
Ônibus deixam de aceitar pagamento em dinheiro no Rio; veja como comprar passagem
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A partir de domingo, 28 de junho de 2026, os ônibus municipais do Rio de Janeiro deixaram de aceitar pagamento em dinheiro. As passagens agora só podem ser pagas pelo sistema Jaé (aplicativo ou cartão preto) ou por PIX nos validadores. Segundo a Prefeitura, 96% das viagens já eram pagas por meios eletrônicos e apenas 4% em espécie.
Esquerda
Sem cobertura neste espectro.
Centro
A partir de domingo, 28 de junho de 2026, os ônibus municipais do Rio de Janeiro deixaram de aceitar pagamento em dinheiro. As passagens agora só podem ser pagas pelo sistema Jaé (aplicativo ou cartão preto) ou por PIX nos validadores. Segundo a Prefeitura, 96% das viagens já eram pagas por meios eletrônicos e apenas 4% em espécie.
Direita
A Prefeitura do Rio moderniza a bilhetagem dos ônibus eliminando o dinheiro em espécie, com ganhos de eficiência, segurança e transparência. Acabar com o caixa nos coletivos reduz o risco de assaltos, agiliza o embarque, encerra a dupla função dos motoristas e dá mais controle sobre os subsídios públicos pagos ao setor. Com 96% das viagens já eletrônicas, a medida apenas consolida um comportamento majoritário.
2 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Texto factual e neutro, no padrão de agência: explica o que muda nas integrações (BUC, BUM, cartão verde, cartão preto), traz os dados da prefeitura e menciona o adiamento de um mês por determinação da Justiça, sem vocabulário valorativo.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Apesar de o veículo ser perfilado à direita, o texto é predominantemente factual e de serviço: reproduz dados da prefeitura (96% já não pagavam em dinheiro, 200 mil cadastros no Jaé, 345 mil embarques por PIX) e explica como comprar a passagem, sem enquadramento ideológico carregado.
Os ônibus municipais do Rio de Janeiro deixaram de aceitar pagamento em dinheiro a partir de domingo, 28 de junho de 2026. Desde então, o passageiro só consegue pagar a passagem pelo sistema de bilhetagem Jaé, usando o aplicativo ou o cartão preto, ou por PIX, lido pelos validadores dentro dos veículos. A medida foi anunciada pela Prefeitura do Rio em 12 de maio e encerra de vez a possibilidade de embarque com cédulas e moedas.
A mudança também altera as integrações tarifárias. Os benefícios do Bilhete Único Carioca, o BUC, e do Bilhete Único Margaridas, o BUM, passam a valer apenas para quem usa o aplicativo ou o cartão preto do Jaé. O cartão avulso verde continua aceito para viagens unitárias, mas deixa de permitir integração entre linhas. Para atender a demanda, a cidade ampliou a rede de pontos de recarga e atendimento para 1.600 locais, entre lojas credenciadas, bilheterias e bancas de jornal.
Há pontos em que toda a cobertura converge. A prefeitura informa que 96% das viagens nos ônibus municipais já eram pagas por meios eletrônicos e que apenas 4% dos embarques ainda eram feitos em dinheiro. Desde o anúncio, mais de 200 mil pessoas aderiram ao sistema Jaé e o PIX foi usado em mais de 345 mil embarques. A cobertura de centro relatou ainda que a medida chegou a entrar em vigor no fim de maio, mas foi adiada em um mês após uma determinação da Justiça, com o novo prazo se encerrando neste domingo.
Os enquadramentos, porém, divergem. Veículos de direita enfatizaram os objetivos declarados pela prefeitura: reduzir o risco de assaltos, agilizar o embarque, encerrar a chamada dupla função dos motoristas, que precisavam dirigir e receber dinheiro ao mesmo tempo, e aumentar a transparência sobre os subsídios públicos pagos ao transporte. Nessa leitura, com a ampla maioria das viagens já eletrônica, a medida apenas consolida um comportamento que o próprio passageiro adotou.
Veículos de esquerda tendem a destacar o reverso da digitalização total: o risco de excluir do transporte a parcela mais pobre e desbancarizada, que pode não ter smartphone, conta ou acesso fácil ao PIX e que costuma estar justamente entre os 4% que ainda pagavam em espécie. Sob esse ângulo, a ampliação da rede de recarga é bem-vinda, mas precisa alcançar periferias e áreas sem bancos para garantir o direito de ir e vir.
O que ainda não se sabe é o conteúdo exato da decisão judicial que adiou a medida e como a prefeitura vai assegurar o embarque de quem não consegue migrar para os meios eletrônicos. Também segue em fase de teste a cobrança por aproximação com cartões de débito e crédito, sem data definida para entrar em operação.
Toda a cobertura confirma que, desde 28 de junho de 2026, os ônibus municipais do Rio só aceitam Jaé (app ou cartão preto) ou PIX, e que 96% das viagens já eram eletrônicas antes da mudança.

Com o fim do pagamento em dinheiro nos ônibus do Rio, passageiros devem usar o sistema Jaé ou PIX para manter benefícios de integração tarifária.

Dados do governo municipal mostram que 96% dos passageiros já não pagavam pela tarifava através de dinheiro em espécie
Perspectivas omitidas
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