Datafolha: Lula tem 40%, Flávio Bolsonaro 36%, e 2º turno segue empatado
6 veículos de esquerda · 19 veículos de centro · 4 veículos de direita

Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
29 fontes políticas
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O Datafolha divulgou em 24 de setembro a rodada nacional de intenção de voto para a Presidência da República: Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 40% no primeiro turno e Flávio Bolsonaro (PL), 36%. No cenário de segundo turno entre os dois, o placar é de 47% a 45%, diferença dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. No dia 25, o instituto publicou os recortes estaduais, com o senador à frente em São Paulo, no Rio de Janeiro e no Distrito Federal, o presidente com ampla vantagem em Pernambuco e empate técnico em Minas Gerais.
A leitura à esquerda é de resistência eleitoral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na reta final da campanha: ele mantém a liderança isolada no primeiro turno, com 40% contra 36% de Flávio Bolsonaro, e segue numericamente à frente no cenário de segundo turno, por 47% a 45%.
Pela chave da direita, o quadro é de avanço da oposição e de governo rejeitado: Flávio Bolsonaro lidera o cenário de segundo turno em São Paulo, no Rio de Janeiro e no Distrito Federal, inverteu a liderança numérica em Minas Gerais, estado que desde 1989 aponta o vencedor nacional, e cresce entre evangélicos, no Sul, entre eleitores de maior renda e entre os mais jovens.
Veículos com viés à esquerda
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Veículos com viés ao centro
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Veículos com viés à direita
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Nesta matéria: viés de centro.
Os três lados reportam os mesmos números: Lula com 40% e Flávio Bolsonaro com 36% no primeiro turno nacional, empate técnico no segundo turno por 47% a 45%, liderança do senador em São Paulo, no Rio de Janeiro e no Distrito Federal, ampla vantagem do presidente em Pernambuco e empate em Minas Gerais.
A pesquisa Datafolha divulgada em 24 de setembro manteve Lula (PT) à frente no primeiro turno, com 40% contra 36% de Flávio Bolsonaro (PL), e mostrou empate técnico no segundo, por 47% a 45%. Os recortes estaduais publicados no dia 25 dividem o mapa. Aqui, a cobertura de esquerda, centro e direita lado a lado: os mesmos números, com ênfases diferentes sobre qual cenário decide a eleição.
O Datafolha divulgou em 24 de setembro de 2026 a rodada mais recente de sua pesquisa de intenção de voto para a Presidência da República, e o resultado nacional manteve o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente, com 40% das intenções de voto no primeiro turno, contra 36% do senador Flávio Bolsonaro (PL). No cenário de segundo turno entre os dois, o instituto aponta 47% para o presidente e 45% para o senador, diferença dentro da margem de erro de dois pontos percentuais, o que caracteriza empate técnico. A pesquisa nacional ouviu 2.002 eleitores de 16 anos ou mais entre 22 e 23 de setembro, tem nível de confiança de 95% e está registrada na Justiça Eleitoral sob o código BR-00304/2026.
Na rodada anterior, divulgada em 17 de setembro, o presidente tinha 39% e o senador, os mesmos 36%; no segundo turno, o placar era de 46% a 44%. Entre os demais candidatos, Augusto Cury (Avante) marca 5%, Ronaldo Caiado (PSD) 4%, Renan Santos (Missão) 3%, e Romeu Zema (Novo) e Samara Martins (Unidade Popular) 1% cada. Votos em branco, nulos ou em nenhum candidato somam 5%, e os indecisos, 2%. Na avaliação do governo, 34% consideram a gestão ótima ou boa e 40% ruim ou péssima; 47% aprovam a atuação do presidente e 50% desaprovam.
No dia 25, o instituto publicou os recortes estaduais, e é neles que o quadro se divide. Em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, o senador tem 49% contra 41% do presidente no cenário de segundo turno, e 38% a 33% no primeiro. No Rio de Janeiro, a vantagem é de 51% a 42%, e no Distrito Federal, de 51% a 41%. Em Minas Gerais há empate técnico, com 46% para o senador e 44% para o presidente, enquanto no primeiro turno o petista aparece numericamente à frente, por 39% a 37%. Em Pernambuco, o presidente registra o maior placar entre os estados pesquisados: 64% a 29% no segundo turno e 60% a 24% no primeiro. Os levantamentos estaduais ouviram de 910 a 1.610 eleitores, com margens de erro de dois a três pontos percentuais.
A cobertura de centro tratou a rodada como cenário de estabilidade e empate técnico, detalhando metodologia, códigos de registro no Tribunal Superior Eleitoral e os recortes por região, renda, escolaridade, religião, cor e faixa de idade. Veículos de esquerda destacaram a manutenção da liderança do presidente no primeiro turno e a vantagem numérica no segundo, além do desempenho entre eleitores de menor renda, no Nordeste, entre mulheres e entre pessoas pretas. Veículos de direita concentraram a cobertura nos recortes estaduais, com ênfase no avanço do senador em São Paulo, na inversão da liderança numérica em Minas Gerais e no crescimento entre evangélicos, no Sul e entre eleitores de maior renda. Os três lados citam os mesmos números; o que muda é qual cenário cada um trata como decisivo, o nacional ou o mapa dos estados.
Há pontos que a cobertura não resolve. Esta é a primeira rodada do instituto feita integralmente depois do reajuste do Bolsa Família e da escalada do governo federal contra as bets, e o efeito dessas medidas sobre a intenção de voto não aparece em nenhum levantamento posterior do próprio instituto dentro do material analisado. Também não há divulgação da projeção por votos válidos no cenário presidencial nacional, cálculo que exclui brancos e nulos e é o que define se a disputa termina no primeiro turno. Por fim, os dois candidatos empatam em rejeição, com 45% cada, um patamar que a cobertura registra sem medir quanto do eleitorado já decidido ainda admite mudar de voto até a votação de outubro.
O instituto ouvirá 4.006 eleitores na véspera do pleito

O presidente tem três pontos de vantagem sobre Flávio Bolsonaro, segundo colocado

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Serão 2.004 entrevistas, realizadas entre quinta e domingo. A margem de erro será de dois pontos percentuais

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A apenas sete dias da eleição, uma nova pesquisa do Instituto Qualittá mostra Allyson Bezerra (União Brasil) na liderança da

A pesquisa Quaest para a eleição presidencial traz as intenções de voto entre Lula e Flávio Bolsonaro antes do debate e após a proibição das bets.

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Toledo: Datafolha aponta que Lula achou 'piso' e Flávio bateu no 'teto' UOL Notícias
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Sudeste concentra o maior eleitorado do país e tem sido prioridade na campanha dos dois candidatos

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Em SP, maior colégio eleitoral do país, vantagem de Flávio é de cinco pontos. Pesquisas divulgadas nesta sexta-feira (25) foram encomendadas pela Globo e pela Folha de S.Paulo.

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É a primeira pesquisa após o discurso do presidente na abertura da Assembleia Geral da ONU e a subida de tom do governo federal contra as bets

A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.

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Nesta matéria: viés de centro.