de prisão preventiva de investigados no caso Master, incluindo o do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do banco, e os de parentes e aliados dele, como Henrique Vorcaro, Felipe Vorcaro, Fabiano Zettel e Daniel Lopes Monteiro. Também aguardam análise uma manifestação do ministro André Mendonça sobre o relatório da Polícia Federal usado pelo ministro Alexandre de Moraes para acusá-lo de abuso de autoridade e um pedido da Ordem dos Advogados do Brasil para preservar o sigilo das comunicações de advogados recolhidas na investigação. A Polícia Federal, por sua vez, pediu a prorrogação das apurações. Os dois inquéritos foram remetidos à Presidência do Supremo em 12 de setembro, mas seguem formalmente sob a relatoria de Mendonça.
Toda a cobertura converge em três pontos: o prazo de cinco dias, a paralisia dos processos desde a remessa à Presidência e a origem do impasse, o conflito interno aberto depois que Mendonça retirou o sigilo de supostas mensagens entre Moraes e Daniel Vorcaro.
Veículos de esquerda destacaram a responsabilidade do próprio tribunal pela desordem processual e trataram a indefinição como fator que desestabiliza as instituições e pode beneficiar investigados com grande poder econômico. Nessa leitura, o prejuízo maior é dos aposentados e pensionistas que tiveram descontos ilegais em seus benefícios do INSS e dependem de uma apuração que não avance a conta-gotas.
A cobertura de centro relatou o despacho como parte do rito obrigatório: no sistema brasileiro, o Supremo julga e não acusa, e a Procuradoria-Geral da República precisa opinar antes de decisões sobre prisão e liberdade. Essa cobertura detalhou ainda o cálculo de Fachin, que concentrou os processos em seu gabinete sem assumir formalmente as relatorias e passou a receber pedidos das defesas, e registrou críticas internas de ministros de alas diferentes à falta de articulação da Presidência. As alternativas mapeadas são três: Fachin assumir as relatorias, devolver as demandas urgentes a Mendonça ou redistribuir os processos.
Veículos de direita enfatizaram o custo institucional da demora e a disputa entre ministros. Essa cobertura deu relevo à sessão extraordinária de 15 de setembro, em que Gilmar Mendes propôs reunir e redistribuir os processos e certificar magistrados citados por suposto recebimento de valores indevidos. A proposta não foi acolhida por Fachin e Mendonça, teve o apoio de Moraes e foi interrompida pelo pedido de vista do ministro Flávio Dino, enquanto Luiz Fux e Cármen Lúcia acompanharam o presidente. O acento recai sobre a paralisia decisória e sobre a responsabilização de juízes mencionados nas investigações.
Não se sabe ainda quem conduzirá os inquéritos depois do parecer, se Fachin assumirá as relatorias, devolverá os autos a Mendonça ou redistribuirá os casos. Também não há definição sobre a soltura dos presos, sobre o acesso que Mendonça pediu ao inquérito das fake news relatado por Moraes e sobre a data de retomada do julgamento que decidiria a abertura de investigação contra Moraes. O despacho identifica os requerimentos apenas pelos números dos documentos juntados aos autos e não detalha o conteúdo de cada um nem seus autores.
Presidente da Corte concentrou processos sem assumir relatorias e agora precisa definir destino de investigações, pedidos das defesas e solicitação de Mendonça sobre inquérito das fake news

Casos estão na presidência do STF, mas não foram oficialmente retirados da relatoria de André Mendonça
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, solicitou à Procuradoria-Geral da República (PGR) uma manifestação sobre os

Chefia da Corte cobra posição sobre pedidos de liberdade de investigados após conflito interno e envio de processos à presidência do tribunal.
O órgão terá cinco dias para se manifestar

Procuradoria deverá analisar a necessidade das medidas solicitadas e os possíveis efeitos sobre investigações em andamento.

Presidente do STF encaminhou à Procuradoria requerimentos que incluem pedidos de revisão de prisões e solicitação da OAB sobre sigilo de advogados



Presidente do STF determinou que PGR analise em cinco dias pedidos de soltura, revogação de prisões e sigilo nos inquéritos dos casos Master e INSS

Nesta matéria: perspectiva omitida.